sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

72 Expressões do Divino m Hebraico-Aramaico
line
Chaves de 
 Enoch®
Visão Geral
A oração
Doação
Catálogo 
 Online
Artigos
Meditação e 
  Oração
História 
 Futura
Visões 
 Pessoais
Pedidos 
 Postais
Gizé
Mensagem  
 para 2009
Transmissão  
 de Áudio
Por favor, não levem esta lista para outros locais na Internet, nem a transcrevam ou a utilizem em aparelhos de áudio e vídeo.

Se vocês estão interessados em utilizá-la, vocês podem fazer um vínculo (link) para esta nossa página na Internet.

Este estudo está associado ao
Livro do Conhecimento: As Chaves de Enoch® e é apresentado como um estudo ecumênico. Os termos aqui listados vêm de referências bíblicas e não devem ser confundidos com outros trabalhos do Dr. J.J. Hurtak ou de vários outros autores. Visto que não existe uma referência ou listagem tradicional exclusiva, as pessoas encontrarão uma variedade de 72 Nomes e Expressões Divinas. No entanto, cada lista é singular e deve ser respeitada como um trabalho específico.

Visto que o nosso trabalho é ecumênico, podem ser utilizadas outras expressões em outras línguas, como as expressões do Divino encontradas em
grego e em védico-sânscrito, que são fornecidas para um estudo adicional.

O propósito desta página é permitir aos que pertençam à herança judaico-cristã reconhecer que os Nomes e Atributos Divinos podem ser encontrados em todas as Escrituras. Antes de estudarmos esta seção, precisamos reconhecer que existem mais de 72 Nomes e Atributos Divinos em hebraico e aramaico. Este é um número especial que escolhemos para aprofundar estas expressões antigas.

Lembrem-se que estas palavras são sagradas e devem ser tratadas com respeito.

1 ABBA or ABWOON (hebraico-aramaico): “Pai”.

O Nome íntimo que os estudiosos e sábios que escreviam originalmente em aramaico (a língua franca do ramo lingüístico semítico do Egito à Bacia Indiana e à região da Terra Santa no Oriente Próximo de 1200 a.C. até 600 d.C.) davam ao Divino. O “Pai” pessoal que se invoca para se libertar da limitação divina. O título que Jesus usava nos Evangelhos para orar ao Pai Eterno quando estava em íntimo diálogo com Ele no grande plano de realização do Reino interno que pertence a todos os que crêem.

Ó Abwoon, Pai, abre os meus olhos para que eu veja as maravilhas do Teu Reino interno, pois Teu é o Reino, o Poder e a Glória neste lado da Criação e em todas as dimensões.

Amen.

2 ADON OLAM (hebraico): “Senhor de Eternidade (ou do Universo)”.

A expressão de Deus encontrada nos hinos antigos que mais freqüentemente se citam (Salmo 117:2).

Ó Senhor valoroso, ó Adon Olam, Tu que estás nas canções celestiais da criação e Tu que existes como o Senhor do Universo, que o futuro e as descobertas da vida em todo o Universo nos lembrem de que somos o Teu experimento semente de Vida no Plano Divino.

Amen.

3 ADONAI (hebraico): “Senhor”.

O título utilizado pelos eruditos, desde os Tanaim (antigos instrutores da Torah) e os Geonim (sábios acadêmicos) até os atuais estudiosos ortodoxos que invocam o Senhor dos profetas. Esta expressão ocorre 432 vezes no texto bíblico dos massoretas.

Eterno e Divino Adonai, que o Teu Nome Santo seja preservado e usado com grande sabedoria, pois sabemos que o temor diante do Teu Nome Sagrado é o começo da Sabedoria.

Amen.

4 ADONAI ECHAD (hebraico): “O Senhor é Um”.

A afirmação básica da segunda parte do primeiro mandamento dado por Moisés a Israel. “O Senhor (D’us) é Um”. O mistério da Divindade como a suprema unidade da Família Divina é afirmado nesta expressão (Dt 6:4).

Eterno e Divino Adonai Echad, que o mistério da Tua Unidade e da Tua Pluralidade sejam compreendidos na educação da minha alma e na sua ascensão aos mundos superiores.

Amen.

5 ADONAI, MELEK (hebraico): “Senhor, Rei”.

A saudação que David usava nos Salmos para invocar o Divino como o Senhor e Rei Soberano da Criação. O poder executivo do Rei Divino também é compartilhado como um poder de misericórdia para com todos os principados e potestades do universo.

Ó Adonai Melek, que a Presença amorosa, orientadora e impressionante do Teu Reino guie o despertar interno da minha alma à maravilhosa vastidão e organização do universo físico que é sustentado pelo Teu Reino de Luz.

Amen.

6 ADONAI ‘TSEBAYOTH (hebraico): “Senhor das Legiões ou Senhor dos Exércitos”.

O comando angélico do verdadeiro Senhor das verdadeiras Legiões dos Céus. A grafia ‘Tsebayoth or Sabaoth é encontrada mais de 200 vezes na Bíblia, nos escritos dos muitos profetas, e no Novo Testamento, em Romanos 9:29 e Tiago 5:4, embora neste último caso tenha sido originalmente escrito em grego.

Ó Adonai ‘Tsebayoth, que a presença das Tuas Legiões e a vinda da Tua Hierarquia de Seres Celestiais dos mundos Superiores manifestem a verdade da Tua Imagem. Que a acessão das Tuas ‘Tsebayoth ao Trono desperte as miríades de almas de seres sencientes que dormem nas ilusões materiais dos mundos físicos.

Amen.

7 AIN SOPH (hebraico): “O Ilimitado”.

O título supremo para o Infinito de onde procede toda a criação. A fundação de Tudo no universo.

Ó Ain Soph, Louvado sejas Tu que criaste os nossos espíritos antes de este mundo ter vindo à existência, e cuja Grandiosidade guia todos os mundos futuros através dos Teus filhos e filhas de Luz.

Amen.

8 AL-ILAH (aramaico): O título para “Deus” usado pelos fiéis que falavam aramaico na época de Jesus.

Um dos títulos mais adequados para Deus usado no Oriente Próximo quando o aramaico era a língua franca do ramo lingüístico semítico de 1200 a.C. a 600 d.C. No período crucial da criação do Novo Testamento, esta expressão podia ser ouvida conforme vemos em Romanos 16:26-27, pois a língua original falada por Jesus e os seus discípulos era o aramaico.

Al-ilah, ó Bendito e Único Sábio, que as Tuas bênçãos cósmicas estejam sempre com todos nós. Louvado sejas Tu pelos profetas e por Jesus, o Messias. Em todos os Teus Nomes Sagrados, que os mistérios da Tua natureza e das Tuas manifestações nos sejam revelados.

Amen.

9 AL-ILAH RAPHA (aramaico): “Deus de Cura”.

Antiga expressão para a intervenção dos Poderes Divinos de que toda a humanidade necessita para respirar e viver.

Al-ilah Rapha, Senhor muito precioso e exaltado que Cura, examina o meu corpo e a minha natureza física com o Teu penetrante Poder de Cura. Que Tu nos Cures de todas as doenças e sofrimentos e tragas uma restauração de Cura em corpo e espírito para quem eu oro neste momento, especialmente para os que estão passando por um processo de transição.

Amen.

10 AL-ILAH SABTAI (aramaico): “Deus de Descanso”.

Antiga expressão para o Descanso ou Sabbath, aquele local de Paz e Contentamento junto a Deus.

Que Al-ilah Sabtai gere a Paz para libertar toda inteligência senciente neste universo que parece se mover para o caos.

Amen.

11 AL-ILAH SHEMAYA (aramaico): “Deus Ouve”.

Antiga expressão que reconhece a Presença de Deus nas nossas vidas.

Tu és o verdadeiro Senhor que estás sempre conosco, Al-ilah Shemaya. Manifesta a Tua presença aqui no meio do mundo físico e da realidade física de modo que ele seja transmutado na glória de um planeta espiritual no universo recém-ascendido.

Amen.

12 AMMI SHADDAI (hebraico): “Povo do Todo-Poderoso”.

O título dos amados de Deus impresso dentro do Povo que conhece os Nomes Sagrados assinalados nas escrituras de Isaías e de outros profetas. Uma expressão para a interação de Deus com o Povo de Luz, encontrada nos profetas maiores e menores de Israel.

Ó meu amado Ammi Shaddai, que os poderes de Shaddai despertem a nossa coroa com a Luz e Esplendor para sentirmos no nosso meio a Presença do Todo-Poderoso Amoroso.

Amen.

13 AMUD HA-ESH (hebraico): “Pilar de Fogo”.

Um aspecto do trabalho do Espírito Santo através da Luz superluminar que conduz o povo pelo deserto, conforme observado em Êxodo 13:21.

Ó Divino, Tu que és chamado pelos sábios de Amud Ha-Esh, e Tu que és o nosso Pilar de Fogo, que as forças dos príncipes da terra e os elementos da natureza destrutiva abram caminho para Ti, que és a grande libertação e inspiração para toda a vida.

Amen.

14 ARIK ANPIN (hebraico): “O da Grande Face, o Macroprosopo”.

Título utilizado pelos místicos judaicos medievais para a Face de Deus emanada na criação humana. Usado pelos místicos e cabalistas judeus com relação à Face de Deus no universo superior.

Face Divina, Arik Anpin, que o privilégio de ver além do véu desta vida nos lembre a Imagem que tínhamos antes de virmos a esta vida. Que a Tua Imagem nos guie através de todas as dificuldades e dramas à medida que a nossa face reflete imensamente a Tua Face de Luz.

