A verdadeira vida é vulnerabilidade
As pessoas são duras. A vida as prepara para serem duras, porque as prepara para lutar. Lentamente, lentamente, elas perdem toda a delicadeza interior, tornam-se duras como rochas - e uma pessoa dura como rocha é uma pessoa morta. Ela só vive da boca para fora, não vive verdadeiramente.
A verdadeira vida consiste em delicadeza, vulnerabilidade, abertura. Não tenha medo da existência: ela cuida de você, ama você. Não é necessário lutar contra ela. A existência está disposta a lhe dar mais do que você pode pedir ou sequer imaginar. Mas a existência só poderá lhe dar se você for suave, delicado, vulnerável. Se você for poroso, ela entrará por todos os lados.
Seja poroso, seja aberto para a existência, sem medo. Não é preciso ter medo. Essa é a nossa existência - nós pertencemos a ela, ela pertence a nós.
Osho, em "Meditações Para a Noite"
Fonte: Saúde Perfeita
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Portal 8:26-39
O título deste artigo remete ao livro do evangelista Lucas, em seu capítulo 8, versículos 26 a 39. O trecho relata a história de um homem atormentado por espíritos imundos e, por eles, possuído, servindo de portal das trevas, incapaz de se defender e se fechar aos ataques.
Vivia acorrentado nas cavernas, pois as pessoas do lugar não queriam tê-lo entre elas, devido ao perigo que representava a si e aos outros.
Jesus, estando de passagem por aquele local, soube do triste fato e mandou que as entidades libertassem o rapaz. Elas lhe responderam indignadas, cobrando uma outra “moradia”; afinal, para onde iriam?
Ao ver uma manada de porcos passeando pelas proximidades, o messias decide enviar os seres macabros para dentro daqueles animais que, em aflição, se precipitaram no abismo e morreram.
Todos conhecem este relato triste e, ao mesmo tempo, libertador da vida do homem gadareno. Há, no entanto, detalhes desta estória merecedores de maior atenção sobre como o filho de Deus era visto pela população e como os seus “poderes” assustavam a gente daquela época.
Quando souberam que o endemoniado, de tantos anos, havia sido libertado dos grilhões físicos e astrais, a população se apavorou com o Cristo e pediu-lhe que fosse embora dali. Vejam! Jesus acabara de fazer um bem a um ser humano, mas foi tratado com desprezo pelos moradores daquele lugar. Por que isso? Não tenho resposta; somente elucubrações.
A primeira inferência a fazer, e, a mim, me parece óbvia, diz respeito à compreensão dos gadarenos sobre o sofrimento do homem acorrentado: para eles, tratava-se de um castigo de Deus e, portanto, deveria continuar até que ele o quisesse. Ao libertá-lo, Jesus feriu esta crença e provocou a ira das pessoas.
Fazendo outra análise, é certo que a legião de entidades, associadas ao rapaz, se revoltou com a sua libertação e instigou a ira e o pavor do povo contra o galileu, exigindo a sua saída; ou então, suponho, seria morto. Ele assim o fez, sabiamente.
Moral da estória: só se enfrenta as forças das trevas com sabedoria.
Obs.: depois de ter sido limpo, o ex-possesso quis acompanhar Jesus nas suas andanças, mas este não o aceitou, preferindo que ele continuasse naquele lugar, convivendo com as testemunhas do seu sofrimento e humilhação, perdurados por muitos anos.
A intenção do nazareno era o homem divulgar a fonte da sua cura: o pai celestial. tratava-se, no entanto, de um deus desconhecido daquela gente, pois eles adoravam vários deuses, por serem pagãos.
Autor: Gesiel Albuquerque
Imagem copiada de: http://acaogospel.com.br/portal/index.php/brasil/o-endemoninhado-gadareno.html
O título deste artigo remete ao livro do evangelista Lucas, em seu capítulo 8, versículos 26 a 39. O trecho relata a história de um homem atormentado por espíritos imundos e, por eles, possuído, servindo de portal das trevas, incapaz de se defender e se fechar aos ataques.
Vivia acorrentado nas cavernas, pois as pessoas do lugar não queriam tê-lo entre elas, devido ao perigo que representava a si e aos outros.
Jesus, estando de passagem por aquele local, soube do triste fato e mandou que as entidades libertassem o rapaz. Elas lhe responderam indignadas, cobrando uma outra “moradia”; afinal, para onde iriam?
Ao ver uma manada de porcos passeando pelas proximidades, o messias decide enviar os seres macabros para dentro daqueles animais que, em aflição, se precipitaram no abismo e morreram.
Todos conhecem este relato triste e, ao mesmo tempo, libertador da vida do homem gadareno. Há, no entanto, detalhes desta estória merecedores de maior atenção sobre como o filho de Deus era visto pela população e como os seus “poderes” assustavam a gente daquela época.
Quando souberam que o endemoniado, de tantos anos, havia sido libertado dos grilhões físicos e astrais, a população se apavorou com o Cristo e pediu-lhe que fosse embora dali. Vejam! Jesus acabara de fazer um bem a um ser humano, mas foi tratado com desprezo pelos moradores daquele lugar. Por que isso? Não tenho resposta; somente elucubrações.
A primeira inferência a fazer, e, a mim, me parece óbvia, diz respeito à compreensão dos gadarenos sobre o sofrimento do homem acorrentado: para eles, tratava-se de um castigo de Deus e, portanto, deveria continuar até que ele o quisesse. Ao libertá-lo, Jesus feriu esta crença e provocou a ira das pessoas.
Fazendo outra análise, é certo que a legião de entidades, associadas ao rapaz, se revoltou com a sua libertação e instigou a ira e o pavor do povo contra o galileu, exigindo a sua saída; ou então, suponho, seria morto. Ele assim o fez, sabiamente.
Moral da estória: só se enfrenta as forças das trevas com sabedoria.
Obs.: depois de ter sido limpo, o ex-possesso quis acompanhar Jesus nas suas andanças, mas este não o aceitou, preferindo que ele continuasse naquele lugar, convivendo com as testemunhas do seu sofrimento e humilhação, perdurados por muitos anos.
A intenção do nazareno era o homem divulgar a fonte da sua cura: o pai celestial. tratava-se, no entanto, de um deus desconhecido daquela gente, pois eles adoravam vários deuses, por serem pagãos.
Autor: Gesiel Albuquerque
Imagem copiada de: http://acaogospel.com.br/portal/index.php/brasil/o-endemoninhado-gadareno.html
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Goécia: modulação invertida
Falar de magia negra - também chamada de goécia - parece ser algo trivial em qualquer página da internet ou em livros específicos. Entender, no entanto, o objetivo desta força maligna e os seus ataques bélicos contra os seres da criação é mais complexo, por uma razão simples: há pouco detalhamento sobre como a magia se desenvolve e se instala.
Ao me referir a esta prática, não contabilizo os trabalhos realizados por pais e mães de santo nos terreiros de candomblé ou umbanda. Pois, estes sacerdotes trabalham com elementais e forças da natureza, as quais não conseguem estragar, profundamente, o projeto existencial de alguém. Isso, no entanto, não desmerece o potencial das energias manipuladas por estas organizações. Todo cuidado é pouco!
Não tenho a intenção de apresentar respostas às perguntas clássicas sobre o que é e como funciona o lado negro da força, até porque não sou iniciado nestas práticas; mas sim, um estudioso dos assuntos sobre energia, espiritualidade, emoções, psicologia quântica e essência da alma.
Nos meus estudos e viagens astrais, percebi o enorme poder destruidor da goécia produzida com cristais. Eles potencializam bastante as forças do mago negro e chegam a materializar criaturas e objetos construídos por estas mentes viciadas em fazer o mal.
Outra forma perversa de aplicar a potência destruidora da bioenergia-astral é a utilização da hipnose contra a fraca psique humana, ou das entidades fluídicas. Exemplo: os malignos fabricam caixas que vibram numa freqüência específica, emitindo ondas magnéticas e impulsos elétricos invertidos, a fim de desorganizar, completamente, os centros nervosos das entidades-alvo do seu ódio: astral e orgânico.
Não é novidade! Muita gente já sabe como os zebus do mundo etéreo invertem o biomagnetismo estimulador das moléculas. É possível, portanto, expressar tal fato, analisando as notações científicas a estabelecerem que um número x, de base negativa, e expoente ímpar, apresente resultado negativo. Ex.: (-4)³ = (-4) x (-4) x (-4)= - 64. Ou quando a base é negativa, e o expoente é par, o valor final é positivo. Ex.: (-7)² = (-7) x (-7) = 49.
É necessário observar quando o número da base é uma fração e o seu expoente é negativo; pois, neste caso, a base deve ser invertida, mudando-se o sinal exponencial para positivo. Ex.: (2)-² = (½)² = (1/4). Minha gente, guardadas as devidas proporções, o ato mágico tenebroso gera sequências semelhantes a estas. Podemos, dessa forma, comparar estes dados ao seguinte conjunto: a base da potência representa a centelha divina do indivíduo; enquanto o expoente é a frequência átomo-eletro-magnética nuclear emitida.
A exponenciação serve para expressar valores muito grandes ou muito pequenos. Ex.: 6. 120. 000 = 6, 12 x 106. Ou ainda, 0, 00012 = 1, 2 x 10_4. Analogamente, a intenção dos dragões negros astrais é distorcer a lógica, as crenças e a vitalidade dos seus alvos para gerar, neles, grandes discrepâncias fluídicas ou mínimas possibilidades de manifestação em seu habitat, gerando descompensação de fluxos, dificilmente reversíveis. Um matemático habilidoso pode elaborar um cálculo exponenencial capaz de representar estas mobilizações aos extremos quantizados por consciências doentias.
Como resultado deste proceso, a vítma, dominada, torna-se presa indefesa do seu algoz, que inicia uma série de ações sórdidas, incluindo implantes, controle psicológico, emocional e energético contra ela. A partir daí, o tenebroso-chefe emite sugestões fortemente magnetizadas aos corpos mental e emocional do obsedado, fazendo com que a sua vontade se enfraqueça e caia no seu comando.
Vale dizer que o espectro eletro-magnético da energia-éter de cada organismo é único, agindo como impressão digital de cada centelha. Dessa forma, mesmo que os agentes do mal tentem ludibriar os seres das hierarquias ascencionadas, não conseguirão; pois, a sua modulação vibratória emite um código quântico específico (invertido), indicando a sua origem.
Posteriormente, falarei sobre um processo cruel utilizado, também, pelos magos negros, conhecido como imantação. A palavra é pequena, mas os seus efeitos maus são extensos. Através da imantação, realizam-se maldições, energização, orações, rituais, entre outros. Brevemente, irei detalhar este processo muito perverso de dominação mágica.
Autor: Gesiel Albuquerque
Imgem copiada de:http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=24978
Postado por Prof. MSc. Gesiel Albuquerque
Falar de magia negra - também chamada de goécia - parece ser algo trivial em qualquer página da internet ou em livros específicos. Entender, no entanto, o objetivo desta força maligna e os seus ataques bélicos contra os seres da criação é mais complexo, por uma razão simples: há pouco detalhamento sobre como a magia se desenvolve e se instala.
Ao me referir a esta prática, não contabilizo os trabalhos realizados por pais e mães de santo nos terreiros de candomblé ou umbanda. Pois, estes sacerdotes trabalham com elementais e forças da natureza, as quais não conseguem estragar, profundamente, o projeto existencial de alguém. Isso, no entanto, não desmerece o potencial das energias manipuladas por estas organizações. Todo cuidado é pouco!
Não tenho a intenção de apresentar respostas às perguntas clássicas sobre o que é e como funciona o lado negro da força, até porque não sou iniciado nestas práticas; mas sim, um estudioso dos assuntos sobre energia, espiritualidade, emoções, psicologia quântica e essência da alma.
Nos meus estudos e viagens astrais, percebi o enorme poder destruidor da goécia produzida com cristais. Eles potencializam bastante as forças do mago negro e chegam a materializar criaturas e objetos construídos por estas mentes viciadas em fazer o mal.
Outra forma perversa de aplicar a potência destruidora da bioenergia-astral é a utilização da hipnose contra a fraca psique humana, ou das entidades fluídicas. Exemplo: os malignos fabricam caixas que vibram numa freqüência específica, emitindo ondas magnéticas e impulsos elétricos invertidos, a fim de desorganizar, completamente, os centros nervosos das entidades-alvo do seu ódio: astral e orgânico.
Não é novidade! Muita gente já sabe como os zebus do mundo etéreo invertem o biomagnetismo estimulador das moléculas. É possível, portanto, expressar tal fato, analisando as notações científicas a estabelecerem que um número x, de base negativa, e expoente ímpar, apresente resultado negativo. Ex.: (-4)³ = (-4) x (-4) x (-4)= - 64. Ou quando a base é negativa, e o expoente é par, o valor final é positivo. Ex.: (-7)² = (-7) x (-7) = 49.
É necessário observar quando o número da base é uma fração e o seu expoente é negativo; pois, neste caso, a base deve ser invertida, mudando-se o sinal exponencial para positivo. Ex.: (2)-² = (½)² = (1/4). Minha gente, guardadas as devidas proporções, o ato mágico tenebroso gera sequências semelhantes a estas. Podemos, dessa forma, comparar estes dados ao seguinte conjunto: a base da potência representa a centelha divina do indivíduo; enquanto o expoente é a frequência átomo-eletro-magnética nuclear emitida.
A exponenciação serve para expressar valores muito grandes ou muito pequenos. Ex.: 6. 120. 000 = 6, 12 x 106. Ou ainda, 0, 00012 = 1, 2 x 10_4. Analogamente, a intenção dos dragões negros astrais é distorcer a lógica, as crenças e a vitalidade dos seus alvos para gerar, neles, grandes discrepâncias fluídicas ou mínimas possibilidades de manifestação em seu habitat, gerando descompensação de fluxos, dificilmente reversíveis. Um matemático habilidoso pode elaborar um cálculo exponenencial capaz de representar estas mobilizações aos extremos quantizados por consciências doentias.