Amen.

15 'ATTIQ YOMIN (aramaico): “Antigo de Dias”.

A expressão encontrada em Dn 7:9,13,22, em que o aramaico original é preservado para explicar Aquele que se assenta no Trono do Divino.

Ó ‘Attiq Yomin, que aí estás no Trono Divino, ajuda-nos a compreender as grandes Maravilhas que Tu vês e a trilhar o caminho que Tu vislumbras para toda a humanidade.

Amen.

16 AVINU MALKEINU (hebraico): Louvor Pessoal expresso como “Ó Pai, Nosso Rei”.

Aqui pedimos ao Divino que permita a vinda das Bênçãos às nossas vidas e permita o ressoar destas Bênçãos nos nossos corações ao proclamarmos o Reino, o Amor e a Presença do Divino em torno de nós.

Amado Avinu Malkeinu, que Tu transmitas o Teu Reino e supernatureza juntamente com toda a Tua Sabedoria para o Esplendor da Raça Humana.

Amen.

17 BE-MIDBAR (hebraico): “No Deserto”.

O Nome para a reunião do povo de Deus e das suas famílias de acordo com os números e a divisão divina da ciência sagrada, que une as famílias da terra com as do céu. O verdadeiro nome para o livro de Números.

Ó Be-midbar da vida, nós temos caminhado no deserto e temos invocado O Divino e agora pedimos que Tu nos chames a um plano e missão de identidade divina e ao sacerdócio superior de todos os que crêem.

Amen.

18 BERESHITH BARA (hebraico): “No princípio”.

A afirmação da identidade de Deus nas palavras iniciais da Criação, isto é, as primeiras palavras do livro do Gênesis, que são uma afirmação da função Divina dentro de toda a Vida.

Como Bereshith Bara, que estas primeiras palavras da nossa Criação assinalem para as nossas almas a Divindade contínua da Vida e o privilégio divino de saber que existe uma criação superior vivente por trás desta criação física. Tu és a Mente Universal, Criador e Redentor da Imagem. Possamos, como Teus filhos e filhas, ver a evidência de Luz de que provimos da Tua Evolução Superior e não da evolução inferior da ilusão material.

Amen.

19 B’NAI ELOHIM (hebraico): “Os Filhos de Deus”.

Conforme mencionado no Livro de Jó, uma expressão da família Divina nos mundos espirituais superiores (p. ex., Jó 1:6; 2:1; 38:7).

Que os B’nai Elohim nos guiem e nos abençoem nas criações recém-nascidas como filhos e filhas aspirantes ao caminho do Reino futuro, a Jerusalém Celestial.

Amen.

20 CHOKMAH (hebraico): “Sabedoria”.

A co-participante e co-criadora com o Divino na formação do mundo, personificada nos textos cristãos cópticos como o feminino Divino. Parte da quadrinidade superior do Divino unida ao Filho Eterno (ver especialmente Provérbios para referências bíblicas, p. ex., Pv 9).

Ó Divina Chokmah, que eu seja abençoado com a Tua Sabedoria revelada para que a Tua natureza imanente cultive uma nova mente com os dons de plenitude e auto-realização, e se desdobrem os mistérios associados ao Teu EU SOU.

Amen.

21 EHYEH ASHER EHYEH (hebraico): “EU SOU O EU SOU” ou “Eu Serei o Eu Serei”.

A profunda revelação de um dos Nomes de D’s no Êxodo.

Conforme revelado por Moisés, a afirmação mais elevada que os que crêem podem fazer em associação com o Deus vivente (Êxodo 3:14).

Ó Divino Ehyeh Asher Ehyeh, coroa-me com Binah, o Entendimento, para que eu expresse na minha vida a Tua Santa Presença e a natureza imanente da Árvore da Vida.

Amen.

22 EL (hebraico): Deus.

Um dos mais antigos nomes tribais de Deus no Oriente Próximo, expresso na convergência das alianças tribais. Pode ser encontrado mais de 250 vezes no Antigo Testamento (p. ex., Gn 7:1, 28:3, 35:11; Is 9:6; Ez 10:5).

Divino El, a Tua grandiosidade é insondável. A Tua soberania é a soberania de todos os mundos. Com a Tua mão direita concede-me a Tua Misericórdia. Sê o meu guia e a minha bênção através da elevação da minha vida.

Amen.

23 EL BRIT (hebraico): “A Aliança”.

O acordo vivente entre o Divino e nós, peregrinos planetários do Divino, que temos recordado as suas expressões nas expressões fonéticas e musicais das tradições sagradas (Js 3:3).

El Brit, que a Aliança que Tu proclamaste aos meus antepassados lembre-me da Tua vitória e das Tuas Legiões nos mundos superiores, para que eu persevere neste vale de lágrimas até que a vitória possa me retirar do exílio da minha alma.

Amen.

24 EL CHAI (hebraico): “Deus Vivente”.

O Deus da Criação Vivente que permeia tudo (Js 3:10).

Ó El Chai, manifesta a Tua presença vivente e a Tua mensagem de Amor para mim, teu servo humilde neste Teu planeta em meio a miríades de mundos Teus.

Amen.

25 EL ELOHE ISRAEL (hebraico): “Deus, O Deus de Israel”.

A afirmação do povo espiritual de Luz nesta criação local associado ao altar de Jacó em Shecham, sendo que Israel significa aquele que luta junto com Deus até a Vitória (Gn 33:20).

Nos abismos dos Teus Amados, ó El Elohe Israel, que a Tua carta de Amor ao Teu povo, conhecida como a Sagrada Escritura, seja vista como um Altar Sagrado para todos os povos de Luz que representam o Teu Israel Espiritual na terra e nos céus.

Amen.

26 EL ELYON (hebraico): “O Deus Altíssimo”.

De acordo com alguns estudiosos, quando Israel foi levado em cativeiro de Jerusalém à Babilônia, os estudiosos começaram a enfatizar o nome/natureza de El Elyon porque as leis de Yahweh não podiam ser praticadas na Babilônia (p. ex., Gn 14:18; Sl 9:2; 82:6).

Ó El Elyon, que a Tua presença celebrada na comunhão entre Abraão na terra e Melchizedek nos céus seja enaltecida de novo no meu trabalho em prol do sacerdócio maior entre céu e terra. Que Tu me ajudes a superar os espíritos de corrupção da terra. Possamos lembrar que somos filhos e filhas do Deus Altíssimo.

Amen.

27 EL GIBBOR (hebraico): “Deus de Força” ou “Deus Poderoso”.

A afirmação de Deus na aliança tribal ou a Sua manifestação para o povo de fronteira nos desertos, montanhas e selvas do mundo. O Deus que atua através da sinergia da fraternidade que é manifestada nos rigores da vida (Is 10:21; Jr 32:18).

Ó Poder Divino que chamamos El Gibbor, que Tu me ajudes a compreender na minha fraqueza os mistérios da mais ínfima partícula de Luz que expressa a plenitude de um bilhão de sóis, e que aguarda os Filhos e Filhas que serão os novos Adãos e Evas.

Amen.

28 EL RACHMAN (árabe), “Deus Misericordioso” ou “Deus de Compaixão”.

A natureza viva do Deus que ama e perdoa o seu povo.

Que o Grande Deus de Misericórdia e Compaixão, El Rachman, estenda dos Mundos de Emanação o Amor e Propósito Divinos aos mundos de forma física através do Poder e Majestade das cinco naturezas reveladas de Deus.

Amen.

29 EL ROI (hebraico): “Deus de Visão”.

O Deus de Onipotência e Visão Onidirecional através do Olho Divino (p. ex., Gênesis 16:13).

Ó El Roi, que a Tua Visão conceda aos Teus servos em todas as cidades e países o poder para alcançar a verdadeira irmandade, vendo através da transparência da vida. Sabemos que a Tua natureza de percepção viva sonda as profundezas da psique e as alturas de todos os Cosmos.

Amen.

30 EL SALI (hebraico): “Deus da Minha Rocha”.

A Força do Divino que nos mantém ao longo de todos os testes e tribulações (Salmo 42:10).

Que a Divindade eterna, que purifica e manifesta vida como El Sali, torne-se uma fortaleza para toda a criação de modo que um caminho de pura Luz consiga preparar o caminho para todos os seres que queiram ascender ao Teu Trono glorioso.

Amen.

31 EL SHADDAI (hebraico): “O Senhor Deus Todo-Poderoso”.

O título usado pelo Anjo do Senhor quando apareceu para Abraão, demonstrando a Natureza manifestada de Deus à medida que Ele se evidenciava para Abraão (Gn 17:1; Ex 6:3; Sl 68:14).

Divino El Shaddai, Todo-Poderoso, Tu nos escolheste antes da fundação do mundo para que, com Amor, fôssemos santos e sem mácula diante d’Ele.

Amen.

32 ELI, ELI (hebraico): “Meu Deus, Meu Deus”.

As últimas palavras pronunciadas por Jesus na cruz, no seu sacrifício supremo como uma lição viva de unidade com o Corpo de Ressurreição (Marcos 15:34; Sl 22:1).

Divino Eli, Eli, que o Teu Nome abra os céus para receber o meu corpo fora da cruz de espaço e tempo. Que o Corpo Eterno da Filiação Divina seja ativado na minha nova vida de perecibilidade.

Amen.

33 ELOHA SHAMAYYIM (hebraico): “O Deus dos Céus”.

Um título próprio para a Liderança gloriosa sobre os céus e os céus inferiores, e para Aquele que é o Organizador e Sustentador da Criação (Esdras 5:11).