Como resultado deste proceso, a vítma, dominada, torna-se presa indefesa do seu algoz, que inicia uma série de ações sórdidas, incluindo implantes, controle psicológico, emocional e energético contra ela. A partir daí, o tenebroso-chefe emite sugestões fortemente magnetizadas aos corpos mental e emocional do obsedado, fazendo com que a sua vontade se enfraqueça e caia no seu comando.
Vale dizer que o espectro eletro-magnético da energia-éter de cada organismo é único, agindo como impressão digital de cada centelha. Dessa forma, mesmo que os agentes do mal tentem ludibriar os seres das hierarquias ascencionadas, não conseguirão; pois, a sua modulação vibratória emite um código quântico específico (invertido), indicando a sua origem.
Posteriormente, falarei sobre um processo cruel utilizado, também, pelos magos negros, conhecido como imantação. A palavra é pequena, mas os seus efeitos maus são extensos. Através da imantação, realizam-se maldições, energização, orações, rituais, entre outros. Brevemente, irei detalhar este processo muito perverso de dominação mágica.
Autor: Gesiel Albuquerque
Imgem copiada de:http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=24978
Postado por Prof. MSc. Gesiel Albuquerque
sábado, 22 de janeiro de 2011
A VERDADEIRA FORTUNA
Publicado em 16/01/2011 por atabaque26
Era a segunda noite que a insônia indesejável me fazia companhia, e para passar as horas, ler um livro ou assistir a TV, são opções a considerar. Naquela quarta-feira chuvosa, minha escolha foi a telinha, e navegar pelos muitos canais disponíveis em busca de algo que valesse a pena ver. Em outro momento talvez eu seria mais tolerante, mas naquela noite de vigília imposta, eu estava muito irritado. Lá pelas tantas, percebi que o Sr. Zé Pilintra estava sentado no outro extremo do sofá, e como sempre calmo, de pernas cruzadas curtia uma cigarrilha pendurada no canto da boca.
– Saravá meu paizinho, disse eu com a voz rouca…
Depois dele sorrir e gesticular, eu prossegui:
– Veja que coisa absurda meu paizinho…
– Onze canais estão ocupados por religiosos! Mudei rapidamente de canal e apontei o dedo para a TV:
– Veja este cara paizinho! Está pedindo grana discaradamente!
– Será que ninguém vê isso acontecendo!!! Que absurdo! Como fica isso???
Ele levanta os olhos para o teto, faz vários círculos de fumaça e continuou:
O ouro é sem dúvida a maior provação a que se pode submeter o homem.
A convivência com o dinheiro causa imensa preocupação naqueles que estão voltando a terra, pois sabem eles o poder que tem o dinheiro de comprometer toda uma evolução.
Por mais preparados que estejam os irmãos encarnados, não resistem muitos, aos encantos do dinheiro, e percorrem toda existência na carne, escravos do ouro. Enfeitiçados, esquecem dos compromissos de outrora, e cegos pela ganância, sem pudor e sem receio de se expor, lançam mão de todo tipo de artimanhas para conseguir acumular fortuna. Não quero com este depoimento dizer que não devas progredir e adquirir posses, mas afirmo que deveria o dinheiro, ganho de forma honesta, ser apenas mais um instrumento para o exercício da caridade e para o seu crescimento como filho de Deus.
Chegará o dia em que estarás de frente ao juiz celestial. Nada além de suas vestes terás, e Ele terá nas mãos uma lista de todas as suas obras, a qual representará a verdadeira fortuna acumulada por você ao longo da vida. Para aqueles que tiveram uma existência ofuscada pelo brilho do ouro, a lista estará em branco e nada mais restará senão retornar e começar tudo de novo.
– Mas… paizinho… e aquelas pessoas que doam parte de seus ganhos, passam dificuldades, e muitas vezes são enganadas???
Ele se levanta, dá um tapinha nos meus ombros e diz:
– Maninho… a responsabilidade maior é de quem toma, e não de quem doa…
Em seguida Ele foi embora, e o sono finalmente se apresentou…
Axé meu Pai Zé Pilintra!
Por: Wilson de Omulu
Publicado em 16/01/2011 por atabaque26
Era a segunda noite que a insônia indesejável me fazia companhia, e para passar as horas, ler um livro ou assistir a TV, são opções a considerar. Naquela quarta-feira chuvosa, minha escolha foi a telinha, e navegar pelos muitos canais disponíveis em busca de algo que valesse a pena ver. Em outro momento talvez eu seria mais tolerante, mas naquela noite de vigília imposta, eu estava muito irritado. Lá pelas tantas, percebi que o Sr. Zé Pilintra estava sentado no outro extremo do sofá, e como sempre calmo, de pernas cruzadas curtia uma cigarrilha pendurada no canto da boca.
– Saravá meu paizinho, disse eu com a voz rouca…
Depois dele sorrir e gesticular, eu prossegui:
– Veja que coisa absurda meu paizinho…
– Onze canais estão ocupados por religiosos! Mudei rapidamente de canal e apontei o dedo para a TV:
– Veja este cara paizinho! Está pedindo grana discaradamente!
– Será que ninguém vê isso acontecendo!!! Que absurdo! Como fica isso???
Ele levanta os olhos para o teto, faz vários círculos de fumaça e continuou:
O ouro é sem dúvida a maior provação a que se pode submeter o homem.
A convivência com o dinheiro causa imensa preocupação naqueles que estão voltando a terra, pois sabem eles o poder que tem o dinheiro de comprometer toda uma evolução.
Por mais preparados que estejam os irmãos encarnados, não resistem muitos, aos encantos do dinheiro, e percorrem toda existência na carne, escravos do ouro. Enfeitiçados, esquecem dos compromissos de outrora, e cegos pela ganância, sem pudor e sem receio de se expor, lançam mão de todo tipo de artimanhas para conseguir acumular fortuna. Não quero com este depoimento dizer que não devas progredir e adquirir posses, mas afirmo que deveria o dinheiro, ganho de forma honesta, ser apenas mais um instrumento para o exercício da caridade e para o seu crescimento como filho de Deus.
Chegará o dia em que estarás de frente ao juiz celestial. Nada além de suas vestes terás, e Ele terá nas mãos uma lista de todas as suas obras, a qual representará a verdadeira fortuna acumulada por você ao longo da vida. Para aqueles que tiveram uma existência ofuscada pelo brilho do ouro, a lista estará em branco e nada mais restará senão retornar e começar tudo de novo.
– Mas… paizinho… e aquelas pessoas que doam parte de seus ganhos, passam dificuldades, e muitas vezes são enganadas???
Ele se levanta, dá um tapinha nos meus ombros e diz:
– Maninho… a responsabilidade maior é de quem toma, e não de quem doa…
Em seguida Ele foi embora, e o sono finalmente se apresentou…
Axé meu Pai Zé Pilintra!
Por: Wilson de Omulu
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
PRETO VELHO FALA COM KARDEC
Pouca gente sabe, mas numa das reuniões realizadas na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, Allan Kardec evocou um Espírito que, segundo as terminologias da cultura brasileira,poderia ser classificado como um “preto velho”. Esse encontro, narrado pelo próprio Kardec nas páginas da sua histórica “Revista Espírita” (Revue Spirite), de junho de 1859, aconteceu na reunião do dia 25 de março daquele mesmo ano. Pai César – este o nome do Espírito comunicante – havia desencarnado em 8 de fevereiro também de 1859 com 138 anos de idade – segundo davam conta as notícias da época –, fato este que certamente chamou a atenção do Codificador, que logo se interessou em obter, da Espiritualidade, mais informações sobre o falecido, que havia encerrado a sua existência física perto de Covington, nos Estados Unidos.
Pai César havia nascido na África e tinha sido levado para a Louisiana quando tinha apenas 15 anos.
Antes de iniciar a sessão em que se faria presente Pai César, Allan Kardec indagou ao Espírito São Luís, que coordenava o trabalho, se haveria algum impedimento em evocar aquele companheiro recém-chegado ao Plano Espiritual. Ao que respondeu São Luís que não, prontificando-se, inclusive, a prestar auxílio no intercâmbio. E assim se fez. A comunicação, contudo, mal iniciada, já conclamou os participantes do grupo a muitas reflexões. Na sua mensagem, Pai César desabafou, expondo a todos as mágoas guardadas em seu coração, fruto
dos sofrimentos por que passara na Terra em função do preconceito que naqueles dias graçava em ainda maior escala do que hoje. E tamanhas eram as feridas que trazia no peito que chegou a dizer a Kardec que não gostaria de voltar à Terra novamente como negro, estaria assim, no seu
entendimento, fugindo da maldade, fruto da ignorância humana. Quando indagado também sobre sua idade, se tinha vivido mesmo 138 anos, Pai César disse não ter certeza, fato compreensível, como esclarece o Codificador, visto que os negros não possuíam naqueles tempos registro civil de
nascimento, sobretudo os oriundos da África, pelo que só poderiam ter uma noção aproximada da sua idade real.
A comunicação de Pai César certamente ajudou Kardec, em muito, a reforçar as suas teses contra o preconceito, o mesmo preconceito que o levou a fazer, dois anos depois, nas páginas da mesma “Revista Espírita”, em outubro de 1861, a declaração a seguir, na qual deixou patente
o papel que o Espiritismo teria no processo evolutivo da Humanidade, ajudando a pôr fim na escuridão que ainda subjuga mentes e corações: “O Espiritismo, restituindo ao espírito o seu verdadeiro papel na criação, constatando a superioridade da inteligência sobre a matéria, apaga naturalmente todas as distinções estabelecidas entre os homens segundo as vantagens corpóreas
e mundanas, sobre as quais só o orgulho fundou as castas e os estúpidos preconceitos de cor.”
fonte: SERVIÇO ESPÍRITA DE INFORMAÇÕES ed. nº 2090 (19/04/2008)
ESTA É MAS UMA OBSERVAÇÃO A SER FEITA A MUITOS QUE SEGUE O KARDECISMO.
Pouca gente sabe, mas numa das reuniões realizadas na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, Allan Kardec evocou um Espírito que, segundo as terminologias da cultura brasileira,poderia ser classificado como um “preto velho”. Esse encontro, narrado pelo próprio Kardec nas páginas da sua histórica “Revista Espírita” (Revue Spirite), de junho de 1859, aconteceu na reunião do dia 25 de março daquele mesmo ano. Pai César – este o nome do Espírito comunicante – havia desencarnado em 8 de fevereiro também de 1859 com 138 anos de idade – segundo davam conta as notícias da época –, fato este que certamente chamou a atenção do Codificador, que logo se interessou em obter, da Espiritualidade, mais informações sobre o falecido, que havia encerrado a sua existência física perto de Covington, nos Estados Unidos.
Pai César havia nascido na África e tinha sido levado para a Louisiana quando tinha apenas 15 anos.
Antes de iniciar a sessão em que se faria presente Pai César, Allan Kardec indagou ao Espírito São Luís, que coordenava o trabalho, se haveria algum impedimento em evocar aquele companheiro recém-chegado ao Plano Espiritual. Ao que respondeu São Luís que não, prontificando-se, inclusive, a prestar auxílio no intercâmbio. E assim se fez. A comunicação, contudo, mal iniciada, já conclamou os participantes do grupo a muitas reflexões. Na sua mensagem, Pai César desabafou, expondo a todos as mágoas guardadas em seu coração, fruto
dos sofrimentos por que passara na Terra em função do preconceito que naqueles dias graçava em ainda maior escala do que hoje. E tamanhas eram as feridas que trazia no peito que chegou a dizer a Kardec que não gostaria de voltar à Terra novamente como negro, estaria assim, no seu
entendimento, fugindo da maldade, fruto da ignorância humana. Quando indagado também sobre sua idade, se tinha vivido mesmo 138 anos, Pai César disse não ter certeza, fato compreensível, como esclarece o Codificador, visto que os negros não possuíam naqueles tempos registro civil de
nascimento, sobretudo os oriundos da África, pelo que só poderiam ter uma noção aproximada da sua idade real.
A comunicação de Pai César certamente ajudou Kardec, em muito, a reforçar as suas teses contra o preconceito, o mesmo preconceito que o levou a fazer, dois anos depois, nas páginas da mesma “Revista Espírita”, em outubro de 1861, a declaração a seguir, na qual deixou patente
o papel que o Espiritismo teria no processo evolutivo da Humanidade, ajudando a pôr fim na escuridão que ainda subjuga mentes e corações: “O Espiritismo, restituindo ao espírito o seu verdadeiro papel na criação, constatando a superioridade da inteligência sobre a matéria, apaga naturalmente todas as distinções estabelecidas entre os homens segundo as vantagens corpóreas
e mundanas, sobre as quais só o orgulho fundou as castas e os estúpidos preconceitos de cor.”
fonte: SERVIÇO ESPÍRITA DE INFORMAÇÕES ed. nº 2090 (19/04/2008)
ESTA É MAS UMA OBSERVAÇÃO A SER FEITA A MUITOS QUE SEGUE O KARDECISMO.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Mecânica Quântica
Estudo sobre premonição causa polêmica nos EUA
Matéria publicada no jornal Folha de São Paulo (on line) 13/01/2011
Link: http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2011/01/13/estudo-sobre-premonicao-causa-polemica-nos-eua.jhtm
HÉLIO SCHWARTSMAN
ARTICULISTA DA FOLHA
A figura é insuspeita: Daryl J. Bem é professor emérito de psicologia social da prestigiosa Universidade Cornell, em Nova York. Também já lecionou em Harvard e Stanford, entre outras instituições de elite dos EUA.
Ele, entretanto, escreveu um artigo no qual afirma ter demonstrado a existência da percepção extrassensorial (PES), isto é, da capacidade de pressentir o futuro.
Bem relata nove experimentos nos quais colocou um total de 1.100 universitários para adivinhar o futuro.
Eles tinham de realizar tarefas como predizer se uma fotografia vai aparecer do lado esquerdo ou direito da tela do computador ou descobrir onde está a imagem erótica.
Em oito dessas nove situações, sustenta o psicólogo, os alunos se saíram um pouco melhor que o autorizado pelo acaso.