Que o Eloha Shamayyim nos lembre do governo espiritual que guarda e governa o comportamento honesto das nossas vidas e o nosso compromisso espiritual com o caminho superior da vida.

Amen.

34 ELOHIM (hebraico): “Os Deuses” ou “Divindade”.

O primeiro título para Deus nos textos da Torah, no Livro de Gênesis. A Majestade Plural da Divindade conforme revelada em Gênesis, mesmo antes da expressão Yahweh ser usada, mostrando uma Pluralidade de excelência majestosa. Este título ocorre mais de 2.500 vezes no Antigo Testamento e 32 vezes em Gn 1 (p. ex., Gênesis 1:1; Salmo 68:1).

Ó Divino Elohim, o Criador do qual emerge toda vida, protege-me e liberta-me com a Tua Mão Esquerda. Que a Tua Glória seja Louvada para Sempre.

Amen.

35 ELOHIM TSEBAYOTH (hebraico): ”Deus como as Legiões ou os Exércitos”.

Uma expressão que descreve a Mão externa da Divindade no Universo. Um título de excelência usado para a exteriorização da Hierarquia, usado pelos místicos judeus (Sl 80:7,14).

Que Elohim Tsebayoth, as Forças gloriosas das Legiões da Mão Direita, ajudem a proteger e a libertar a minha vida das forças inferiores que não se encontram na Imagem Divina.

Amen.

36 ESH OLAM (hebraico): “O Fogo Eterno”.

O Fogo que queima no Templo de Jerusalém como sinal da Presença Eterna. Uma expressão da Luz Eterna que queima diante da celebração do Divino em todos os templos do Universo.

Que o Esh Olam esteja sempre diante de mim para que tudo o que eu toque sinta a chama de Yah e das Legiões.

Amen.

37 GEDULAH (hebraico): “Grandiosidade” or “Magnitude”.

Uma expressão do enorme Poder de Deus revelado pelos escritores e instrutores místicos, usada em orações e afirmações que reconhecem a Onisciência Divina (1 Crônicas 29:11).

Que a Presença poderosa, orientadora e amorosa de Gedulah continue a nutrir, iluminar e fortalecer os nossos corações e espíritos, sempre.

Amen.

38 HA-EL HA GADOL (hebraico): “O Grande Deus”.

O atributo do Eterno Poder Soberano de Deus observado em todo o Universo.

Ó Ha-El Ha Gadol, desperta em mim a missão imanente desta vida: amá-Lo, Senhor, com todo o meu coração, força e mente, e amar os meus semelhantes como a mim mesmo seguindo o Teu exemplo.

Amen.

39 HA-EL HA’KADOSH (hebraico): “O Santo Deus”.

Uma expressão usada em orações ao Divino, conforme os profetas do Antigo e Novo Testamento O exaltavam. A pronunciação do “Santo” mostra um reconhecimento das Obras Divinas de Retidão (Is. 5:16).

Que o Santo Deus seja exaltado diante de toda inteligência celestial como Ha-El Ha’Kadosh pois Ele se posiciona nos céus superiores como o Doador dos ensinamentos vivos da Torah Or, a Escritura de Luz, a todos os mundos, visíveis e invisíveis.

Amen.

40 HA EMET (hebraico): “A Verdade”.

Um atributo do Divino como qualificador da Realidade da Vida – da que é real tanto aqui quanto nos céus, e que é boa e perdura por toda a eternidade (Sl 33:4).

Que a Tua Verdade, Ha Emet, nos lembre do plano superior de criação por trás da forma física da criação.

Amen.

41 HA GO’EL (hebraico): “O Redentor”.

Um aspecto da Intervenção Divina através do Deus Provedor. Deus como o Libertador da Criação nos mundos físicos.

Que o Redentor Supremo, Ha Go’El, traga Vitória sobre a luta e a agitação da vida em todas as frentes. Que as radiações se estendam de modo infinito e ilimitado para animar inúmeros mundos.

Amen.

42 HA SHEM (hebraico): “O [Grande] Nome”.

O Nome Divino usado pelos fiéis ortodoxos para cumprir as palavras de Êxodo 20:7 e para o humano afirmar a natureza interna do Divino. Ele tem sido utilizado pelos místicos hebraicos como substituto para o Tetragrama.

Que o Ha Shem ajude a curar as divisões dos povos adâmicos de modo que eles sejam preparados para o trabalho do Cristo Eterno.

Amen.

43 HA TIKVA (hebraico): “A Esperança”.

Esta afirmação do Divino gera um propósito superior e insight para um comprometimento com o plano da vida.

Que Ha Tikva, a Esperança do Deus Amoroso das nações, permita que o trabalho glorioso abunde no mundo através dos que Te amam e dos que aplicam os dons e insights que vêm com os Teus Nomes Santos.

Amen.

44 HAYMANOOTHA (aramaico): “Fidelidade”.

O Nome do Deus Vivente que é fiel ao Povo de Luz. Na Escritura hebraica, a palavra significa firmeza ou fidelidade. Usada no Novo Testamento, a palavra assume o significado de fé, credo, crença. Ela vem do radical aramaico, Amen, que significa firmar.

A Ti, Fidelidade, Deus Amoroso, que sonda a minha alma, que a minha alma busque a Ti e que o meu espírito se deleite em Ti, que me deste lábios para declarar o Teu louvor.

Amen.

45 JESHURUN (hebraico): “O Íntegro”.

Um nome poético para Israel, usado pelos poetas eruditos do antigo Israel (Dt 32:15; 33:5, 26; Is 44:2).

Pela retidão, seja ajudado e fortalecido Jeshurun, os amados de Luz, um povo remanescente de glória em todos os povos, que vence o mundo de confusão histórica e o poder dos sentidos e propósitos efêmeros.

Amen.

46 KETHER KADMON (hebraico): “A Coroa Primordial”.

O atributo da Mente Divina de Deus. A saudação divina usada pelo povo de Deus para a Fonte de toda a Sabedoria no experimento da humanidade.

Kether Kadmon, que Tu me coroes com Sabedoria, Luz e Entendimento, e manifestes a mais alta Honra e Energia Divina para o meu corpo como o templo do Entendimento. Que eu receba a Força para os desafios da vida.

Amen.

47 KISSEI KAVOD (hebraico): “O Trono Glorioso”.

O Trono representa o governo espiritual como a verdadeira base para o governo do universo multidimensional, o local do Deus do Deus dos Deuses (Jr 17:12).

Que o Trono de Deus, o glorioso Kissei Kavod, revele aos fiéis despertos os inúmeros integrantes da Família Divina que vive em unidade nos mundos superiores. Que a paciência e longanimidade do Pai Divino e da Mãe Divina nos guiem no visível e invisível.

Amen.

48 KODOISH, KODOISH, KODOISH ADONAI ’TSEBAYOTH (hebraico): “Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus das Legiões”.

A saudação divina (associada ao triplo Kedushah) da Divindade de acordo com as Chaves de Enoch® (Chave 305). ”Santo, Santo, Santo” ou o Sanctus é uma saudação para cumprimentar e discernir os verdadeiros anjos em relação aos falsos anjos e mestres que não têm o Amor Divino imanente. A pronúncia tradicional é Kodosh ou Kadosh, mas as Chaves de Enoch® inseriram um “i” no Kodoish como uma vibração adicional (Is 6:3 e, em grego, Rev 4:8).

Que a saudação sagrada, Kodoish, Kodoish, Kodoish, nos ajude a discernir os poderes do universo e nos conduza ao recebimento e renovação da plenitude da vida junto ao Deus Vivente em todos os universos.

Amen.

49 MARIAH (aramaico): “Senhor Deus”.

Na Peshitta aramaica, esta era a “expressão” usada para Deus. O termo aramaico para Senhor vem de Mara, que significa Senhor ou Mestre. Quando Jesus foi chamado pelo povo de “meu Senhor”, a palavra aramaica era Mar (Mt 8:2; 28:44-45). O termo Mariah-Senhor substituía a palavra hebraica YHWH (Yahweh), referindo-se ao SENHOR Deus apenas, mas em algumas passagens o Messias é chamado Mariah (como em Mt 28:45) por ser ele o Senhor mais alto entre os homens. Os estudiosos aramaicos compreendiam que DEUS é o Senhor do Messias.

Que a ressonância do Nome Sagrado Mariah nos lembre que “amaremos o Senhor, nosso Deus, com todo o nosso coração, o nosso ser, a nossa força e a nossa mente”. Ó Mariah, com estas palavras a natureza da Tua obra enquanto o Messias imanente é realizada, e o Teu trabalho como o Filho Eterno na Mão Direita de YHWH se torna uma realidade para o nosso imitatio Dei. Manifestemos a devoção, a grandeza e a bravura espirituais necessárias para trabalharmos com a Mão Direita de Deus.

Amen.

50 MAYIM HAYIM (hebraico): “As Águas Vivas”.

Um atributo divino da Divindade e uma metáfora para a Fonte de toda energia e glória criadoras (Cântico de Salomão 4:15).

Que os Mayim Hayim, as Águas vivas, fluam através de nós, revigorando todas as moléculas e células do nosso corpo como as Águas Vivas da Vida.

Amen.

51 MESHIAH or MSHECHA (hebraico-aramaico): “Messias”, “o Ungido” ou “o Consagrado”.

O termo “Messias” é um título e não um nome próprio. O Libertador do povo de Deus de acordo com as escrituras designadas a libertar Israel no plano cósmico de avanço da raça adâmica rumo à cidadania ativa de participação no Reino do Divino (Ex 28:41; Lv 4:3,5,16; 1Sm 2:10,35; 1Rs 19:16).

Que a visão Messiânica de libertação me ajude a me tornar ungido ou Crístico para a elevação da consciência do povo de Luz em todo o mundo até o dia de graduação aos mundos superiores.

Amen.

52 ‘OSE SHALOM (hebraico): “Criador da Paz” ou “O Pacificador”.

Aquele que consegue verdadeiramente transformar a agressão da humanidade em Amor Divino, e que ajuda a elevar a humanidade, razão por que são ditas estas palavras no Kaddish, que termina com uma esperança de o Divino estabelecer Paz na vida pessoal e no mundo inteiro.

Que o ‘Ose Shalom ajude a selar e preservar a Paz que ultrapassa todo o entendimento humano para a Missão Divina da Vida.

Amen.

53 ROKEB BA-ARABOT (hebraico): “O Viajante sobre as esferas ou passagens superiores”.

O Divino deslocando-se sobre os reinos superiores da criação e pelas dimensões de eternidade (Sl 68:4).

Que o Rokeb Ba-arabot que viaja pelas nuvens e governa as hiperdimensões de glória manifeste como O Amado a grande revelação às nações do mundo e dê aos que buscam conhecer a abertura dos céus o testemunho do poder de revelação dentro dos Nomes.

Amen.

54 RUACH HA KOIDESH (hebraico): “O Espírito Santo”.

O Espírito Infinito de Deus que é Santo e se expressa como uma parte central do Poder da Trindade para Todo o Universo. Esta expressão também está associada a Hagios Pneuma em grego (p. ex., Lucas 11:13; Ef 1:13; 4:30; Is 63:10-11).

Que os maravilhosos poderes do Ruach Ha Koidesh santifiquem e vivam em nós como o Confortador Divino e o Suplicante de Fé.

Amen.

55 SABAOTH HA MALKA (hebraico) “Rainha do Sabbath”.

O divino como o aspecto feminino da Divindade. Uma expressão dada à Contraparte Divina do Pai da Criação.

Que a Rainha do Sabbath ative a natureza interna de fulgor, composta de inúmeras centelhas que tomam a forma da veste nupcial de poderes amorosos no influxo da Vontade Suprema vinda do lado feminino do Divino.

Amen.

56 SAR SHALOM (hebraico): “O Príncipe da Paz”.

O Libertador designado a libertar Israel (Is 9:6).

Que o Príncipe da Paz, Sar Shalom, o Salvador, o Maravilhoso Conselheiro, O Poderoso e Eterno, realize a verdadeira Liberação e Paz interna, e ajude os que lutam para entender o significado do veículo-diamante neste mundo de forma ilusória.

Amen.

57 SHEKINAH (hebraico): “A Presença Divina”.

A Glória Divina manifestada ao povo santo de YHWH onde quer que A Presença seja sentida.

Ó Shekinah, sejamos abençoados neste mundo com a Dispensação dos Dons do Espírito Santo. Sejamos regenerados três vezes: uma vez no corpo, uma vez na mente e uma vez no espírito.

Amen.

58 SHEM HAMEFORASH (hebraico): ”O Nome Divino Inefável”.

O Tetragrama que não é pronunciado, mas mantido Sagrado.

Que o Shem HaMeforash abençoe e governe a criação humana em todos os mistérios internos da vida, na proteção da futura evolução do DNA.

Amen.

59 SHEMA YISRAEL (hebraico): “Ouve, ó Israel”.

A mais sublime oração de Israel, encontrada no fundamento de Deuteronômio 6:4.

Ó Shema Yisrael, que a convocação sagrada à Terra Natal no Alto nos erga ao nível mais elevado no qual entendamos o convite para a vibração Divina do Eterno e para a música das esferas que sustenta a Paz do universo.

Amen.

60 SHEMOTH (hebraico): “Nomes”.

Esta expressão é o nome hebraico para o livro de “Êxodo”, que provê o Programa Divino de Libertação. Ele é assim chamado porque estas são as primeiras três palavras na primeira frase do segundo livro da Torah.

Ó Divino Eterno, que o Êxodo Divino através da Tua Intervenção como Shemoth nos prepare para o êxodo cósmico deste mundo para os mundos superiores da Casa de Muitas Moradas.

Amen.

61 URIM-THUMMIM (hebraico): “As Luzes e os Poderes”.

As ferramentas sacramentais do sacerdócio superior para comunicação parafísica (Ex 28:30; Lv 8:8; Dt 33:8; Esd 2:63; Ne 7:65; Urim apenas: Nm 27:21; 1Sm 28:6).

Que os poderes imanentes dos Urim e Thummim abram a natureza interna da vida aos grandes poderes do sacerdócio superior do Universo.

Amen.

62 VAY-YIK-RA (hebraico): “O Chamado”.

Esta expressão é o nome hebraico para o livro de “Levítico” ser usado pelo sacerdócio que compreende o poder da oração e a convocação à Santidade, como a primeira palavra do livro.

Que a Lei Divina, na expressão de Vay-Yik-Ra, nos conduza ao caminho de santidade e nos purifique das limitações deste mundo e das realidades sombrias do cosmo inferior.

Amen.

63 YAHWEH (hebraico): “O Nome Revelado do Divino”.

O Nome do Divino Espírito Santo é encontrado mais de 6.800 vezes no Antigo Testamento e é usado pela primeira vez em Gn 2:4. É usado com o artigo definido “o” pela primeira vez nas escrituras após Enoch ter andado com Deus.

Ó Eterno Deus Vivente, Yahweh, sem início nem fim, que Tu sempre estejas comigo na partilha do Teu Nome Revelado da verdadeira natureza da Parceria Divina. Que o poder e as permutações do Teu Nome Sagrado guie as nossas vidas como Tu guiaste a diáspora do Teu povo no Universo nos éons anteriores ao planeta Terra.

Amen.

64 YAHWEH ELOHIM (hebraico): “Deus Criador” ou “Senhor Deus”.

Em Gênesis 2:4 esta expressão é dada para juntar a natureza do Divino revelada em Gênesis 1 com a do Deus Pessoal revelado em Gênesis 2 (p. ex., Juízes 5:3; Is 17:6; Sl 59:5).

Nos Teus Nomes Revelados da verdadeira Divindade Vivente, Yahweh Elohim, que o Teu Nome glorioso nos acompanhe de universo em universo e faça de nós verdadeiros filhos e filhas de Luz.

Amen.

65 YAHWEH ROI (hebraico): “O Senhor é o meu Pastor”.

Esta expressão revela o Divino como o Senhor que cuida de nós por toda a eternidade (Ps. 23:1).

Ó Yahweh Roi, desperta como o veículo-jóia de corpo, mente e espírito no trabalho da Torah Or.

Amen.

66 YAHWEH SHALOM (hebraico): “A Paz de Yahweh”.

Esta expressão que reconhece o Divino é Paz, e é percebida na forma da Pomba, usada para elevar a criação (Juízes 6:24).

Ó Deus Amoroso, Yahweh Shalom, dá-nos a “Paz que ultrapassa todo entendimento humano” e exalta no nosso coração o Teu Amor por nós como o Eterno Santificado. Ó Divino de Paz Eterna, eleva o nosso coração para podermos ver em meio ao turbilhão das galáxias a Paz prevalecer através da Lei e da Palavra vindas de Ti, o verdadeiro Deus Vivo de Paz Eterna e a Celebração da Vida.

Amen.

67 YIGDAL ELOHIM CHAI (hebraico): “Seja Exaltado O Deus Vivo”.

O título usado para oração e louvor da natureza superior e ampliada do Deus Vivente existente em todos os universos. Em toda oração e meditação, que as palavras dos meus lábios exaltem Yidgal Elohim Chai. Seja concedido grande discernimento ao exaltarmos o Deus Vivo que se levanta diante de todos os deuses e senhores da criação como a Essência Divina orientadora perante todos os mundos planetários físicos.

Amen.

68 YOD HE VAU HE (hebraico): “O Tetragrama”.

As Letras Sagradas do Nome Divino como a base do trabalho Divino das Chaves de Enoch®, bem como dos sábios através dos séculos.

Que as quatro letras sagradas Yod-He-Vau-He, o projeto da Vida Divina no Adam físico, esteja sobre as nossas frontes no frescor e alegria do projeto despertado da supernatureza. Santificado seja o Teu Santo Nome.

Amen.

69 YOSHUA YAHWEH (hebraico): “O Nome Ungido de Yahweh”.

Esta expressão significa “Bendito seja Yoshua, o Libertador que vem no Nome do Divino”. Esta é uma confissão do reconhecimento do Trabalho em Unidade da Redenção entre o Pai e o Filho, a Atribuição Messiânica.

Divino Filho Eterno, que és gerado do Pai como Yoshua Yahweh, que o Teu trabalho abençoado de Graça e Amor seja conhecido no reino da humanidade. Que o Teu Nome seja exaltado conforme dizemos ao longo das eras: Bendito seja Yoshua que vem no nome de Yahweh.

Amen.

70 YOTZER HA’ADAM (hebraico): “O Criador de Adam”.

O primeiro homem composto das formas-pensamento do Divino nos mundos superiores que emanou no pó deste mundo. Esta é a segunda de sete bênçãos recitadas no fim da celebração de casamento hebraica tradicional.