Para completar, o "paper" foi aceito para publicação pelo "Journal of Personality and Social Psychology", um dos mais influentes periódicos dos EUA nessa área.
Como não poderia deixar de ser, a notícia está causando polêmica. O "The New York Times" dedicou uma página especial com nove artigos de opinião sobre a suposta descoberta. As blogosferas cética e parapsicológica também estão agitadas.
Entre os cientistas mais ortodoxos, as opiniões também se dividem entre dois extremos: os que acham graça e os que estão furibundos.
Para os representantes da primeira categoria, é importante preservar a liberdade de acadêmicos seniores de investigar o que quiserem.
Além disso, não há mal na publicação de uma pesquisa assim, pois seus resultados não serão replicados por nenhum laboratório, e ela cairá no esquecimento, a exemplo de várias outras tentativas de dar credibilidade à parapsicologia. Por enquanto, três tentativas de reproduzir os experimentos fracassaram. Há outras em curso.
Cada vez mais presentes no mundo da ciência, os estatísticos têm sua própria linha de crítica. Um grupo liderado por Eric-Jan Wagenmakers, da Universidade de Amsterdã, foi convidado para escrever uma revisão na mesma edição da revista em que sairá o polêmico artigo.
Para os holandeses, o professor emérito errou ao tratar dados colhidos de forma exploratória com um instrumental estatístico concebido para confirmar hipóteses.
Ao fazê-lo, ele inadvertidamente superestimou as evidências contrárias à hipótese de que o fenômeno não existe.
Outros, porém, fazem críticas mais severas a Bem e, em especial, ao periódico que decidiu publicar seu artigo.
Para eles, a existência de PES é uma teoria extraordinária e, como tal, só poderia ser publicada num "journal" se fosse sustentada por evidências extraordinárias --o que não seria o caso mesmo se as conclusões de Bem fossem aceitas pacificamente.
Douglas Hofstadter, professor de ciência cognitiva da Universidade de Indiana, coloca o problema de forma veemente na página de debates do "New York Times".
"Se algo disso [a PES] fosse verdade, então todas as bases da ciência contemporânea ruiriam, e nós teríamos de repensar a natureza do universo. Por essa razão, publicar um artigo como esse é um ato muito grave."
Pelo menos no que diz respeito à natureza do universo, Hofstadter tem razão. Se a PES é uma realidade, então o futuro afeta o presente (retrocausalidade), o que torna urgente modificar todos os livros de física, segundo os quais o tempo é linear.
O professor Bem, é claro, discorda e, a exemplo de homeopatas e novos gurus, recorre à mecânica quântica para explicar seus achados
Postado por Prof. MSc. Gesiel Albuquerque
Estudo sobre premonição causa polêmica nos EUA
Matéria publicada no jornal Folha de São Paulo (on line) 13/01/2011
Link: http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2011/01/13/estudo-sobre-premonicao-causa-polemica-nos-eua.jhtm
HÉLIO SCHWARTSMAN
ARTICULISTA DA FOLHA
A figura é insuspeita: Daryl J. Bem é professor emérito de psicologia social da prestigiosa Universidade Cornell, em Nova York. Também já lecionou em Harvard e Stanford, entre outras instituições de elite dos EUA.
Ele, entretanto, escreveu um artigo no qual afirma ter demonstrado a existência da percepção extrassensorial (PES), isto é, da capacidade de pressentir o futuro.
Bem relata nove experimentos nos quais colocou um total de 1.100 universitários para adivinhar o futuro.
Eles tinham de realizar tarefas como predizer se uma fotografia vai aparecer do lado esquerdo ou direito da tela do computador ou descobrir onde está a imagem erótica.
Em oito dessas nove situações, sustenta o psicólogo, os alunos se saíram um pouco melhor que o autorizado pelo acaso.
Para completar, o "paper" foi aceito para publicação pelo "Journal of Personality and Social Psychology", um dos mais influentes periódicos dos EUA nessa área.
Como não poderia deixar de ser, a notícia está causando polêmica. O "The New York Times" dedicou uma página especial com nove artigos de opinião sobre a suposta descoberta. As blogosferas cética e parapsicológica também estão agitadas.
Entre os cientistas mais ortodoxos, as opiniões também se dividem entre dois extremos: os que acham graça e os que estão furibundos.
Para os representantes da primeira categoria, é importante preservar a liberdade de acadêmicos seniores de investigar o que quiserem.
Além disso, não há mal na publicação de uma pesquisa assim, pois seus resultados não serão replicados por nenhum laboratório, e ela cairá no esquecimento, a exemplo de várias outras tentativas de dar credibilidade à parapsicologia. Por enquanto, três tentativas de reproduzir os experimentos fracassaram. Há outras em curso.
Cada vez mais presentes no mundo da ciência, os estatísticos têm sua própria linha de crítica. Um grupo liderado por Eric-Jan Wagenmakers, da Universidade de Amsterdã, foi convidado para escrever uma revisão na mesma edição da revista em que sairá o polêmico artigo.
Para os holandeses, o professor emérito errou ao tratar dados colhidos de forma exploratória com um instrumental estatístico concebido para confirmar hipóteses.
Ao fazê-lo, ele inadvertidamente superestimou as evidências contrárias à hipótese de que o fenômeno não existe.
Outros, porém, fazem críticas mais severas a Bem e, em especial, ao periódico que decidiu publicar seu artigo.
Para eles, a existência de PES é uma teoria extraordinária e, como tal, só poderia ser publicada num "journal" se fosse sustentada por evidências extraordinárias --o que não seria o caso mesmo se as conclusões de Bem fossem aceitas pacificamente.
Douglas Hofstadter, professor de ciência cognitiva da Universidade de Indiana, coloca o problema de forma veemente na página de debates do "New York Times".
"Se algo disso [a PES] fosse verdade, então todas as bases da ciência contemporânea ruiriam, e nós teríamos de repensar a natureza do universo. Por essa razão, publicar um artigo como esse é um ato muito grave."
Pelo menos no que diz respeito à natureza do universo, Hofstadter tem razão. Se a PES é uma realidade, então o futuro afeta o presente (retrocausalidade), o que torna urgente modificar todos os livros de física, segundo os quais o tempo é linear.
O professor Bem, é claro, discorda e, a exemplo de homeopatas e novos gurus, recorre à mecânica quântica para explicar seus achados
Postado por Prof. MSc. Gesiel Albuquerque
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
. A Força Mental modifica o ambiente .
De Mauro Dias – em setembro de 2010
maurodias19@yahoo.com.br
Toda informação que recebemos ou percebemos a respeito da natureza do Universo altera nosso estado de consciência. Quando o cientista Albert Einstein apresentou sua fórmula E= mc² ele queria mostrar que a matéria sólida é apenas um estado de energia condensada. Normalmente estamos lidando com a matéria sólida durante toda nossa vida terrena e esta vivência cria um pacote de informações que modifica constantemente nossa consciência. Na verdade a consciência é um conjunto de crenças que regula nossa vida em relação ao meio de nossa existência.
Vivemos num mundo de terceira dimensão onde tudo é denso porque a matéria no seu íntimo atômico está vibrando numa freqüência baixa. Normalmente, os cientistas terrenos não admitem a existência de outras dimensões e por isto estão submetidos a crenças que limitam suas consciências. A ciência terrestre impõe um sistema de validação de teorias, conceitos e postulados que não permite o cientista expandir nas pesquisas de certos assuntos, pois eles ficam inibidos por preconceitos já estabelecidos.
Todos os pesquisadores do Projeto Portal já vivenciaram experimentos que demonstram que a força mental modifica a matéria. Isto acontece com os pesquisadores do Projeto Portal porque não precisam impor as verdades às pessoas e também porque não preocupam com as disputas de carreiras científicas próprias dos egos dos cientistas acadêmicos.
Para alterar a matéria com a força mental, precisamos de muita energia e principalmente direcionamento desta energia. Uma pessoa ao penetrar num ambiente, já está modificando todo o cenário em sua volta. Isto acontece de maneira quase imperceptível. Mas quando há um direcionamento e principalmente somando energia de várias pessoas, podemos alterar a matéria com nossa força mental.
Várias experiências foram feitas no Projeto Portal que demonstram que a força mental pode realizar fenômenos na matéria tais como: deslocamento, materialização e deformação de objetos, além de interferência em ondas eletromagnéticas.
Neste particular, quero dar ênfase ao fenômeno explosão/fragmentação de pratos e xícaras realizadas pelo nosso líder Urandir Fernandes de Oliveira. Já foi demonstrado por meio da mídia através de vídeos este fenômeno que não tem explicação pela ciência oficial.
Toda natureza de terceira dimensão é composta por seres humanos, minerais, animais e plantas formando um conjunto de matéria vibrando em freqüências variadas, mas dentro de uma faixa que denominamos terceira dimensão. Cada objeto tem uma determinada freqüência própria de sua composição material e de seu formato.
A força mental do Urandir é extraordinária porque tem uma grande potência e direcionamento capaz de produzir vários fenômenos que contrariam as leis da nossa ciência oficial. Os cientistas não conseguem explicar esses fenômenos porque estão presos a um paradigma sustentado pela própria ciência que vem dificultando a expansão da ciência como um todo universal.
Quando o Urandir quer explodir um prato ele precisa de um a dois minutos para realizar o fenômeno. Ele coloca sua energia taquiônica em ação para o prato que foi o alvo escolhido. O prato está vibrando numa freqüência estável, mas numa amplitude baixa. O direcionamento é a capacidade de criar um alvo para atuação da energia taquiônica gerada pela mente humana. O Urandir procura sintonizar sua freqüência ao prato, mas com grande potência na amplitude.
De acordo com a física, quando duas freqüências são igualas suas amplitudes são somadas. Acontece que o direcionamento da energia é também oscilante – isto significa que a freqüência imposta pelo Urandir passa algumas vezes pela freqüência do prato produzindo choques muito fortes devido às oscilações da amplitude.
A seqüência desses choques é que produz a explosão do prato que estilhaça em centenas de pedaços a partir de seu centro geométrico. Em última análise, essa oscilação da freqüência inicial cria e transporta outra freqüência mais baixa de grande amplitude que o prato não consegue resistir. Esse é um fenômeno de freqüência modulada utilizada por milhares de estações de rádio tão comuns nos dias de hoje.
Ao acreditar nesses fatos estamos adicionando novas informações ao nosso sistema de crenças, alterando nossa consciência universal. Assim poderemos dar prosseguimento às nossas pesquisas que possibilitarão melhor entendimento da natureza de outras dimensões, facilitando nossa interação com o Universo.
A conclusão que podemos tirar é que nossas mentes estão interagindo constantemente com a matéria ao nosso redor. Os objetos que usamos terão desempenhos diferenciados conforme a mente de seu manipulador. Estamos dentro de um processo de grande síntese. Esses efeitos são pouco percebidos porque cada pessoa tem uma ação individualizada desconhecendo o efeito de conjunto de todas as mentes humanas atuando no destino da Terra. Toda ação em grupo terá melhores resultados porque soma a energia de todos para um único objetivo, podendo alterar o cenário terrestre para melhor.
http://www.pegasus.portal.nom.br/
De Mauro Dias – em setembro de 2010
maurodias19@yahoo.com.br
Toda informação que recebemos ou percebemos a respeito da natureza do Universo altera nosso estado de consciência. Quando o cientista Albert Einstein apresentou sua fórmula E= mc² ele queria mostrar que a matéria sólida é apenas um estado de energia condensada. Normalmente estamos lidando com a matéria sólida durante toda nossa vida terrena e esta vivência cria um pacote de informações que modifica constantemente nossa consciência. Na verdade a consciência é um conjunto de crenças que regula nossa vida em relação ao meio de nossa existência.
Vivemos num mundo de terceira dimensão onde tudo é denso porque a matéria no seu íntimo atômico está vibrando numa freqüência baixa. Normalmente, os cientistas terrenos não admitem a existência de outras dimensões e por isto estão submetidos a crenças que limitam suas consciências. A ciência terrestre impõe um sistema de validação de teorias, conceitos e postulados que não permite o cientista expandir nas pesquisas de certos assuntos, pois eles ficam inibidos por preconceitos já estabelecidos.
Todos os pesquisadores do Projeto Portal já vivenciaram experimentos que demonstram que a força mental modifica a matéria. Isto acontece com os pesquisadores do Projeto Portal porque não precisam impor as verdades às pessoas e também porque não preocupam com as disputas de carreiras científicas próprias dos egos dos cientistas acadêmicos.
Para alterar a matéria com a força mental, precisamos de muita energia e principalmente direcionamento desta energia. Uma pessoa ao penetrar num ambiente, já está modificando todo o cenário em sua volta. Isto acontece de maneira quase imperceptível. Mas quando há um direcionamento e principalmente somando energia de várias pessoas, podemos alterar a matéria com nossa força mental.
Várias experiências foram feitas no Projeto Portal que demonstram que a força mental pode realizar fenômenos na matéria tais como: deslocamento, materialização e deformação de objetos, além de interferência em ondas eletromagnéticas.
Neste particular, quero dar ênfase ao fenômeno explosão/fragmentação de pratos e xícaras realizadas pelo nosso líder Urandir Fernandes de Oliveira. Já foi demonstrado por meio da mídia através de vídeos este fenômeno que não tem explicação pela ciência oficial.
Toda natureza de terceira dimensão é composta por seres humanos, minerais, animais e plantas formando um conjunto de matéria vibrando em freqüências variadas, mas dentro de uma faixa que denominamos terceira dimensão. Cada objeto tem uma determinada freqüência própria de sua composição material e de seu formato.
A força mental do Urandir é extraordinária porque tem uma grande potência e direcionamento capaz de produzir vários fenômenos que contrariam as leis da nossa ciência oficial. Os cientistas não conseguem explicar esses fenômenos porque estão presos a um paradigma sustentado pela própria ciência que vem dificultando a expansão da ciência como um todo universal.