Ó Yotzer Ha-Adam, Divino Criador Eterno da semente adâmica, sejam sempre lembrados a Imagem da Humanidade no Adam, e que a imagem e similitude desta vida provieram dos níveis mais altos da Tua Mente e da Tua Imagem.

Amen.

71 YOTZER MEOROT (hebraico): “O Criador dos Luminares”.

A Mente Divina como Criadora dos mundos superiores.

Ó Yotzer Meorot, Criador vivente e exaltado dos Luminares, possamos contemplar a Tua obra na vastidão do Teu esplendor no turbilhão dos sistemas estelares de glória.

Amen.

72 ZEIR ANPIN (hebraico): “O da Face Pequena, o Microprosopo”.

A Face mais próxima de Deus no universo físico, de acordo com os místicos judeus.

Amado e Face Radiante revelada aos santos, que a Tua Face, Zeir Anpin, seja uma testemunha de Vida Eterna. Que a Glória da Tua face nos lembre o grande Amor e a Beleza da Tua natureza sublime que vive dentro da nossa imagem e do nosso destino como a Tua Semente Celestial em forma humana. Que o encontro da Tua Presença, face a face, se dê através do Teu Nome Santo YHWH.

Amen.

Por ser o nosso trabalho ecumênico, para outras expressões em outras línguas, vejam: |||meditpray_greek_port.txt|||, |||meditpray_vedic_port.txt|||.

Por favor, não levem esta lista para outros locais na Internet, nem a transcrevam ou a utilizem em aparelhos de áudio e vídeo.

Se vocês estiverem interessados em usá-la, vocês podem fazer um vínculo (link) para esta nossa página na Internet.

copyright
© 1973, 1989, 1998 by J.J. Hurtak

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

A verdadeira vida é vulnerabilidade

As pessoas são duras. A vida as prepara para serem duras, porque as prepara para lutar. Lentamente, lentamente, elas perdem toda a delicadeza interior, tornam-se duras como rochas - e uma pessoa dura como rocha é uma pessoa morta. Ela só vive da boca para fora, não vive verdadeiramente.




A verdadeira vida consiste em delicadeza, vulnerabilidade, abertura. Não tenha medo da existência: ela cuida de você, ama você. Não é necessário lutar contra ela. A existência está disposta a lhe dar mais do que você pode pedir ou sequer imaginar. Mas a existência só poderá lhe dar se você for suave, delicado, vulnerável. Se você for poroso, ela entrará por todos os lados.


Seja poroso, seja aberto para a existência, sem medo. Não é preciso ter medo. Essa é a nossa existência - nós pertencemos a ela, ela pertence a nós.




Osho, em "Meditações Para a Noite"
Fonte: Saúde Perfeita

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Portal 8:26-39


O título deste artigo remete ao livro do evangelista Lucas, em seu capítulo 8, versículos 26 a 39. O trecho relata a história de um homem atormentado por espíritos imundos e, por eles, possuído, servindo de portal das trevas, incapaz de se defender e se fechar aos ataques.


Vivia acorrentado nas cavernas, pois as pessoas do lugar não queriam tê-lo entre elas, devido ao perigo que representava a si e aos outros.


Jesus, estando de passagem por aquele local, soube do triste fato e mandou que as entidades libertassem o rapaz. Elas lhe responderam indignadas, cobrando uma outra “moradia”; afinal, para onde iriam?


Ao ver uma manada de porcos passeando pelas proximidades, o messias decide enviar os seres macabros para dentro daqueles animais que, em aflição, se precipitaram no abismo e morreram.


Todos conhecem este relato triste e, ao mesmo tempo, libertador da vida do homem gadareno. Há, no entanto, detalhes desta estória merecedores de maior atenção sobre como o filho de Deus era visto pela população e como os seus “poderes” assustavam a gente daquela época.


Quando souberam que o endemoniado, de tantos anos, havia sido libertado dos grilhões físicos e astrais, a população se apavorou com o Cristo e pediu-lhe que fosse embora dali. Vejam! Jesus acabara de fazer um bem a um ser humano, mas foi tratado com desprezo pelos moradores daquele lugar. Por que isso? Não tenho resposta; somente elucubrações.


A primeira inferência a fazer, e, a mim, me parece óbvia, diz respeito à compreensão dos gadarenos sobre o sofrimento do homem acorrentado: para eles, tratava-se de um castigo de Deus e, portanto, deveria continuar até que ele o quisesse. Ao libertá-lo, Jesus feriu esta crença e provocou a ira das pessoas.


Fazendo outra análise, é certo que a legião de entidades, associadas ao rapaz, se revoltou com a sua libertação e instigou a ira e o pavor do povo contra o galileu, exigindo a sua saída; ou então, suponho, seria morto. Ele assim o fez, sabiamente.


Moral da estória: só se enfrenta as forças das trevas com sabedoria.


Obs.: depois de ter sido limpo, o ex-possesso quis acompanhar Jesus nas suas andanças, mas este não o aceitou, preferindo que ele continuasse naquele lugar, convivendo com as testemunhas do seu sofrimento e humilhação, perdurados por muitos anos.
A intenção do nazareno era o homem divulgar a fonte da sua cura: o pai celestial. tratava-se, no entanto, de um deus desconhecido daquela gente, pois eles adoravam vários deuses, por serem pagãos.




Autor: Gesiel Albuquerque
Imagem copiada de: http://acaogospel.com.br/portal/index.php/brasil/o-endemoninhado-gadareno.html

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Goécia: modulação invertida


Falar de magia negra - também chamada de goécia - parece ser algo trivial em qualquer página da internet ou em livros específicos. Entender, no entanto, o objetivo desta força maligna e os seus ataques bélicos contra os seres da criação é mais complexo, por uma razão simples: há pouco detalhamento sobre como a magia se desenvolve e se instala.


Ao me referir a esta prática, não contabilizo os trabalhos realizados por pais e mães de santo nos terreiros de candomblé ou umbanda. Pois, estes sacerdotes trabalham com elementais e forças da natureza, as quais não conseguem estragar, profundamente, o projeto existencial de alguém. Isso, no entanto, não desmerece o potencial das energias manipuladas por estas organizações. Todo cuidado é pouco!


Não tenho a intenção de apresentar respostas às perguntas clássicas sobre o que é e como funciona o lado negro da força, até porque não sou iniciado nestas práticas; mas sim, um estudioso dos assuntos sobre energia, espiritualidade, emoções, psicologia quântica e essência da alma.


Nos meus estudos e viagens astrais, percebi o enorme poder destruidor da goécia produzida com cristais. Eles potencializam bastante as forças do mago negro e chegam a materializar criaturas e objetos construídos por estas mentes viciadas em fazer o mal.


Outra forma perversa de aplicar a potência destruidora da bioenergia-astral é a utilização da hipnose contra a fraca psique humana, ou das entidades fluídicas. Exemplo: os malignos fabricam caixas que vibram numa freqüência específica, emitindo ondas magnéticas e impulsos elétricos invertidos, a fim de desorganizar, completamente, os centros nervosos das entidades-alvo do seu ódio: astral e orgânico.


Não é novidade! Muita gente já sabe como os zebus do mundo etéreo invertem o biomagnetismo estimulador das moléculas. É possível, portanto, expressar tal fato, analisando as notações científicas a estabelecerem que um número x, de base negativa, e expoente ímpar, apresente resultado negativo. Ex.: (-4)³ = (-4) x (-4) x (-4)= - 64. Ou quando a base é negativa, e o expoente é par, o valor final é positivo. Ex.: (-7)² = (-7) x (-7) = 49.


É necessário observar quando o número da base é uma fração e o seu expoente é negativo; pois, neste caso, a base deve ser invertida, mudando-se o sinal exponencial para positivo. Ex.: (2)-² = (½)² = (1/4). Minha gente, guardadas as devidas proporções, o ato mágico tenebroso gera sequências semelhantes a estas. Podemos, dessa forma, comparar estes dados ao seguinte conjunto: a base da potência representa a centelha divina do indivíduo; enquanto o expoente é a frequência átomo-eletro-magnética nuclear emitida.


A exponenciação serve para expressar valores muito grandes ou muito pequenos. Ex.: 6. 120. 000 = 6, 12 x 106. Ou ainda, 0, 00012 = 1, 2 x 10_4. Analogamente, a intenção dos dragões negros astrais é distorcer a lógica, as crenças e a vitalidade dos seus alvos para gerar, neles, grandes discrepâncias fluídicas ou mínimas possibilidades de manifestação em seu habitat, gerando descompensação de fluxos, dificilmente reversíveis. Um matemático habilidoso pode elaborar um cálculo exponenencial capaz de representar estas mobilizações aos extremos quantizados por consciências doentias.


Como resultado deste proceso, a vítma, dominada, torna-se presa indefesa do seu algoz, que inicia uma série de ações sórdidas, incluindo implantes, controle psicológico, emocional e energético contra ela. A partir daí, o tenebroso-chefe emite sugestões fortemente magnetizadas aos corpos mental e emocional do obsedado, fazendo com que a sua vontade se enfraqueça e caia no seu comando.


Vale dizer que o espectro eletro-magnético da energia-éter de cada organismo é único, agindo como impressão digital de cada centelha. Dessa forma, mesmo que os agentes do mal tentem ludibriar os seres das hierarquias ascencionadas, não conseguirão; pois, a sua modulação vibratória emite um código quântico específico (invertido), indicando a sua origem.


Posteriormente, falarei sobre um processo cruel utilizado, também, pelos magos negros, conhecido como imantação. A palavra é pequena, mas os seus efeitos maus são extensos. Através da imantação, realizam-se maldições, energização, orações, rituais, entre outros. Brevemente, irei detalhar este processo muito perverso de dominação mágica.


Autor: Gesiel Albuquerque
Imgem copiada de:http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=24978
Postado por Prof. MSc. Gesiel Albuquerque

sábado, 22 de janeiro de 2011

A VERDADEIRA FORTUNA













Publicado em 16/01/2011 por atabaque26


Era a segunda noite que a insônia indesejável me fazia companhia, e para passar as horas, ler um livro ou assistir a TV, são opções a considerar. Naquela quarta-feira chuvosa, minha escolha foi a telinha, e navegar pelos muitos canais disponíveis em busca de algo que valesse a pena ver. Em outro momento talvez eu seria mais tolerante, mas naquela noite de vigília imposta, eu estava muito irritado. Lá pelas tantas, percebi que o Sr. Zé Pilintra estava sentado no outro extremo do sofá, e como sempre calmo, de pernas cruzadas curtia uma cigarrilha pendurada no canto da boca.


– Saravá meu paizinho, disse eu com a voz rouca…


Depois dele sorrir e gesticular, eu prossegui:


– Veja que coisa absurda meu paizinho…


– Onze canais estão ocupados por religiosos! Mudei rapidamente de canal e apontei o dedo para a TV:


– Veja este cara paizinho! Está pedindo grana discaradamente!


– Será que ninguém vê isso acontecendo!!! Que absurdo! Como fica isso???


Ele levanta os olhos para o teto, faz vários círculos de fumaça e continuou:


O ouro é sem dúvida a maior provação a que se pode submeter o homem.


A convivência com o dinheiro causa imensa preocupação naqueles que estão voltando a terra, pois sabem eles o poder que tem o dinheiro de comprometer toda uma evolução.


Por mais preparados que estejam os irmãos encarnados, não resistem muitos, aos encantos do dinheiro, e percorrem toda existência na carne, escravos do ouro. Enfeitiçados, esquecem dos compromissos de outrora, e cegos pela ganância, sem pudor e sem receio de se expor, lançam mão de todo tipo de artimanhas para conseguir acumular fortuna. Não quero com este depoimento dizer que não devas progredir e adquirir posses, mas afirmo que deveria o dinheiro, ganho de forma honesta, ser apenas mais um instrumento para o exercício da caridade e para o seu crescimento como filho de Deus.


Chegará o dia em que estarás de frente ao juiz celestial. Nada além de suas vestes terás, e Ele terá nas mãos uma lista de todas as suas obras, a qual representará a verdadeira fortuna acumulada por você ao longo da vida. Para aqueles que tiveram uma existência ofuscada pelo brilho do ouro, a lista estará em branco e nada mais restará senão retornar e começar tudo de novo.


– Mas… paizinho… e aquelas pessoas que doam parte de seus ganhos, passam dificuldades, e muitas vezes são enganadas???


Ele se levanta, dá um tapinha nos meus ombros e diz:


– Maninho… a responsabilidade maior é de quem toma, e não de quem doa…


Em seguida Ele foi embora, e o sono finalmente se apresentou…






Axé meu Pai Zé Pilintra!


Por: Wilson de Omulu





quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

PRETO VELHO FALA COM KARDEC


Pouca gente sabe, mas numa das reuniões realizadas na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, Allan Kardec evocou um Espírito que, segundo as terminologias da cultura brasileira,poderia ser classificado como um “preto velho”. Esse encontro, narrado pelo próprio Kardec nas páginas da sua histórica “Revista Espírita” (Revue Spirite), de junho de 1859, aconteceu na reunião do dia 25 de março daquele mesmo ano. Pai César – este o nome do Espírito comunicante – havia desencarnado em 8 de fevereiro também de 1859 com 138 anos de idade – segundo davam conta as notícias da época –, fato este que certamente chamou a atenção do Codificador, que logo se interessou em obter, da Espiritualidade, mais informações sobre o falecido, que havia encerrado a sua existência física perto de Covington, nos Estados Unidos.


Pai César havia nascido na África e tinha sido levado para a Louisiana quando tinha apenas 15 anos.


Antes de iniciar a sessão em que se faria presente Pai César, Allan Kardec indagou ao Espírito São Luís, que coordenava o trabalho, se haveria algum impedimento em evocar aquele companheiro recém-chegado ao Plano Espiritual. Ao que respondeu São Luís que não, prontificando-se, inclusive, a prestar auxílio no intercâmbio. E assim se fez. A comunicação, contudo, mal iniciada, já conclamou os participantes do grupo a muitas reflexões. Na sua mensagem, Pai César desabafou, expondo a todos as mágoas guardadas em seu coração, fruto


dos sofrimentos por que passara na Terra em função do preconceito que naqueles dias graçava em ainda maior escala do que hoje. E tamanhas eram as feridas que trazia no peito que chegou a dizer a Kardec que não gostaria de voltar à Terra novamente como negro, estaria assim, no seu


entendimento, fugindo da maldade, fruto da ignorância humana. Quando indagado também sobre sua idade, se tinha vivido mesmo 138 anos, Pai César disse não ter certeza, fato compreensível, como esclarece o Codificador, visto que os negros não possuíam naqueles tempos registro civil de


nascimento, sobretudo os oriundos da África, pelo que só poderiam ter uma noção aproximada da sua idade real.


A comunicação de Pai César certamente ajudou Kardec, em muito, a reforçar as suas teses contra o preconceito, o mesmo preconceito que o levou a fazer, dois anos depois, nas páginas da mesma “Revista Espírita”, em outubro de 1861, a declaração a seguir, na qual deixou patente


o papel que o Espiritismo teria no processo evolutivo da Humanidade, ajudando a pôr fim na escuridão que ainda subjuga mentes e corações: “O Espiritismo, restituindo ao espírito o seu verdadeiro papel na criação, constatando a superioridade da inteligência sobre a matéria, apaga naturalmente todas as distinções estabelecidas entre os homens segundo as vantagens corpóreas


e mundanas, sobre as quais só o orgulho fundou as castas e os estúpidos preconceitos de cor.”


fonte: SERVIÇO ESPÍRITA DE INFORMAÇÕES ed. nº 2090 (19/04/2008)
ESTA É MAS UMA OBSERVAÇÃO A SER FEITA A MUITOS QUE SEGUE O KARDECISMO.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Mecânica Quântica
Estudo sobre premonição causa polêmica nos EUA


Matéria publicada no jornal Folha de São Paulo (on line) 13/01/2011
Link: http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2011/01/13/estudo-sobre-premonicao-causa-polemica-nos-eua.jhtm


HÉLIO SCHWARTSMAN
ARTICULISTA DA FOLHA


A figura é insuspeita: Daryl J. Bem é professor emérito de psicologia social da prestigiosa Universidade Cornell, em Nova York. Também já lecionou em Harvard e Stanford, entre outras instituições de elite dos EUA.


Ele, entretanto, escreveu um artigo no qual afirma ter demonstrado a existência da percepção extrassensorial (PES), isto é, da capacidade de pressentir o futuro.


Bem relata nove experimentos nos quais colocou um total de 1.100 universitários para adivinhar o futuro.


Eles tinham de realizar tarefas como predizer se uma fotografia vai aparecer do lado esquerdo ou direito da tela do computador ou descobrir onde está a imagem erótica.


Em oito dessas nove situações, sustenta o psicólogo, os alunos se saíram um pouco melhor que o autorizado pelo acaso.


Para completar, o "paper" foi aceito para publicação pelo "Journal of Personality and Social Psychology", um dos mais influentes periódicos dos EUA nessa área.


Como não poderia deixar de ser, a notícia está causando polêmica. O "The New York Times" dedicou uma página especial com nove artigos de opinião sobre a suposta descoberta. As blogosferas cética e parapsicológica também estão agitadas.


Entre os cientistas mais ortodoxos, as opiniões também se dividem entre dois extremos: os que acham graça e os que estão furibundos.


Para os representantes da primeira categoria, é importante preservar a liberdade de acadêmicos seniores de investigar o que quiserem.


Além disso, não há mal na publicação de uma pesquisa assim, pois seus resultados não serão replicados por nenhum laboratório, e ela cairá no esquecimento, a exemplo de várias outras tentativas de dar credibilidade à parapsicologia. Por enquanto, três tentativas de reproduzir os experimentos fracassaram. Há outras em curso.


Cada vez mais presentes no mundo da ciência, os estatísticos têm sua própria linha de crítica. Um grupo liderado por Eric-Jan Wagenmakers, da Universidade de Amsterdã, foi convidado para escrever uma revisão na mesma edição da revista em que sairá o polêmico artigo.


Para os holandeses, o professor emérito errou ao tratar dados colhidos de forma exploratória com um instrumental estatístico concebido para confirmar hipóteses.


Ao fazê-lo, ele inadvertidamente superestimou as evidências contrárias à hipótese de que o fenômeno não existe.


Outros, porém, fazem críticas mais severas a Bem e, em especial, ao periódico que decidiu publicar seu artigo.


Para eles, a existência de PES é uma teoria extraordinária e, como tal, só poderia ser publicada num "journal" se fosse sustentada por evidências extraordinárias --o que não seria o caso mesmo se as conclusões de Bem fossem aceitas pacificamente.


Douglas Hofstadter, professor de ciência cognitiva da Universidade de Indiana, coloca o problema de forma veemente na página de debates do "New York Times".
"Se algo disso [a PES] fosse verdade, então todas as bases da ciência contemporânea ruiriam, e nós teríamos de repensar a natureza do universo. Por essa razão, publicar um artigo como esse é um ato muito grave."