Quando o Urandir quer explodir um prato ele precisa de um a dois minutos para realizar o fenômeno. Ele coloca sua energia taquiônica em ação para o prato que foi o alvo escolhido. O prato está vibrando numa freqüência estável, mas numa amplitude baixa. O direcionamento é a capacidade de criar um alvo para atuação da energia taquiônica gerada pela mente humana. O Urandir procura sintonizar sua freqüência ao prato, mas com grande potência na amplitude.
De acordo com a física, quando duas freqüências são igualas suas amplitudes são somadas. Acontece que o direcionamento da energia é também oscilante – isto significa que a freqüência imposta pelo Urandir passa algumas vezes pela freqüência do prato produzindo choques muito fortes devido às oscilações da amplitude.
A seqüência desses choques é que produz a explosão do prato que estilhaça em centenas de pedaços a partir de seu centro geométrico. Em última análise, essa oscilação da freqüência inicial cria e transporta outra freqüência mais baixa de grande amplitude que o prato não consegue resistir. Esse é um fenômeno de freqüência modulada utilizada por milhares de estações de rádio tão comuns nos dias de hoje.
Ao acreditar nesses fatos estamos adicionando novas informações ao nosso sistema de crenças, alterando nossa consciência universal. Assim poderemos dar prosseguimento às nossas pesquisas que possibilitarão melhor entendimento da natureza de outras dimensões, facilitando nossa interação com o Universo.
A conclusão que podemos tirar é que nossas mentes estão interagindo constantemente com a matéria ao nosso redor. Os objetos que usamos terão desempenhos diferenciados conforme a mente de seu manipulador. Estamos dentro de um processo de grande síntese. Esses efeitos são pouco percebidos porque cada pessoa tem uma ação individualizada desconhecendo o efeito de conjunto de todas as mentes humanas atuando no destino da Terra. Toda ação em grupo terá melhores resultados porque soma a energia de todos para um único objetivo, podendo alterar o cenário terrestre para melhor.
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terça-feira, 11 de janeiro de 2011
CINTURÃO DE FÓTONS E A INTERAÇÃO COM A MATÉRIA
Postado por CLAUDIO VELASCO
De Sergio campos – em dezembro de 2010
sergio.ossiliere@gmail.com
Este texto foi escrito tomando por base o conhecimento prévio do leitor sobre o que é o Cinturão de Fótons e tem como objetivo focar na interação fóton X matéria. Entretanto, se pudesse resumir em uma frase diria: o cinturão consiste de fótons altamente energéticos cuja origem é o centro de nossa galáxia.
O fóton
O fóton, responsável pelo fenômeno eletromagnético, compreende um espectro grande de freqüências que incluem ondas de radio, microondas, infravermelho, luzes visíveis (cores do arco iris que vemos), ultra violeta (UVA, UVB, UVC), raio-X, raio-gama, raios cósmicos.
Exatamente quais as freqüências que compõem o cinturão de fótons, elas são difíceis de dizer, pois desconheço documentação científica ou documentação vinculada na media sobre ele.
Entretanto, existe documentação científica recente sobre a existência de fótons altamente energéticos vindo do centro da galáxia, apenas não fazem qualquer referência sobre o cinturão de fótons.
Dado o conhecimento científico sobre os raios vindo do espaço podemos ter certeza que no cinturão há a presença de fótons de altas freqüências (ou altamente energéticos) acima do campo visível, e provavelmente deve ser rico em freqüências como Raio-X, gama e cósmicos (que são altas freqüências, agressivas e perigosas).
O fóton tem propriedades de partícula e de onda. Como partícula ele transfere energia quando interagindo com matéria. É a idéia da bola de sinuca depois da tacada, ela tem uma energia de movimento (energia cinética) e que, ao se chocar como outra bola, transfere toda ou parte dessa energia, colocando a outra bola em movimento. Como onda ele possui as propriedades das ondas. Ex de propriedade: reflexão. Reflexão é como uma ondinha de água numa banheira, ela se propaga, bate na parede da banheira e volta (reflete).
Sem entrar na propriedade de cada raio, vamos apenas observar o fóton como partícula. Vocês lembram de ver um desenho ou representação de um átomo? Uma bolinha parada no meio com outra bolinha menor circulando em volta dessa bolinha central? (Fig1)
Com o desenho do átomo em mente imaginem agora o fóton vindo da sua fonte (ex de fonte: equipamento de raio-X, radioterapia, do cosmos...) entra no nosso corpo e em um dado momento, ele pode se chocar com um desses elétrons. Dependendo da energia dele ele pode arrancar o elétron da orbita que ele estava em volta do núcleo (Fig2).
Da mesma forma q a bola de sinuca arranca a outra bola da posição parada que ela estava. O nome do fenômeno onde isso ocorre é chamado de Efeito Comptom. Na figura 2 , podemos ver que a freqüência antes do choque (incident quantum) com o elétron é maior do que a freqüência depois do choque (scattered quantum), ou seja, o fóton perdeu energia pois transferiu parte dessa energia ao elétron e conseqüentemente teve um aumento no comprimento de onda (a oscilação ficou mais lenta; ondulações mais espaçadas depois do choque), virou um fóton de mais baixa freqüência ou vibração.
Formação de íons
Quando um elétron se desprende ficamos com um núcleo positivo procurando uma carga negativa para se equilibrar, e com um elétron (negativo) que vai também procurar uma carga positiva para se equilibrar.
Agora imaginem esse mesmo átomo em um contexto maior: ele faz parte, por exemplo, de uma proteína, a P53, conhecida como reguladora celular e supressora de câncer.
A P53 é composta por inúmeros átomos, e vamos imaginar que um dos elétrons desses átomos foi atingido por um fóton altamente energético como um raio cósmico e que arremessou esse elétron para longe. Agora temos uma proteína que vai querer se equilibrar podendo se juntar com outra proteína por exemplo. É como se "colássemos" com super-bond uma chave na ponta de outra chave. Essas duas chaves coladas não vão mais entrar na fechadura da porta e fazer o trabalho, ou seja abrir a porta. Da mesma forma, uma proteína colada em outra proteína não vai mais conseguir regular a célula e conseqüentemente suprimir o câncer.
Freqüências existentes dentro de nós.
Da mesma forma que a terra está em órbita em relação ao Sol o elétron está girando em torno do núcleo. A terra gira em torno de seu próprio eixo e o elétron também gira em torno de seu próprio eixo. Cada volta em torno do núcleo é um ciclo, cada giro completo em torno de si é um ciclo. Então se temos ciclos por segundo em cada partícula (elétrons, prótons, nêutrons,...) acontecendo dentro de nós, estamos falando de uma freqüência, ou seja, de uma vibração. Tudo isso quer dizer que somos compostos inteiramente de elementos em vibração.
Energia vibracional e a proteção sobre o cinturão de fótons.
Se estamos trabalhando o aumento da energia vibracional, ou seja, estamos aumentando a vibração de nossas partículas, não seria esse o motivo de estarmos mais protegidos contra o cinturão de fótons?
Explico:
Imaginem dois casos: Uma bola de sinuca em movimento - quanto mais forte for a inércia da bola mais difícil é de retirá-la ou desviá-la deste movimento. Chamamos a força da inércia de "momento de Inércia", que é dada pela equação I = m.v (Inércia é igual a massa vezes velocidade).
Ou seja, não só um corpo pesado e com grande massa tem grande inércia, mas também quanto mais velocidade mais inércia. E quanto mais inércia mais difícil de ser retirada da orbita. Então se aumentarmos a velocidade do movimento dessas partículas estamos aumentando a freqüência delas e conseqüentemente a inércia também.
O que quero dizer é que se conseguirmos comprovar que o aumento de energia vibracional está ligado ao aumento das freqüências citadas acima, poderemos provar que ao aumentarmos nossas energias vibracionais estaremos mais protegidos contra doenças como câncer quando causadas por radiação por fótons.
Para finalizar, quero salientar que sou engenheiro e a mecânica quântica me fascina, mas não é minha especialidade. Agradeço correções, complementos e questões para contribuir com essa minha exposição.
http://www.pegasus.portal.nom.br/
Postado por CLAUDIO VELASCO
De Sergio campos – em dezembro de 2010
sergio.ossiliere@gmail.com
Este texto foi escrito tomando por base o conhecimento prévio do leitor sobre o que é o Cinturão de Fótons e tem como objetivo focar na interação fóton X matéria. Entretanto, se pudesse resumir em uma frase diria: o cinturão consiste de fótons altamente energéticos cuja origem é o centro de nossa galáxia.
O fóton
O fóton, responsável pelo fenômeno eletromagnético, compreende um espectro grande de freqüências que incluem ondas de radio, microondas, infravermelho, luzes visíveis (cores do arco iris que vemos), ultra violeta (UVA, UVB, UVC), raio-X, raio-gama, raios cósmicos.
Exatamente quais as freqüências que compõem o cinturão de fótons, elas são difíceis de dizer, pois desconheço documentação científica ou documentação vinculada na media sobre ele.
Entretanto, existe documentação científica recente sobre a existência de fótons altamente energéticos vindo do centro da galáxia, apenas não fazem qualquer referência sobre o cinturão de fótons.
Dado o conhecimento científico sobre os raios vindo do espaço podemos ter certeza que no cinturão há a presença de fótons de altas freqüências (ou altamente energéticos) acima do campo visível, e provavelmente deve ser rico em freqüências como Raio-X, gama e cósmicos (que são altas freqüências, agressivas e perigosas).
O fóton tem propriedades de partícula e de onda. Como partícula ele transfere energia quando interagindo com matéria. É a idéia da bola de sinuca depois da tacada, ela tem uma energia de movimento (energia cinética) e que, ao se chocar como outra bola, transfere toda ou parte dessa energia, colocando a outra bola em movimento. Como onda ele possui as propriedades das ondas. Ex de propriedade: reflexão. Reflexão é como uma ondinha de água numa banheira, ela se propaga, bate na parede da banheira e volta (reflete).
Sem entrar na propriedade de cada raio, vamos apenas observar o fóton como partícula. Vocês lembram de ver um desenho ou representação de um átomo? Uma bolinha parada no meio com outra bolinha menor circulando em volta dessa bolinha central? (Fig1)
Com o desenho do átomo em mente imaginem agora o fóton vindo da sua fonte (ex de fonte: equipamento de raio-X, radioterapia, do cosmos...) entra no nosso corpo e em um dado momento, ele pode se chocar com um desses elétrons. Dependendo da energia dele ele pode arrancar o elétron da orbita que ele estava em volta do núcleo (Fig2).
Da mesma forma q a bola de sinuca arranca a outra bola da posição parada que ela estava. O nome do fenômeno onde isso ocorre é chamado de Efeito Comptom. Na figura 2 , podemos ver que a freqüência antes do choque (incident quantum) com o elétron é maior do que a freqüência depois do choque (scattered quantum), ou seja, o fóton perdeu energia pois transferiu parte dessa energia ao elétron e conseqüentemente teve um aumento no comprimento de onda (a oscilação ficou mais lenta; ondulações mais espaçadas depois do choque), virou um fóton de mais baixa freqüência ou vibração.
Formação de íons
Quando um elétron se desprende ficamos com um núcleo positivo procurando uma carga negativa para se equilibrar, e com um elétron (negativo) que vai também procurar uma carga positiva para se equilibrar.
Agora imaginem esse mesmo átomo em um contexto maior: ele faz parte, por exemplo, de uma proteína, a P53, conhecida como reguladora celular e supressora de câncer.
A P53 é composta por inúmeros átomos, e vamos imaginar que um dos elétrons desses átomos foi atingido por um fóton altamente energético como um raio cósmico e que arremessou esse elétron para longe. Agora temos uma proteína que vai querer se equilibrar podendo se juntar com outra proteína por exemplo. É como se "colássemos" com super-bond uma chave na ponta de outra chave. Essas duas chaves coladas não vão mais entrar na fechadura da porta e fazer o trabalho, ou seja abrir a porta. Da mesma forma, uma proteína colada em outra proteína não vai mais conseguir regular a célula e conseqüentemente suprimir o câncer.
Freqüências existentes dentro de nós.
Da mesma forma que a terra está em órbita em relação ao Sol o elétron está girando em torno do núcleo. A terra gira em torno de seu próprio eixo e o elétron também gira em torno de seu próprio eixo. Cada volta em torno do núcleo é um ciclo, cada giro completo em torno de si é um ciclo. Então se temos ciclos por segundo em cada partícula (elétrons, prótons, nêutrons,...) acontecendo dentro de nós, estamos falando de uma freqüência, ou seja, de uma vibração. Tudo isso quer dizer que somos compostos inteiramente de elementos em vibração.
Energia vibracional e a proteção sobre o cinturão de fótons.
Se estamos trabalhando o aumento da energia vibracional, ou seja, estamos aumentando a vibração de nossas partículas, não seria esse o motivo de estarmos mais protegidos contra o cinturão de fótons?
Explico:
Imaginem dois casos: Uma bola de sinuca em movimento - quanto mais forte for a inércia da bola mais difícil é de retirá-la ou desviá-la deste movimento. Chamamos a força da inércia de "momento de Inércia", que é dada pela equação I = m.v (Inércia é igual a massa vezes velocidade).
Ou seja, não só um corpo pesado e com grande massa tem grande inércia, mas também quanto mais velocidade mais inércia. E quanto mais inércia mais difícil de ser retirada da orbita. Então se aumentarmos a velocidade do movimento dessas partículas estamos aumentando a freqüência delas e conseqüentemente a inércia também.
O que quero dizer é que se conseguirmos comprovar que o aumento de energia vibracional está ligado ao aumento das freqüências citadas acima, poderemos provar que ao aumentarmos nossas energias vibracionais estaremos mais protegidos contra doenças como câncer quando causadas por radiação por fótons.
Para finalizar, quero salientar que sou engenheiro e a mecânica quântica me fascina, mas não é minha especialidade. Agradeço correções, complementos e questões para contribuir com essa minha exposição.
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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
O QUE É UM "JAPA MALA?"
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"Japa" é uma palavra em sânscrito que vem da raiz verbal "jap", que significa "murmurar, sussurrar".