Pelo menos no que diz respeito à natureza do universo, Hofstadter tem razão. Se a PES é uma realidade, então o futuro afeta o presente (retrocausalidade), o que torna urgente modificar todos os livros de física, segundo os quais o tempo é linear.


O professor Bem, é claro, discorda e, a exemplo de homeopatas e novos gurus, recorre à mecânica quântica para explicar seus achados
Postado por Prof. MSc. Gesiel Albuquerque

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

. A Força Mental modifica o ambiente .
De Mauro Dias – em setembro de 2010
maurodias19@yahoo.com.br



Toda informação que recebemos ou percebemos a respeito da natureza do Universo altera nosso estado de consciência. Quando o cientista Albert Einstein apresentou sua fórmula E= mc² ele queria mostrar que a matéria sólida é apenas um estado de energia condensada. Normalmente estamos lidando com a matéria sólida durante toda nossa vida terrena e esta vivência cria um pacote de informações que modifica constantemente nossa consciência. Na verdade a consciência é um conjunto de crenças que regula nossa vida em relação ao meio de nossa existência.



Vivemos num mundo de terceira dimensão onde tudo é denso porque a matéria no seu íntimo atômico está vibrando numa freqüência baixa. Normalmente, os cientistas terrenos não admitem a existência de outras dimensões e por isto estão submetidos a crenças que limitam suas consciências. A ciência terrestre impõe um sistema de validação de teorias, conceitos e postulados que não permite o cientista expandir nas pesquisas de certos assuntos, pois eles ficam inibidos por preconceitos já estabelecidos.


Todos os pesquisadores do Projeto Portal já vivenciaram experimentos que demonstram que a força mental modifica a matéria. Isto acontece com os pesquisadores do Projeto Portal porque não precisam impor as verdades às pessoas e também porque não preocupam com as disputas de carreiras científicas próprias dos egos dos cientistas acadêmicos.



Para alterar a matéria com a força mental, precisamos de muita energia e principalmente direcionamento desta energia. Uma pessoa ao penetrar num ambiente, já está modificando todo o cenário em sua volta. Isto acontece de maneira quase imperceptível. Mas quando há um direcionamento e principalmente somando energia de várias pessoas, podemos alterar a matéria com nossa força mental.


Várias experiências foram feitas no Projeto Portal que demonstram que a força mental pode realizar fenômenos na matéria tais como: deslocamento, materialização e deformação de objetos, além de interferência em ondas eletromagnéticas.


Neste particular, quero dar ênfase ao fenômeno explosão/fragmentação de pratos e xícaras realizadas pelo nosso líder Urandir Fernandes de Oliveira. Já foi demonstrado por meio da mídia através de vídeos este fenômeno que não tem explicação pela ciência oficial.


Toda natureza de terceira dimensão é composta por seres humanos, minerais, animais e plantas formando um conjunto de matéria vibrando em freqüências variadas, mas dentro de uma faixa que denominamos terceira dimensão. Cada objeto tem uma determinada freqüência própria de sua composição material e de seu formato.


A força mental do Urandir é extraordinária porque tem uma grande potência e direcionamento capaz de produzir vários fenômenos que contrariam as leis da nossa ciência oficial. Os cientistas não conseguem explicar esses fenômenos porque estão presos a um paradigma sustentado pela própria ciência que vem dificultando a expansão da ciência como um todo universal.



Quando o Urandir quer explodir um prato ele precisa de um a dois minutos para realizar o fenômeno. Ele coloca sua energia taquiônica em ação para o prato que foi o alvo escolhido. O prato está vibrando numa freqüência estável, mas numa amplitude baixa. O direcionamento é a capacidade de criar um alvo para atuação da energia taquiônica gerada pela mente humana. O Urandir procura sintonizar sua freqüência ao prato, mas com grande potência na amplitude.


De acordo com a física, quando duas freqüências são igualas suas amplitudes são somadas. Acontece que o direcionamento da energia é também oscilante – isto significa que a freqüência imposta pelo Urandir passa algumas vezes pela freqüência do prato produzindo choques muito fortes devido às oscilações da amplitude.



A seqüência desses choques é que produz a explosão do prato que estilhaça em centenas de pedaços a partir de seu centro geométrico. Em última análise, essa oscilação da freqüência inicial cria e transporta outra freqüência mais baixa de grande amplitude que o prato não consegue resistir. Esse é um fenômeno de freqüência modulada utilizada por milhares de estações de rádio tão comuns nos dias de hoje.


Ao acreditar nesses fatos estamos adicionando novas informações ao nosso sistema de crenças, alterando nossa consciência universal. Assim poderemos dar prosseguimento às nossas pesquisas que possibilitarão melhor entendimento da natureza de outras dimensões, facilitando nossa interação com o Universo.



A conclusão que podemos tirar é que nossas mentes estão interagindo constantemente com a matéria ao nosso redor. Os objetos que usamos terão desempenhos diferenciados conforme a mente de seu manipulador. Estamos dentro de um processo de grande síntese. Esses efeitos são pouco percebidos porque cada pessoa tem uma ação individualizada desconhecendo o efeito de conjunto de todas as mentes humanas atuando no destino da Terra. Toda ação em grupo terá melhores resultados porque soma a energia de todos para um único objetivo, podendo alterar o cenário terrestre para melhor.



http://www.pegasus.portal.nom.br/  

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

CINTURÃO DE FÓTONS E A INTERAÇÃO COM A MATÉRIA
Postado por CLAUDIO VELASCO

 


De Sergio campos – em dezembro de 2010
sergio.ossiliere@gmail.com



Este texto foi escrito tomando por base o conhecimento prévio do leitor sobre o que é o Cinturão de Fótons e tem como objetivo focar na interação fóton X matéria. Entretanto, se pudesse resumir em uma frase diria: o cinturão consiste de fótons altamente energéticos cuja origem é o centro de nossa galáxia.


O fóton








O fóton, responsável pelo fenômeno eletromagnético, compreende um espectro grande de freqüências que incluem ondas de radio, microondas, infravermelho, luzes visíveis (cores do arco iris que vemos), ultra violeta (UVA, UVB, UVC), raio-X, raio-gama, raios cósmicos.






Exatamente quais as freqüências que compõem o cinturão de fótons, elas são difíceis de dizer, pois desconheço documentação científica ou documentação vinculada na media sobre ele.


Entretanto, existe documentação científica recente sobre a existência de fótons altamente energéticos vindo do centro da galáxia, apenas não fazem qualquer referência sobre o cinturão de fótons.


Dado o conhecimento científico sobre os raios vindo do espaço podemos ter certeza que no cinturão há a presença de fótons de altas freqüências (ou altamente energéticos) acima do campo visível, e provavelmente deve ser rico em freqüências como Raio-X, gama e cósmicos (que são altas freqüências, agressivas e perigosas).






O fóton tem propriedades de partícula e de onda. Como partícula ele transfere energia quando interagindo com matéria. É a idéia da bola de sinuca depois da tacada, ela tem uma energia de movimento (energia cinética) e que, ao se chocar como outra bola, transfere toda ou parte dessa energia, colocando a outra bola em movimento. Como onda ele possui as propriedades das ondas. Ex de propriedade: reflexão. Reflexão é como uma ondinha de água numa banheira, ela se propaga, bate na parede da banheira e volta (reflete).






Sem entrar na propriedade de cada raio, vamos apenas observar o fóton como partícula. Vocês lembram de ver um desenho ou representação de um átomo? Uma bolinha parada no meio com outra bolinha menor circulando em volta dessa bolinha central? (Fig1)






Com o desenho do átomo em mente imaginem agora o fóton vindo da sua fonte (ex de fonte: equipamento de raio-X, radioterapia, do cosmos...) entra no nosso corpo e em um dado momento, ele pode se chocar com um desses elétrons. Dependendo da energia dele ele pode arrancar o elétron da orbita que ele estava em volta do núcleo (Fig2).






Da mesma forma q a bola de sinuca arranca a outra bola da posição parada que ela estava. O nome do fenômeno onde isso ocorre é chamado de Efeito Comptom. Na figura 2 , podemos ver que a freqüência antes do choque (incident quantum) com o elétron é maior do que a freqüência depois do choque (scattered quantum), ou seja, o fóton perdeu energia pois transferiu parte dessa energia ao elétron e conseqüentemente teve um aumento no comprimento de onda (a oscilação ficou mais lenta; ondulações mais espaçadas depois do choque), virou um fóton de mais baixa freqüência ou vibração.





Formação de íons




Quando um elétron se desprende ficamos com um núcleo positivo procurando uma carga negativa para se equilibrar, e com um elétron (negativo) que vai também procurar uma carga positiva para se equilibrar.


Agora imaginem esse mesmo átomo em um contexto maior: ele faz parte, por exemplo, de uma proteína, a P53, conhecida como reguladora celular e supressora de câncer.




A P53 é composta por inúmeros átomos, e vamos imaginar que um dos elétrons desses átomos foi atingido por um fóton altamente energético como um raio cósmico e que arremessou esse elétron para longe. Agora temos uma proteína que vai querer se equilibrar podendo se juntar com outra proteína por exemplo. É como se "colássemos" com super-bond uma chave na ponta de outra chave. Essas duas chaves coladas não vão mais entrar na fechadura da porta e fazer o trabalho, ou seja abrir a porta. Da mesma forma, uma proteína colada em outra proteína não vai mais conseguir regular a célula e conseqüentemente suprimir o câncer.