"Japa" é a prática feita pelos yogis na repetição em tom de murmúrio de mantras, de passagens das escrituras, ou do nome de uma divindade.
A repetição destes mantras, o "Japa", é uma "corrente", um "cordão de energia".
Mala é uma palavra de vários significados em sânscrito, porém neste caso, ela quer dizer, apenas, "cordão de contas".
Temos então duas correntes, uma espiritual, "Japa" e outra material, "Mala". Assim, as energias espirituais invocadas "Japa", energizam o "Mala".
Geralmente, o "mala", utilizado para o "japa", "murmurar", contém 108 contas.
Um Mala pode conter contas que também formam divisões de 108, de modo que o mesmo cálculo possa ser mantido.
Chegar ao "Meru", a conta central no mala, mostra que você fez o seu "japa" por 108 vezes. Completar o circuito de 108 mantras é um passo a mais no caminho da elevação espiritual. Cada Volta realizada no "Mala", é um degrau na escada para a união com o éter divino.
Um "mala" estimula seu usuário a fazer os "japas" diariamente.
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POR QUE USAR UM MALA ?
O Mala é utilizado para contar mantras em grupos de 108 repetições.
A palavra mantra vem do sânscrito, "man" que significa "mente" ou "pensamento" e "tra" significa "proteger" "socorrer". Assim, mantra quer dizer : proteger nossas mentes de maus pensamentos.
Os mantras são um meio de comunicação espiritual das religiões hindu e budista. Um mantra sagrado é normalmente entoado em sânscrito. Quem entoa mantras busca a intercessão espiritual. Uma forma de orar repetidamente, a fim de magnetizar as energias de uma determinada divindade.
O mantra essencial é a sílaba sagrada OM, que significa Ômega. Ômega é a energia feminina da Mãe Divina. Quando entoamos o OM, estamos manifestando a vontade de trazer para a matéria, a energia da palavra ou frase seguinte. Por exemplo: OM VISHNU OM, Significa que estamos dizendo que queremos a intercessão de Vishnu em nossas vidas. Vishnu é responsável pela instrução e compreensão dos mistérios da vida, dizer seu nome somado a um OM, traz sabedoria para quem o faz. OM SHIVA OM, traz o poder purificador e protetor de Shiva para quem o entoar.
Praticamente todas as religiões entoam alguma forma de oração para a comunhão espiritual com seres mais elevados.
Mantra é formado por palavras em sânscrito com poderes para elevar a consciência, promover a cura, solucionar problemas, conseguir proteção e direção espiritual, manifestar desejos e muito mais.
Entoar mantras é uma forma de meditação. Uma pessoa entoa mantras repetidas vezes, em murmúrio ou em alto tom. A mente focaliza-se no conteúdo do mantra e os pensamentos tornam-se positivos e poderosos, a respiração deve ser lenta e profunda.
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USANDO UM MALA
Segurando o seu cordão de contas, o "Japa Mala", na mão direita, deixe que ele escorregar sobre o dedo do meio (o dedo do céu, o dedo mais longo). O dedo indicador não deve tocar as contas, ficando estendido durante todo o período da entoação dos mantras, o "japa".
Comece sempre pela conta seguinte à grande conta, o "meru", que significa "montanha", e não deve ser contado, nem tocado pelo dedo do polegar, o Meru é apenas o ponto inicial e final da contagem das contas.
Puxe as contas de seu Mala sempre em sua direção, uma a uma, entre seu dedo polegar e o dedo do meio, usando seu polegar para “contar” e puxar cada conta, puxando levemente, enquanto recita o mantra escolhido, e movendo para a próxima conta, até completar a série de 108 contas de seu mala, entoando seu mantra escolhido, por 108 vezes seguidas, ou mais.
Uma conta é puxada por cada repetição do mantra.
O polegar representa seu chakra da garganta e o dedo do meio representa o éter divino no chakra do coração. Assim, como estamos nos comunicando com seres elevados do plano etéreo, este mudra aumentará nosso poder de comunicação espiritual.
Mantenha a mente firme prestando a atenção em sua respiração, nas contas e em seu mantra.
Enquanto puxa uma conta, inale, entoe o mantra "OM NAMAH SHIVAYA", enquanto exala. Um Mala foi feito para ser utilizado em harmonia e com muita calma e firmeza em suas palavras.
Uma vez que você alcance o Meru, caso queira continuar mais 108 vezes, não o ultrapasse. O Meru é a conta estática do Mala.
Vire as contas ao redor e continue na direção inversa. Isto se faz necessário por que quando puxamos as contas ganhamos um espaço entre elas, assim juntamos as contas que ficaram para trás, se formos em frente pelo caminho que começamos, encontraremos as contas muito juntas do outro lado do Meru, e o polegar não poderá fazer o "mudra da riqueza espiritual", que toca estes dois dedos a cada puxada.
O Japa Malas pode ajudá-lo a tirar a tensão, a ansiedade, o medo e levará você a atingir níveis mais altos de consciência e realização espiritual.
A utilização de Japa Malas aumenta a felicidade e a capacidade de meditação. As contas de Japa dão mais foco e maior determinação a quem às utiliza.
Um mala pode ser um colar ou uma pulseira. A pulseira deve ter 27 contas, que precisarão ser contadas por 4 vezes para completar 108.
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Você poderá adquirir seu mala no Ateliê Arte & Fazer: www.patina.com.br/malas.htm
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O PODER DE UM MALA
Seu Mala pode ser imantado com o poder de "Japa"de seu mantra, para isso você precisará praticar todos os dias, por pelo menos 40 dias seguidos. Após 108 dias o mala ficará carregado da energia do poder do mantra entoado/ murmurado/ meditado, e você poderá colocá-lo ligeiramente sobre si ou em outros, para transmitir a energia do mantra, armazenada na mandala de luz, formada em seu Mala.
O ideal seria utilizar um Mala para cada mantra. Quando utilizar o seu mala com um novo mantra, a energia do novo mantra começará a substituir a energia do mantra anterior, então é recomendado usar um novo mala com cada mantra, se possível, é claro.
Outra boa idéia é ter um Mala para cada raio. Cada um dos sete principais chakras carrega as energias de uma das sete principais consciências de Deus.
Quando não estiver utilizando seu mala, guarde-o em um lugar limpo e sagrado. O melhor lugar para guarda-lo é sobre um altar pessoal ou sobre uma estatueta sagrada de uma divindade.
O mala é utilizado para que uma pessoa possa pensar sobre o significado do mantra e de suas palavras enquanto entoa, sem ter a necessidade de ficar contando as vezes que entoa.
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UMA TRADIÇÃO EM VÁRIAS RELIGIÕES
Os maometanos também têm um "mala" que se chama "tasbi", eles mantém nas mãos enquanto repetem suas orações. Rolam as contas entre os dedos enquanto repetem o nome de Allah.
Os cristãos têm seu "terço" nas mãos, enquanto fazem suas orações diárias. Conta-se que a palavra "rosário", que tem semelhanças óbvias ao mala, veio do tradicional "Japa Mala" hindu. Quando exploradores romanos vieram na Índia e conheceram o mala, eles ouviram " jap mala" em vez de "japa Mala". "Jap" significa "rosa" e um mala então, foi levado ao Império romano como "rosarium". O rosário possui 50 contas separadas de dez em dez por outra de maior tamanho, e seus extremos se unem em uma cruz. Totalizando 54 contas (a metade do rosário oriental de 108 contas).
Os Hindus, quando decidem fazer um mantra por mais de 108 vezes, colocam um grão de arroz para cada 108 vezes, dentro de uma tigela. Toda vez que chegam ao Meru, tiram um grão de arroz da tigela.
No Budismo Tibetano, é comum a utilização de malas maiores, por exemplo de 111 contas. Eles contam um mala como 100 contas e 11 extras para compensar possíveis erros cometidos pelo caminho.
No Budismo, a utilização do Mala pode ser feita com qualquer uma das mãos e os dedos também podem ser outros, dependendo da vontade de cada um. o que conta mesmo é a repetição dos mantras.
A tradição islâmica, trabalha com um rosário de 99 contas. O rosário se divide em três séries de 33 contas, cada uma delas representa um mundo. Conta-se que a conta faltante para completar a centésima, só se encontra no Paraíso.
Uma grande variedade de materiais são usados para fazer contas de mala. Na tradição budista tibetana indicam o uso de osso (animal, a maioria comumente de boi) ou às vezes humano, os ossos de Lamas falecidos, são de grande valor.
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MALA DE OSSOS HUMANOS SAGRADOS DO NEPAL
Mala Sagrado feito com 108 finas contas de ossos de crânio humano do Nepal. Estes são ossos de crânio de budista praticantes que já fizeram a passagem. Seu preço é elevado devido a sua raridade. O propósito deste Mala de Ossos é orar, recitar mantras e meditar em cortar o egoísmo, apegos fortes e cultivar uma consciência livre.
Outros usam madeira ou sementes da árvore Bodhi. Pedras semi-preciosas tal como coralina e ametista podem ser usados, também. O material muito utilizado é madeira de sândalo.
O SIGNIFICADO DO NUMERO 108 (Extraído do livro:”Razão de Viver”)
Entre os místicos é muito conhecido o extraordinário resultado de repetir um mantra, oração ou comando de luz, cento e oito vezes.
Cento e oito é o resultado de nove vezes o número doze.
O poder dos nove ou novena é prática antiga da religião católica. Porém, qual é a explicação deste poder?
Três é o poder da Chama Trina, ancorada no coração dos filhos e filhas de Deus.
É a chama do Poder, da Sabedoria e do Amor de Deus manifestando-se no homem; a trindade do Pai, do Filho, e do Espírito Santo.
Multiplicando o poder da chama da Trindade no coração, pelo poder da origem desta Chama Trina, no coração da Poderosa Presença do EU SOU individualizada, encontramos o resultado de três vezes três, o poder do numero nove. O numero do Espírito Santo.
Isto ocorre quando confirmamos a vontade de Deus na Terra, assim como Ele afirma no Céu. Assim, nove é o número da manifestação do plano divino. Não é de se admirar que as mulheres tenham seus filhos aos nove meses de gestação.
E o número doze? Vejamos: doze foram os apóstolos de Jesus.
Doze são os meses do ano e também doze são as legiões de anjos. Jesus disse a Pilatos: – "Você pensa que eu não posso chamar meu Pai e Ele mandaria imediatamente doze legiões de anjos para me salvar?".
O relógio marca doze horas. O chakra do coração tem doze pétalas significando doze vibrações únicas que são como doze chaves para as doze portas da cidade celestial. Doze são os signos do zodíaco.
Existem doze hierarquias celestiais, cada uma referente a um signo zodiacal. Elas carregam, mantêm e seguram à disposição da humanidade, as doze virtudes de Deus que são: poder, amor, mestria, controle, obediência, sabedoria, harmonia, gratidão, justiça, realidade, visão e vitória divina.
Doze são os raios de Deus, sendo sete conhecidos e cinco raios secretos. Temos doze chakras, sendo também cinco secretos. Doze são os frutos da Árvore da Vida.
Assim, grande é o poder dos 108, pois ele representa a multiplicação dos poderes de nove por doze (9 x 12 = 108). Isto é a confirmação da vontade de Deus nos 12 raios da consciência divina manifestados na Terra.
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"Japa" é uma palavra em sânscrito que vem da raiz verbal "jap", que significa "murmurar, sussurrar".
"Japa" é a prática feita pelos yogis na repetição em tom de murmúrio de mantras, de passagens das escrituras, ou do nome de uma divindade.
A repetição destes mantras, o "Japa", é uma "corrente", um "cordão de energia".
Mala é uma palavra de vários significados em sânscrito, porém neste caso, ela quer dizer, apenas, "cordão de contas".
Temos então duas correntes, uma espiritual, "Japa" e outra material, "Mala". Assim, as energias espirituais invocadas "Japa", energizam o "Mala".
Geralmente, o "mala", utilizado para o "japa", "murmurar", contém 108 contas.
Um Mala pode conter contas que também formam divisões de 108, de modo que o mesmo cálculo possa ser mantido.
Chegar ao "Meru", a conta central no mala, mostra que você fez o seu "japa" por 108 vezes. Completar o circuito de 108 mantras é um passo a mais no caminho da elevação espiritual. Cada Volta realizada no "Mala", é um degrau na escada para a união com o éter divino.
Um "mala" estimula seu usuário a fazer os "japas" diariamente.
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POR QUE USAR UM MALA ?
O Mala é utilizado para contar mantras em grupos de 108 repetições.
A palavra mantra vem do sânscrito, "man" que significa "mente" ou "pensamento" e "tra" significa "proteger" "socorrer". Assim, mantra quer dizer : proteger nossas mentes de maus pensamentos.
Os mantras são um meio de comunicação espiritual das religiões hindu e budista. Um mantra sagrado é normalmente entoado em sânscrito. Quem entoa mantras busca a intercessão espiritual. Uma forma de orar repetidamente, a fim de magnetizar as energias de uma determinada divindade.
O mantra essencial é a sílaba sagrada OM, que significa Ômega. Ômega é a energia feminina da Mãe Divina. Quando entoamos o OM, estamos manifestando a vontade de trazer para a matéria, a energia da palavra ou frase seguinte. Por exemplo: OM VISHNU OM, Significa que estamos dizendo que queremos a intercessão de Vishnu em nossas vidas. Vishnu é responsável pela instrução e compreensão dos mistérios da vida, dizer seu nome somado a um OM, traz sabedoria para quem o faz. OM SHIVA OM, traz o poder purificador e protetor de Shiva para quem o entoar.
Praticamente todas as religiões entoam alguma forma de oração para a comunhão espiritual com seres mais elevados.
Mantra é formado por palavras em sânscrito com poderes para elevar a consciência, promover a cura, solucionar problemas, conseguir proteção e direção espiritual, manifestar desejos e muito mais.
Entoar mantras é uma forma de meditação. Uma pessoa entoa mantras repetidas vezes, em murmúrio ou em alto tom. A mente focaliza-se no conteúdo do mantra e os pensamentos tornam-se positivos e poderosos, a respiração deve ser lenta e profunda.
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USANDO UM MALA
Segurando o seu cordão de contas, o "Japa Mala", na mão direita, deixe que ele escorregar sobre o dedo do meio (o dedo do céu, o dedo mais longo). O dedo indicador não deve tocar as contas, ficando estendido durante todo o período da entoação dos mantras, o "japa".
Comece sempre pela conta seguinte à grande conta, o "meru", que significa "montanha", e não deve ser contado, nem tocado pelo dedo do polegar, o Meru é apenas o ponto inicial e final da contagem das contas.
Puxe as contas de seu Mala sempre em sua direção, uma a uma, entre seu dedo polegar e o dedo do meio, usando seu polegar para “contar” e puxar cada conta, puxando levemente, enquanto recita o mantra escolhido, e movendo para a próxima conta, até completar a série de 108 contas de seu mala, entoando seu mantra escolhido, por 108 vezes seguidas, ou mais.
Uma conta é puxada por cada repetição do mantra.
O polegar representa seu chakra da garganta e o dedo do meio representa o éter divino no chakra do coração. Assim, como estamos nos comunicando com seres elevados do plano etéreo, este mudra aumentará nosso poder de comunicação espiritual.
Mantenha a mente firme prestando a atenção em sua respiração, nas contas e em seu mantra.
Enquanto puxa uma conta, inale, entoe o mantra "OM NAMAH SHIVAYA", enquanto exala. Um Mala foi feito para ser utilizado em harmonia e com muita calma e firmeza em suas palavras.
Uma vez que você alcance o Meru, caso queira continuar mais 108 vezes, não o ultrapasse. O Meru é a conta estática do Mala.
Vire as contas ao redor e continue na direção inversa. Isto se faz necessário por que quando puxamos as contas ganhamos um espaço entre elas, assim juntamos as contas que ficaram para trás, se formos em frente pelo caminho que começamos, encontraremos as contas muito juntas do outro lado do Meru, e o polegar não poderá fazer o "mudra da riqueza espiritual", que toca estes dois dedos a cada puxada.
O Japa Malas pode ajudá-lo a tirar a tensão, a ansiedade, o medo e levará você a atingir níveis mais altos de consciência e realização espiritual.
A utilização de Japa Malas aumenta a felicidade e a capacidade de meditação. As contas de Japa dão mais foco e maior determinação a quem às utiliza.
Um mala pode ser um colar ou uma pulseira. A pulseira deve ter 27 contas, que precisarão ser contadas por 4 vezes para completar 108.
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Você poderá adquirir seu mala no Ateliê Arte & Fazer: www.patina.com.br/malas.htm
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O PODER DE UM MALA
Seu Mala pode ser imantado com o poder de "Japa"de seu mantra, para isso você precisará praticar todos os dias, por pelo menos 40 dias seguidos. Após 108 dias o mala ficará carregado da energia do poder do mantra entoado/ murmurado/ meditado, e você poderá colocá-lo ligeiramente sobre si ou em outros, para transmitir a energia do mantra, armazenada na mandala de luz, formada em seu Mala.
O ideal seria utilizar um Mala para cada mantra. Quando utilizar o seu mala com um novo mantra, a energia do novo mantra começará a substituir a energia do mantra anterior, então é recomendado usar um novo mala com cada mantra, se possível, é claro.
Outra boa idéia é ter um Mala para cada raio. Cada um dos sete principais chakras carrega as energias de uma das sete principais consciências de Deus.
Quando não estiver utilizando seu mala, guarde-o em um lugar limpo e sagrado. O melhor lugar para guarda-lo é sobre um altar pessoal ou sobre uma estatueta sagrada de uma divindade.
O mala é utilizado para que uma pessoa possa pensar sobre o significado do mantra e de suas palavras enquanto entoa, sem ter a necessidade de ficar contando as vezes que entoa.
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UMA TRADIÇÃO EM VÁRIAS RELIGIÕES
Os maometanos também têm um "mala" que se chama "tasbi", eles mantém nas mãos enquanto repetem suas orações. Rolam as contas entre os dedos enquanto repetem o nome de Allah.
Os cristãos têm seu "terço" nas mãos, enquanto fazem suas orações diárias. Conta-se que a palavra "rosário", que tem semelhanças óbvias ao mala, veio do tradicional "Japa Mala" hindu. Quando exploradores romanos vieram na Índia e conheceram o mala, eles ouviram " jap mala" em vez de "japa Mala". "Jap" significa "rosa" e um mala então, foi levado ao Império romano como "rosarium". O rosário possui 50 contas separadas de dez em dez por outra de maior tamanho, e seus extremos se unem em uma cruz. Totalizando 54 contas (a metade do rosário oriental de 108 contas).
Os Hindus, quando decidem fazer um mantra por mais de 108 vezes, colocam um grão de arroz para cada 108 vezes, dentro de uma tigela. Toda vez que chegam ao Meru, tiram um grão de arroz da tigela.
No Budismo Tibetano, é comum a utilização de malas maiores, por exemplo de 111 contas. Eles contam um mala como 100 contas e 11 extras para compensar possíveis erros cometidos pelo caminho.
No Budismo, a utilização do Mala pode ser feita com qualquer uma das mãos e os dedos também podem ser outros, dependendo da vontade de cada um. o que conta mesmo é a repetição dos mantras.
A tradição islâmica, trabalha com um rosário de 99 contas. O rosário se divide em três séries de 33 contas, cada uma delas representa um mundo. Conta-se que a conta faltante para completar a centésima, só se encontra no Paraíso.
Uma grande variedade de materiais são usados para fazer contas de mala. Na tradição budista tibetana indicam o uso de osso (animal, a maioria comumente de boi) ou às vezes humano, os ossos de Lamas falecidos, são de grande valor.
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MALA DE OSSOS HUMANOS SAGRADOS DO NEPAL
Mala Sagrado feito com 108 finas contas de ossos de crânio humano do Nepal. Estes são ossos de crânio de budista praticantes que já fizeram a passagem. Seu preço é elevado devido a sua raridade. O propósito deste Mala de Ossos é orar, recitar mantras e meditar em cortar o egoísmo, apegos fortes e cultivar uma consciência livre.
Outros usam madeira ou sementes da árvore Bodhi. Pedras semi-preciosas tal como coralina e ametista podem ser usados, também. O material muito utilizado é madeira de sândalo.
O SIGNIFICADO DO NUMERO 108 (Extraído do livro:”Razão de Viver”)
Entre os místicos é muito conhecido o extraordinário resultado de repetir um mantra, oração ou comando de luz, cento e oito vezes.
Cento e oito é o resultado de nove vezes o número doze.
O poder dos nove ou novena é prática antiga da religião católica. Porém, qual é a explicação deste poder?
Três é o poder da Chama Trina, ancorada no coração dos filhos e filhas de Deus.
É a chama do Poder, da Sabedoria e do Amor de Deus manifestando-se no homem; a trindade do Pai, do Filho, e do Espírito Santo.
Multiplicando o poder da chama da Trindade no coração, pelo poder da origem desta Chama Trina, no coração da Poderosa Presença do EU SOU individualizada, encontramos o resultado de três vezes três, o poder do numero nove. O numero do Espírito Santo.
Isto ocorre quando confirmamos a vontade de Deus na Terra, assim como Ele afirma no Céu. Assim, nove é o número da manifestação do plano divino. Não é de se admirar que as mulheres tenham seus filhos aos nove meses de gestação.
E o número doze? Vejamos: doze foram os apóstolos de Jesus.
Doze são os meses do ano e também doze são as legiões de anjos. Jesus disse a Pilatos: – "Você pensa que eu não posso chamar meu Pai e Ele mandaria imediatamente doze legiões de anjos para me salvar?".
O relógio marca doze horas. O chakra do coração tem doze pétalas significando doze vibrações únicas que são como doze chaves para as doze portas da cidade celestial. Doze são os signos do zodíaco.
Existem doze hierarquias celestiais, cada uma referente a um signo zodiacal. Elas carregam, mantêm e seguram à disposição da humanidade, as doze virtudes de Deus que são: poder, amor, mestria, controle, obediência, sabedoria, harmonia, gratidão, justiça, realidade, visão e vitória divina.
Doze são os raios de Deus, sendo sete conhecidos e cinco raios secretos. Temos doze chakras, sendo também cinco secretos. Doze são os frutos da Árvore da Vida.
Assim, grande é o poder dos 108, pois ele representa a multiplicação dos poderes de nove por doze (9 x 12 = 108). Isto é a confirmação da vontade de Deus nos 12 raios da consciência divina manifestados na Terra.
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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
A misteriosa (in)certeza dos números
O ser humano terá sempre a tentação de tornar a interpretação numa das formas de satisfação da sua curiosidade natural.
Ler os astros, avaliar os fenómenos que nos rodeiam é por vezes entendido como charlatanice, outras como ciência.
A matemática é pródiga em relações com a natureza; basta pensar na regra de Fibonacci, que permite interpretar através de fórmulas, o crescimento espiralado de certos crustáceos.
Os números permitem, também, baseando-nos apenas no que cremos, estabelecer associações entre as nossas convicções e os milhões de algarismos que pululam à nossa volta. São os números de azar como o malfadado 13 ou da sorte como o 7.
Por exemplo, acredito que hoje, dia 27, exista alguém que experimente um sentimento de felicidade e que sinta que o 2 representa os dois elementos do seu casamento e o sete a sorte que ambos têm em fazer parte da vida um do outro...
Nem tudo se explica pela lógica e os mistérios da vida, das emoções, dos sentimentos, jamais serão todos desvendados por ela; por isso, que construamos a nossa realidade da melhor forma que conseguirmos, mas abnegadamente e que as nossas impressões permitam pintar a nossa existência com as cores que nos façam sorrir, mesmo que aos olhos dos outros elas sejam invisíveis. Afinal aquilo que se passa dentro de cada um de nós, de cada relacionamento só quem o vive é que sabe, entende.
Para quem faz da vida uma eterna aventura, permanente descoberta de si e dos outros, a minha homenagem pela persistência e dedicação em fazer deste mundo um lugar cada vez melhor à custa da entrega incondicional, da generosidade desinteressada, do carinho espontâneo, da partilha ilimitada.
A ti, que amas a vida, abre as asas do espírito e voa por cima das sombras das tuas dúvidas para um dia encontrares a luz das tuas certezas.
Publicada por Afronauta
O ser humano terá sempre a tentação de tornar a interpretação numa das formas de satisfação da sua curiosidade natural.
Ler os astros, avaliar os fenómenos que nos rodeiam é por vezes entendido como charlatanice, outras como ciência.
A matemática é pródiga em relações com a natureza; basta pensar na regra de Fibonacci, que permite interpretar através de fórmulas, o crescimento espiralado de certos crustáceos.
Os números permitem, também, baseando-nos apenas no que cremos, estabelecer associações entre as nossas convicções e os milhões de algarismos que pululam à nossa volta. São os números de azar como o malfadado 13 ou da sorte como o 7.
Por exemplo, acredito que hoje, dia 27, exista alguém que experimente um sentimento de felicidade e que sinta que o 2 representa os dois elementos do seu casamento e o sete a sorte que ambos têm em fazer parte da vida um do outro...
Nem tudo se explica pela lógica e os mistérios da vida, das emoções, dos sentimentos, jamais serão todos desvendados por ela; por isso, que construamos a nossa realidade da melhor forma que conseguirmos, mas abnegadamente e que as nossas impressões permitam pintar a nossa existência com as cores que nos façam sorrir, mesmo que aos olhos dos outros elas sejam invisíveis. Afinal aquilo que se passa dentro de cada um de nós, de cada relacionamento só quem o vive é que sabe, entende.
Para quem faz da vida uma eterna aventura, permanente descoberta de si e dos outros, a minha homenagem pela persistência e dedicação em fazer deste mundo um lugar cada vez melhor à custa da entrega incondicional, da generosidade desinteressada, do carinho espontâneo, da partilha ilimitada.
A ti, que amas a vida, abre as asas do espírito e voa por cima das sombras das tuas dúvidas para um dia encontrares a luz das tuas certezas.
Publicada por Afronauta
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
A CANCÃO DA GRATIDÃO
Como me seria possível duvidar do Universo?
Perante a força do oceano, a grandiosidade da montanha, a beleza singela da flor e a inocência encantadora da criança, como não acreditar na Força Maior, que nos traz a existência?
E o que são os meus desejos contrariados, diante das bênçãos que a cada dia encontro em meu caminho? Porque me visitaria a revolta, quando vive em mim a gratidão?
Sou grato pela luz dourada do amanhecer, que varre do mundo a escuridão e acaricia os meus olhos com a luz de um novo dia. Mas também ao anoitecer, que me traz o merecido repouso.
Sou grato à chuva benfazeja, que ensopa a terra, faz crescer as plantas e alimenta o curso dos rios. E ao sol, que enxuga as minhas roupas molhadas e aquece o meu corpo, após a friagem da noite.
Sou grato pelo alimento, que me sustenta a cada dia. E pelo trabalho, que me permite ser digno de prover às necessidades da vida, com o suor de meu rosto e a honestidade de minha conduta.
Sou grato pelas roupas que visto, e pelo teto que me abriga. Por todas as dificuldades que já superei e pelas que ainda surgirão em meu caminho, para ensinar-me o valor da perseverança.
Sou grato pelos meus amigos, cujo carinho me sustenta e é tão importante ao meu coração. Sem eles, muitas vezes me faltaria a coragem para prosseguir a cotidiana jornada.
Sou grato pelos meus amores, que fazem valer a Vida e renovam as forças de minha alma. Que embalam os meus sonhos e me trazem as mais sinceras e intensas emoções.
Sou grato pelas esperanças, que me fazem seguir em frente; e pelas desilusões, que mantêm o meu senso de realidade e não me deixam esquecer as limitações da condição humana.
Sou grato pelo riso e pelo pranto, que em meu coração fertilizam as sementes do aprendizado. Pela saúde e pelas doenças, que me ensinam a respeitar o corpo e a mente que me servem.
Sou grato pelos meus acertos, testemunhas de quanto me esforço para seguir os melhores caminhos. Mas também por meus erros, que me mostram quanto ainda me resta a aprender.
Sou grato pela Vida. Pela dádiva suprema de existir, de pensar e sentir. Pelo dom de sorrir e chorar, pelo direito de a cada dia escolher os novos rumos para a minha própria jornada.
Sou grato ao Infinito, cuja essência encontro em mim mesmo e percebo em tudo que me rodeia. Obrigado, Pai, por permitir que eu Vos possa sentir em cada sopro de vento que percorre o mundo.
Em meu verdadeiro Eu.
Como me seria possível duvidar do Universo?
Perante a força do oceano, a grandiosidade da montanha, a beleza singela da flor e a inocência encantadora da criança, como não acreditar na Força Maior, que nos traz a existência?
E o que são os meus desejos contrariados, diante das bênçãos que a cada dia encontro em meu caminho? Porque me visitaria a revolta, quando vive em mim a gratidão?
Sou grato pela luz dourada do amanhecer, que varre do mundo a escuridão e acaricia os meus olhos com a luz de um novo dia. Mas também ao anoitecer, que me traz o merecido repouso.
Sou grato à chuva benfazeja, que ensopa a terra, faz crescer as plantas e alimenta o curso dos rios. E ao sol, que enxuga as minhas roupas molhadas e aquece o meu corpo, após a friagem da noite.
Sou grato pelo alimento, que me sustenta a cada dia. E pelo trabalho, que me permite ser digno de prover às necessidades da vida, com o suor de meu rosto e a honestidade de minha conduta.
Sou grato pelas roupas que visto, e pelo teto que me abriga. Por todas as dificuldades que já superei e pelas que ainda surgirão em meu caminho, para ensinar-me o valor da perseverança.
Sou grato pelos meus amigos, cujo carinho me sustenta e é tão importante ao meu coração. Sem eles, muitas vezes me faltaria a coragem para prosseguir a cotidiana jornada.
Sou grato pelos meus amores, que fazem valer a Vida e renovam as forças de minha alma. Que embalam os meus sonhos e me trazem as mais sinceras e intensas emoções.
Sou grato pelas esperanças, que me fazem seguir em frente; e pelas desilusões, que mantêm o meu senso de realidade e não me deixam esquecer as limitações da condição humana.
Sou grato pelo riso e pelo pranto, que em meu coração fertilizam as sementes do aprendizado. Pela saúde e pelas doenças, que me ensinam a respeitar o corpo e a mente que me servem.
Sou grato pelos meus acertos, testemunhas de quanto me esforço para seguir os melhores caminhos. Mas também por meus erros, que me mostram quanto ainda me resta a aprender.
Sou grato pela Vida. Pela dádiva suprema de existir, de pensar e sentir. Pelo dom de sorrir e chorar, pelo direito de a cada dia escolher os novos rumos para a minha própria jornada.
Sou grato ao Infinito, cuja essência encontro em mim mesmo e percebo em tudo que me rodeia. Obrigado, Pai, por permitir que eu Vos possa sentir em cada sopro de vento que percorre o mundo.
Em meu verdadeiro Eu.
domingo, 2 de janeiro de 2011
Oração a Isis
Ó Ísis!
Mãe do Cosmo, raiz do amor, tronco, capulho, folha, flor e semente de tudo o que existe.
A ti força da natureza conjuramos.
Chamamos a Rainha do Espaço e da Noite... e beijando seus olhos amorosos, bebendo o orvalho de seus lábios, respirando o doce aroma de seu corpo, nós exclamamos:
Ó, Nuit!
Tu, eterna deidade do céu, que és a Alma Primordial, que és o que já foi e o que será. Ísis, a quem nenhum mortal levantou o véu. Quando tu estiveres sob as estrelas irradiantes do noturno e profundo céu do deserto, com pureza de coração e na chama da serpente, te chamamos:
RAM-IO... RAM-IO... RAM-IO...
"As conjurações são antiqüíssimas e têm como finalidade descarregar os corpos internos de todas as larvas astrais e mentais, influências negativas, más impressões, fixações, etc., tanto externas quanto internas".
"Fadiga excessiva, dores de cabeça intermitentes, calafrios, tonturas, perturbações no apetite, dores inexplicáveis, perda de memória, tristeza, depressão, ansiedade, medo de ficar sozinho e outros medos inexplicáveis."
Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/testes/oracoes/14.htm
Ó Ísis!
Mãe do Cosmo, raiz do amor, tronco, capulho, folha, flor e semente de tudo o que existe.
A ti força da natureza conjuramos.
Chamamos a Rainha do Espaço e da Noite... e beijando seus olhos amorosos, bebendo o orvalho de seus lábios, respirando o doce aroma de seu corpo, nós exclamamos:
Ó, Nuit!
Tu, eterna deidade do céu, que és a Alma Primordial, que és o que já foi e o que será. Ísis, a quem nenhum mortal levantou o véu. Quando tu estiveres sob as estrelas irradiantes do noturno e profundo céu do deserto, com pureza de coração e na chama da serpente, te chamamos:
RAM-IO... RAM-IO... RAM-IO...
"As conjurações são antiqüíssimas e têm como finalidade descarregar os corpos internos de todas as larvas astrais e mentais, influências negativas, más impressões, fixações, etc., tanto externas quanto internas".
"Fadiga excessiva, dores de cabeça intermitentes, calafrios, tonturas, perturbações no apetite, dores inexplicáveis, perda de memória, tristeza, depressão, ansiedade, medo de ficar sozinho e outros medos inexplicáveis."
Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/testes/oracoes/14.htm
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Implantes nos humanos
Os implantes e dispositivos de limitação espiritual são barreiras vibratórias no caminho da ascensão que bloqueiam seu progresso para a plena auto-realização. Eles bloqueiam seu caminho colocando vendas e criando falsas realidades em sua consciência e portanto, limitando o seu acesso para seu Eu Superior. Estes são mecanismos de controle externo das Forças Escuras que mantém você numa realidade dual. Ainda que haja muitos tipos, propósitos e causas, todos atuam como canais inconscientes de energia negativa em sua vida e representam laços cármicas e associações necessitam ser curadas e retificadas.
As forças escuras são seres que não honram ao Criador/Fonte. Eles buscam tomar energia e poder de outros seres em lugar de recebê-los de Deus. Mesmo tendo sido criados por Deus, eles, através de seu próprio livre arbítrio, têm participado da ilusão da separação do Mestre do Universo e têm se oposto às suas Criações no nível de dualidade. Em sua dor, eles buscam controlar aos outros. Uma forma pela qual fazem isto é através de implantes. Os grupos principais com os quais nos defrontamos aqui são os "Greys", os Reptilianos e os Dragões.
Os Reptilianos são uma raça de seres que depredam a humanidade e, de fato, buscaram cultiva-la como uma raça escrava para seus propósitos. Em consequência, eles se vêem a si mesmos como participantes na criação da raça humana e portanto, crêem que tem o direito de interferir no seu desenvolvimento. Isto significa que crêem que podem controlar a humanidade através de qualquer meio necessário. A Lei Universal que é constante é a não interferência no livre arbítrio de outro ser. Contudo, eles violam esta lei universal.
Uma das formas pelas quais se tem recebido os implantes é através de associações com diferentes organizações espirituais de natureza negativa. Isto inclui qualquer religião ou seita que utilize o controle mental e o medo para reforçar o controle de seus membros. Esses votos de fidelidade permanecem até serem revogados. Esta energia necessita ser transmutada.
Os implantes são colocados nos corpos sutis e controlam nosso acesso às frequências do EU. Quando nossas vibrações caem ao nível de dualidade e cremos na ilusão da separação de Deus, nos tornamos suscetíveis.
A maior parte da humanidade vive numa realidade dual e comprou a ilusão da separação de Deus. Quase todos estamos vivendo sob a influência de algum tipo de implante ou dispositivo de limitação espiritual. E eles ficarão até que sejam limpos.
Recordem! Os que nos implantaram querem nos controlar e fazer crer que não somos um com nosso Criador. Se não acreditarmos nisso, nos converteremos numa ameaça para eles e seremos atacados de todas as maneiras.
Fonte: http://apos2012.blogspot.com/2009/12/liberacao-de-implantes-espirituais.html
Os implantes e dispositivos de limitação espiritual são barreiras vibratórias no caminho da ascensão que bloqueiam seu progresso para a plena auto-realização. Eles bloqueiam seu caminho colocando vendas e criando falsas realidades em sua consciência e portanto, limitando o seu acesso para seu Eu Superior. Estes são mecanismos de controle externo das Forças Escuras que mantém você numa realidade dual. Ainda que haja muitos tipos, propósitos e causas, todos atuam como canais inconscientes de energia negativa em sua vida e representam laços cármicas e associações necessitam ser curadas e retificadas.
As forças escuras são seres que não honram ao Criador/Fonte. Eles buscam tomar energia e poder de outros seres em lugar de recebê-los de Deus. Mesmo tendo sido criados por Deus, eles, através de seu próprio livre arbítrio, têm participado da ilusão da separação do Mestre do Universo e têm se oposto às suas Criações no nível de dualidade. Em sua dor, eles buscam controlar aos outros. Uma forma pela qual fazem isto é através de implantes. Os grupos principais com os quais nos defrontamos aqui são os "Greys", os Reptilianos e os Dragões.
Os Reptilianos são uma raça de seres que depredam a humanidade e, de fato, buscaram cultiva-la como uma raça escrava para seus propósitos. Em consequência, eles se vêem a si mesmos como participantes na criação da raça humana e portanto, crêem que tem o direito de interferir no seu desenvolvimento. Isto significa que crêem que podem controlar a humanidade através de qualquer meio necessário. A Lei Universal que é constante é a não interferência no livre arbítrio de outro ser. Contudo, eles violam esta lei universal.
Uma das formas pelas quais se tem recebido os implantes é através de associações com diferentes organizações espirituais de natureza negativa. Isto inclui qualquer religião ou seita que utilize o controle mental e o medo para reforçar o controle de seus membros. Esses votos de fidelidade permanecem até serem revogados. Esta energia necessita ser transmutada.
Os implantes são colocados nos corpos sutis e controlam nosso acesso às frequências do EU. Quando nossas vibrações caem ao nível de dualidade e cremos na ilusão da separação de Deus, nos tornamos suscetíveis.
A maior parte da humanidade vive numa realidade dual e comprou a ilusão da separação de Deus. Quase todos estamos vivendo sob a influência de algum tipo de implante ou dispositivo de limitação espiritual. E eles ficarão até que sejam limpos.
Recordem! Os que nos implantaram querem nos controlar e fazer crer que não somos um com nosso Criador. Se não acreditarmos nisso, nos converteremos numa ameaça para eles e seremos atacados de todas as maneiras.
Fonte: http://apos2012.blogspot.com/2009/12/liberacao-de-implantes-espirituais.html
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
← A ESTÓRIA DE UM EXU, AMIGO MEU
O SUICIDA
Publicado por atabaque26
Quando se toma uma decisão como essa, a cabeça parece adormecer e nenhum pensamento racional é criado, o mundo se torna insuportavelmente silencioso e dispensável. Enquanto caminho, consigo apenas ouvir meus próprios passos amassando a lama sob meus pés úmidos. Nesse momento nada me incomoda, não sinto dor, nem mágoas, nem medo, tão pouco remorsos, quero apenas chegar ao fim da rua e dar cabo a minha existência sem sentido.
A solidão não me incomoda, afinal foi ela, única companheira nos momentos em que mais precisei de alguém ao meu lado. Não sei há quanto tempo estou caminhando, mas que importância tem o tempo para mim, se ninguém me espera e não existe futuro algum, ou a menor chance de que algo aconteça e mude meu destino. A garoa é persistente, escorre pela minha face disfarçando as lágrimas de fracasso. Ao longe uma luz tênue me chama atenção porque parece estar dançando ao compasso do vento molhado, esqueço por um instante a lama entre os dedos dos pés descalços e feridos, alcanço, e paro diante daquela vela colocada a margem da estrada vermelha. Uma bandeja com alimentos e uma vela que resiste a chuva, é a única fonte de luz do lugar, e torna quase invisível um homem vestido de preto e chapéu de aba larga, estático, apenas observando aquela oferenda, como que aguardando que algo inesperado aconteça. Ele me ignora, fica em silêncio e não me dirige sequer um único olhar. Sem me incomodar, retomo minha caminhada decidida, nada mais nesse mundo pode me amedrontar, então ignoro o homem que agora me acompanha de perto. Finalmente chego ao final da rua, e posso ver ao longe as luzes da cidade, que nessa hora certamente está dormindo. Basta agora mais um passo, para que de olhos fechados e com coragem, eu alcance as nuvens. O homem de preto está agora parado ao meu lado, mas continua a me ignorar.
Eu:
- O que você quer de mim?
- Por que me acompanhou?
- Nem tente!
- Nada que você possa fazer vai me impedir de saltar!
Ele:
- Não cabe a mim dissuadir você de nada que queira fazer.
- Devo apenas garantir seu direito de escolha.
- Se desistir, irei te acompanhar apenas até onde nos encontramos.
- Se saltar, irei te companhar durante a queda, e garantir que encontres o solo.
- Depois, te apresentarei às portas do inferno, onde seu algoz será sua própria consciência.
Então pela primeira vez Ele me olha bem nos olhos, e de repente comecei a sentir frio e fui tomado pelo medo de morrer. Saí então correndo, e só parei quando o ar me faltou. Com as duas mãos apoiadas sobre os joelhos, olhei para trás, e lá estava ao longe a luz da vela ainda acesa. Não consegui ver o homem de preto, mas eu sabia que ele estava lá….., de pé….., apenas observando…..
Laroiê Exu Tranca Ruas das Encruzilhadas!
Por: Wilson de Omulu
O SUICIDA
Publicado por atabaque26
Quando se toma uma decisão como essa, a cabeça parece adormecer e nenhum pensamento racional é criado, o mundo se torna insuportavelmente silencioso e dispensável. Enquanto caminho, consigo apenas ouvir meus próprios passos amassando a lama sob meus pés úmidos. Nesse momento nada me incomoda, não sinto dor, nem mágoas, nem medo, tão pouco remorsos, quero apenas chegar ao fim da rua e dar cabo a minha existência sem sentido.
A solidão não me incomoda, afinal foi ela, única companheira nos momentos em que mais precisei de alguém ao meu lado. Não sei há quanto tempo estou caminhando, mas que importância tem o tempo para mim, se ninguém me espera e não existe futuro algum, ou a menor chance de que algo aconteça e mude meu destino. A garoa é persistente, escorre pela minha face disfarçando as lágrimas de fracasso. Ao longe uma luz tênue me chama atenção porque parece estar dançando ao compasso do vento molhado, esqueço por um instante a lama entre os dedos dos pés descalços e feridos, alcanço, e paro diante daquela vela colocada a margem da estrada vermelha. Uma bandeja com alimentos e uma vela que resiste a chuva, é a única fonte de luz do lugar, e torna quase invisível um homem vestido de preto e chapéu de aba larga, estático, apenas observando aquela oferenda, como que aguardando que algo inesperado aconteça. Ele me ignora, fica em silêncio e não me dirige sequer um único olhar. Sem me incomodar, retomo minha caminhada decidida, nada mais nesse mundo pode me amedrontar, então ignoro o homem que agora me acompanha de perto. Finalmente chego ao final da rua, e posso ver ao longe as luzes da cidade, que nessa hora certamente está dormindo. Basta agora mais um passo, para que de olhos fechados e com coragem, eu alcance as nuvens. O homem de preto está agora parado ao meu lado, mas continua a me ignorar.
Eu:
- O que você quer de mim?
- Por que me acompanhou?
- Nem tente!
- Nada que você possa fazer vai me impedir de saltar!
Ele:
- Não cabe a mim dissuadir você de nada que queira fazer.
- Devo apenas garantir seu direito de escolha.
- Se desistir, irei te acompanhar apenas até onde nos encontramos.
- Se saltar, irei te companhar durante a queda, e garantir que encontres o solo.
- Depois, te apresentarei às portas do inferno, onde seu algoz será sua própria consciência.
Então pela primeira vez Ele me olha bem nos olhos, e de repente comecei a sentir frio e fui tomado pelo medo de morrer. Saí então correndo, e só parei quando o ar me faltou. Com as duas mãos apoiadas sobre os joelhos, olhei para trás, e lá estava ao longe a luz da vela ainda acesa. Não consegui ver o homem de preto, mas eu sabia que ele estava lá….., de pé….., apenas observando…..
Laroiê Exu Tranca Ruas das Encruzilhadas!
Por: Wilson de Omulu
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Entrantes (como são produzidos)

Os entrantes são seres produzidos em laboratório e recebem uma programação específica (missão) a ser desenvolvida durante a sua permanência no corpo físico do hospedeiro.
Os construtores de entrantes o fazem como se estivessem a participar de uma indústria, semelhante ao que ocorre nas fábricas de carros. Isto é, em cada plataforma é colocada uma peça, parte ou acessório.
Construção de um entrante:
Os engenheiros de entrantes capturam a energia do indivíduo a ser implantado e a partir dessa carga energética fabricam uma criatura parecida com um humano e a programam de acordo com os seus objetivos.
Essa construção ocorre por partes. Primeiro constroi-se o corpo emocional, depois o corpo respondente, e no final colocam a programação nas suas células.
Digamos que haja num entrante a seguinte porcentagem: 20% de energia do hospedeiro e 80% de energia do laboratório onde foi construído. Nunca um entrante é totalmente indiferente energeticamente ao cedente do corpo físico.
Vou explicar os passos dessa fabricação.
Passo 1: escolhe-se a vítima/alvo do processo.
Essa escolha pode acontecer por motivos nobres ou por vingança deliberada das fraternidades das sombras. Quando o objetivo é divino, o indivíduo já sabe previamente que passará por isso durante a sua vida terrena, aceitando os acontecimentos e deixando o corpo conscientemente. Quando não, o humano nem desconfia ao ser substituído e começa a sofrer todo o tipo de sordidez contra a sua alma e os seus valores ético-espirituais.
É importante salientar também sobre os casos em que o hospedeiro permanece consciente de estar a servir as forças das trevas e, mesmo assim, cede espaço em seu corpo para que os entrantes se manifestem.
Passo 2: implantar a entidade entrante.
Esse processo é mais complexo porque não ocorre da noite para o dia. Às vezes, demora uma eternidade para que toda a implantação se consolide. Claro que se existir a anuência do hospedeiro, as coisas ficarão mais fáceis e menos demoradas.
A implantação entrante se dá por cirurgia espiritual. Geralmente o implantado não se lembra. Apenas tem a sensação de haver passado por algum evento estranho, ou de ter sonhado estar caindo num abismo sem fim.
As transformações no comportamento começam a partir desses sonhos. Isso ocorre frequentemente na infância, quando estamos mais indefesos e tudo o que reclamamos é tido como “coisa de criança”.
Há também situações nas quais a colocação de um entrante se dá depois de a vítima ter sofrido um acidente grave ou de ter passado por um trauma emocional e psicológico intenso.
Passo 3: Desenvolver a missão.
O entrante, uma vez instalado, passa por um processo de adaptação e só depois começa a desempenhar o seu papel dentro daquele novo corpo. Sua missão pode ser a de monitorar o planeta, vigiar o implantado, destruir a vida do implantado, fazer algum bem, ou mal, à humanidade, etc. Isso vai depender dos propósitos dos engenheiros que o construíram. Se servirem à luz, sua missão será sempre boa para todos. Se trabalharem para as trevas, não precisa nem dizer.
Há casos raros nos quais alguns seres resolvem pessoalmente transformarem-se em entrantes a fim de desenvolverem uma missão na Terra. Nesta circunstância, o ser vem protegido por um exército gigantesco de seres astrais para que a sua missão não sofra percalços ou falhas impeditivas. Cito, por exemplo, os missionários Gandhi, Irmã Dulce, Madre Teresa de Calcutá, Chico Xavier, dentre outros.
Autor: Gesiel Albuquerque
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
O Caminho das oito vias
O Tantra é parte do Budismo Tibetano. É a compreensão do Caminho das oito vias.
Buda ensinou a seus discípulos que os extremos da vida deviam ser evitados, que o caminho do meio é a forma de chegar ao equilíbrio, ensinou ainda que, tanto o prazer extravagante ou a abnegação exagerada deviam ser evitados. Ambos os extremos provocam sofrimento.
Para Buda existem oito vias para romper com o sofrimento e levar ao caminho do meio e assim chegar a iluminação.
1. Visão Correta
A vida de cada pessoa está envolvida por crenças e hábitos desta e de existência passadas. Que é difícil desviar-nos completamente destas crenças, mas não impossível, porque além de sermos animais sociais, somos também animais racionais. Buda ensinou que a vida precisa de um projeto, de mapas em que a mente possa confiar, a energia de cada um deve ser dirigida a um propósito.
"Um elefante por mais perigo que corra, não fará nada para fugir até se assegurar de que o caminho que vai percorrer suportará o seu peso. Sem ter esta certeza, irá preferir a agonia à incerteza da queda".
O mesmo acontece com o ser humano, até que sinta que sua razão não esta satisfeita, ele não avança com firmeza em nenhuma direção. Assim, é necessária alguma orientação intelectual antes de se fazer algo com firmeza. Os ensinamentos sobre uma das "Quatro Nobres Verdades" fornecem esta condição. O sofrimento é provocado pelo desejo de satisfação pessoal. Esse desejo, ou anseio é refreado através do Caminho das Oito Vias.
2. Aspirações Corretas
Enquanto o primeiro passo nos leva a tomar decisões tendo em conta o problema básico da vida, o segundo conselho é deixar que os nossos corações sigam os seus desejos.
3. Linguagem Correta
É necessário estar atento. O primeiro aprendizado é usar a linguagem correta, estar ciente do poder que a linguagem de cada um pode revelar sobre a nossa personalidade. Ao invés de começarmos com a decisão de só dizermos a verdade, faremos melhor se recuarmos um pouco e pensarmos na quantidade de vezes que, durante o dia, nos desviamos da verdade e por que razão o fazemos. O homem deve abster-se da mentira, da bisbilhotice e das frivolidades e deve falar de forma verdadeira, amigável e atenciosa.
4. Conduta Correta
Antes de tentar ser melhor deveríamos entender o nosso comportamento. A conduta correta implica em não matar nenhum ser vivo, animal ou humano, não roubar, não se entregar a relações sexuais licenciosas, não mentir e não usar drogas.
5. Atividade Correta
O progresso espiritual é impossível quando as ações pessoais são contraditórias. Para aqueles que buscam a libertação, não é suficiente a vontade, precisam dedicar toda a sua vida ao projeto de se tornarem livres dos conceitos e crenças errôneas. Atividade correta consiste em observar a própria conduta, dedicar-se a ocupações que promovam a vida ao invés de destruição.
6. Esforço Correto
Aquele que busca o caminho do meio não deve permitir a intervenção de pensamentos ou de estados de espírito destrutivos, e se estes já estiverem instalado, deverá buscar desviá-los, antes de seus efeitos visíveis.
7. Atenção Correta
Em um texto sagrado do Dhammapada, está escrito: "Tudo o que somos é o resultado daquilo que pensamos".
Buda considerava que a liberdade é a libertação que cada um pode alcançar dentro desta existência por meio do autoconhecimento, deixando de agir sempre dentro de atitudes inconsciente e automática. Isto é, estar atento aos pensamentos e sentimentos, perceber que eles chegam e saem e não constituem parte de nós. Devemos testemunhar os acontecimentos de forma reativa, olhando e vivenciando os estados de espírito e as emoções de forma a não condenar ou dar importância demasiada a nem uma delas.
8. Êxtase Correto
É estar atento ao controle completo sobre a mente e o corpo, neste ponto um praticante de Tantra estará pronto para entender a meditação.
Mikka Wentz
www.ser-tantra.com.br/
O Tantra é parte do Budismo Tibetano. É a compreensão do Caminho das oito vias.
Buda ensinou a seus discípulos que os extremos da vida deviam ser evitados, que o caminho do meio é a forma de chegar ao equilíbrio, ensinou ainda que, tanto o prazer extravagante ou a abnegação exagerada deviam ser evitados. Ambos os extremos provocam sofrimento.
Para Buda existem oito vias para romper com o sofrimento e levar ao caminho do meio e assim chegar a iluminação.
1. Visão Correta
A vida de cada pessoa está envolvida por crenças e hábitos desta e de existência passadas. Que é difícil desviar-nos completamente destas crenças, mas não impossível, porque além de sermos animais sociais, somos também animais racionais. Buda ensinou que a vida precisa de um projeto, de mapas em que a mente possa confiar, a energia de cada um deve ser dirigida a um propósito.
"Um elefante por mais perigo que corra, não fará nada para fugir até se assegurar de que o caminho que vai percorrer suportará o seu peso. Sem ter esta certeza, irá preferir a agonia à incerteza da queda".
O mesmo acontece com o ser humano, até que sinta que sua razão não esta satisfeita, ele não avança com firmeza em nenhuma direção. Assim, é necessária alguma orientação intelectual antes de se fazer algo com firmeza. Os ensinamentos sobre uma das "Quatro Nobres Verdades" fornecem esta condição. O sofrimento é provocado pelo desejo de satisfação pessoal. Esse desejo, ou anseio é refreado através do Caminho das Oito Vias.
2. Aspirações Corretas
Enquanto o primeiro passo nos leva a tomar decisões tendo em conta o problema básico da vida, o segundo conselho é deixar que os nossos corações sigam os seus desejos.
3. Linguagem Correta
É necessário estar atento. O primeiro aprendizado é usar a linguagem correta, estar ciente do poder que a linguagem de cada um pode revelar sobre a nossa personalidade. Ao invés de começarmos com a decisão de só dizermos a verdade, faremos melhor se recuarmos um pouco e pensarmos na quantidade de vezes que, durante o dia, nos desviamos da verdade e por que razão o fazemos. O homem deve abster-se da mentira, da bisbilhotice e das frivolidades e deve falar de forma verdadeira, amigável e atenciosa.
4. Conduta Correta
Antes de tentar ser melhor deveríamos entender o nosso comportamento. A conduta correta implica em não matar nenhum ser vivo, animal ou humano, não roubar, não se entregar a relações sexuais licenciosas, não mentir e não usar drogas.
5. Atividade Correta
O progresso espiritual é impossível quando as ações pessoais são contraditórias. Para aqueles que buscam a libertação, não é suficiente a vontade, precisam dedicar toda a sua vida ao projeto de se tornarem livres dos conceitos e crenças errôneas. Atividade correta consiste em observar a própria conduta, dedicar-se a ocupações que promovam a vida ao invés de destruição.
6. Esforço Correto
Aquele que busca o caminho do meio não deve permitir a intervenção de pensamentos ou de estados de espírito destrutivos, e se estes já estiverem instalado, deverá buscar desviá-los, antes de seus efeitos visíveis.
7. Atenção Correta
Em um texto sagrado do Dhammapada, está escrito: "Tudo o que somos é o resultado daquilo que pensamos".
Buda considerava que a liberdade é a libertação que cada um pode alcançar dentro desta existência por meio do autoconhecimento, deixando de agir sempre dentro de atitudes inconsciente e automática. Isto é, estar atento aos pensamentos e sentimentos, perceber que eles chegam e saem e não constituem parte de nós. Devemos testemunhar os acontecimentos de forma reativa, olhando e vivenciando os estados de espírito e as emoções de forma a não condenar ou dar importância demasiada a nem uma delas.
8. Êxtase Correto
É estar atento ao controle completo sobre a mente e o corpo, neste ponto um praticante de Tantra estará pronto para entender a meditação.
Mikka Wentz
www.ser-tantra.com.br/
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