Freqüências existentes dentro de nós.




Da mesma forma que a terra está em órbita em relação ao Sol o elétron está girando em torno do núcleo. A terra gira em torno de seu próprio eixo e o elétron também gira em torno de seu próprio eixo. Cada volta em torno do núcleo é um ciclo, cada giro completo em torno de si é um ciclo. Então se temos ciclos por segundo em cada partícula (elétrons, prótons, nêutrons,...) acontecendo dentro de nós, estamos falando de uma freqüência, ou seja, de uma vibração. Tudo isso quer dizer que somos compostos inteiramente de elementos em vibração.


Energia vibracional e a proteção sobre o cinturão de fótons.


Se estamos trabalhando o aumento da energia vibracional, ou seja, estamos aumentando a vibração de nossas partículas, não seria esse o motivo de estarmos mais protegidos contra o cinturão de fótons?


Explico:


Imaginem dois casos: Uma bola de sinuca em movimento - quanto mais forte for a inércia da bola mais difícil é de retirá-la ou desviá-la deste movimento. Chamamos a força da inércia de "momento de Inércia", que é dada pela equação I = m.v (Inércia é igual a massa vezes velocidade).



Ou seja, não só um corpo pesado e com grande massa tem grande inércia, mas também quanto mais velocidade mais inércia. E quanto mais inércia mais difícil de ser retirada da orbita. Então se aumentarmos a velocidade do movimento dessas partículas estamos aumentando a freqüência delas e conseqüentemente a inércia também.


O que quero dizer é que se conseguirmos comprovar que o aumento de energia vibracional está ligado ao aumento das freqüências citadas acima, poderemos provar que ao aumentarmos nossas energias vibracionais estaremos mais protegidos contra doenças como câncer quando causadas por radiação por fótons.


Para finalizar, quero salientar que sou engenheiro e a mecânica quântica me fascina, mas não é minha especialidade. Agradeço correções, complementos e questões para contribuir com essa minha exposição.






http://www.pegasus.portal.nom.br/

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O QUE É UM "JAPA MALA?"


--------------------------------------------------------------------------------








"Japa" é uma palavra em sânscrito que vem da raiz verbal "jap", que significa "murmurar, sussurrar".


"Japa" é a prática feita pelos yogis na repetição em tom de murmúrio de mantras, de passagens das escrituras, ou do nome de uma divindade.


A repetição destes mantras, o "Japa", é uma "corrente", um "cordão de energia".


Mala é uma palavra de vários significados em sânscrito, porém neste caso, ela quer dizer, apenas, "cordão de contas".


Temos então duas correntes, uma espiritual, "Japa" e outra material, "Mala". Assim, as energias espirituais invocadas "Japa", energizam o "Mala".


Geralmente, o "mala", utilizado para o "japa", "murmurar", contém 108 contas.


Um Mala pode conter contas que também formam divisões de 108, de modo que o mesmo cálculo possa ser mantido.


Chegar ao "Meru", a conta central no mala, mostra que você fez o seu "japa" por 108 vezes. Completar o circuito de 108 mantras é um passo a mais no caminho da elevação espiritual. Cada Volta realizada no "Mala", é um degrau na escada para a união com o éter divino.


Um "mala" estimula seu usuário a fazer os "japas" diariamente.




--------------------------------------------------------------------------------


POR QUE USAR UM MALA ?


O Mala é utilizado para contar mantras em grupos de 108 repetições.


A palavra mantra vem do sânscrito, "man" que significa "mente" ou "pensamento" e "tra" significa "proteger" "socorrer". Assim, mantra quer dizer : proteger nossas mentes de maus pensamentos.


Os mantras são um meio de comunicação espiritual das religiões hindu e budista. Um mantra sagrado é normalmente entoado em sânscrito. Quem entoa mantras busca a intercessão espiritual. Uma forma de orar repetidamente, a fim de magnetizar as energias de uma determinada divindade.


O mantra essencial é a sílaba sagrada OM, que significa Ômega. Ômega é a energia feminina da Mãe Divina. Quando entoamos o OM, estamos manifestando a vontade de trazer para a matéria, a energia da palavra ou frase seguinte. Por exemplo: OM VISHNU OM, Significa que estamos dizendo que queremos a intercessão de Vishnu em nossas vidas. Vishnu é responsável pela instrução e compreensão dos mistérios da vida, dizer seu nome somado a um OM, traz sabedoria para quem o faz. OM SHIVA OM, traz o poder purificador e protetor de Shiva para quem o entoar.


Praticamente todas as religiões entoam alguma forma de oração para a comunhão espiritual com seres mais elevados.


Mantra é formado por palavras em sânscrito com poderes para elevar a consciência, promover a cura, solucionar problemas, conseguir proteção e direção espiritual, manifestar desejos e muito mais.


Entoar mantras é uma forma de meditação. Uma pessoa entoa mantras repetidas vezes, em murmúrio ou em alto tom. A mente focaliza-se no conteúdo do mantra e os pensamentos tornam-se positivos e poderosos, a respiração deve ser lenta e profunda.




--------------------------------------------------------------------------------


USANDO UM MALA
Segurando o seu cordão de contas, o "Japa Mala", na mão direita, deixe que ele escorregar sobre o dedo do meio (o dedo do céu, o dedo mais longo). O dedo indicador não deve tocar as contas, ficando estendido durante todo o período da entoação dos mantras, o "japa".


Comece sempre pela conta seguinte à grande conta, o "meru", que significa "montanha", e não deve ser contado, nem tocado pelo dedo do polegar, o Meru é apenas o ponto inicial e final da contagem das contas.


Puxe as contas de seu Mala sempre em sua direção, uma a uma, entre seu dedo polegar e o dedo do meio, usando seu polegar para “contar” e puxar cada conta, puxando levemente, enquanto recita o mantra escolhido, e movendo para a próxima conta, até completar a série de 108 contas de seu mala, entoando seu mantra escolhido, por 108 vezes seguidas, ou mais.


Uma conta é puxada por cada repetição do mantra.


O polegar representa seu chakra da garganta e o dedo do meio representa o éter divino no chakra do coração. Assim, como estamos nos comunicando com seres elevados do plano etéreo, este mudra aumentará nosso poder de comunicação espiritual.


Mantenha a mente firme prestando a atenção em sua respiração, nas contas e em seu mantra.


Enquanto puxa uma conta, inale, entoe o mantra "OM NAMAH SHIVAYA", enquanto exala. Um Mala foi feito para ser utilizado em harmonia e com muita calma e firmeza em suas palavras.


Uma vez que você alcance o Meru, caso queira continuar mais 108 vezes, não o ultrapasse. O Meru é a conta estática do Mala.


Vire as contas ao redor e continue na direção inversa. Isto se faz necessário por que quando puxamos as contas ganhamos um espaço entre elas, assim juntamos as contas que ficaram para trás, se formos em frente pelo caminho que começamos, encontraremos as contas muito juntas do outro lado do Meru, e o polegar não poderá fazer o "mudra da riqueza espiritual", que toca estes dois dedos a cada puxada.


O Japa Malas pode ajudá-lo a tirar a tensão, a ansiedade, o medo e levará você a atingir níveis mais altos de consciência e realização espiritual.


A utilização de Japa Malas aumenta a felicidade e a capacidade de meditação. As contas de Japa dão mais foco e maior determinação a quem às utiliza.


Um mala pode ser um colar ou uma pulseira. A pulseira deve ter 27 contas, que precisarão ser contadas por 4 vezes para completar 108.




--------------------------------------------------------------------------------


Você poderá adquirir seu mala no Ateliê Arte & Fazer: www.patina.com.br/malas.htm




--------------------------------------------------------------------------------


O PODER DE UM MALA


Seu Mala pode ser imantado com o poder de "Japa"de seu mantra, para isso você precisará praticar todos os dias, por pelo menos 40 dias seguidos. Após 108 dias o mala ficará carregado da energia do poder do mantra entoado/ murmurado/ meditado, e você poderá colocá-lo ligeiramente sobre si ou em outros, para transmitir a energia do mantra, armazenada na mandala de luz, formada em seu Mala.


O ideal seria utilizar um Mala para cada mantra. Quando utilizar o seu mala com um novo mantra, a energia do novo mantra começará a substituir a energia do mantra anterior, então é recomendado usar um novo mala com cada mantra, se possível, é claro.


Outra boa idéia é ter um Mala para cada raio. Cada um dos sete principais chakras carrega as energias de uma das sete principais consciências de Deus.


Quando não estiver utilizando seu mala, guarde-o em um lugar limpo e sagrado. O melhor lugar para guarda-lo é sobre um altar pessoal ou sobre uma estatueta sagrada de uma divindade.


O mala é utilizado para que uma pessoa possa pensar sobre o significado do mantra e de suas palavras enquanto entoa, sem ter a necessidade de ficar contando as vezes que entoa.




--------------------------------------------------------------------------------


UMA TRADIÇÃO EM VÁRIAS RELIGIÕES


Os maometanos também têm um "mala" que se chama "tasbi", eles mantém nas mãos enquanto repetem suas orações. Rolam as contas entre os dedos enquanto repetem o nome de Allah.


Os cristãos têm seu "terço" nas mãos, enquanto fazem suas orações diárias. Conta-se que a palavra "rosário", que tem semelhanças óbvias ao mala, veio do tradicional "Japa Mala" hindu. Quando exploradores romanos vieram na Índia e conheceram o mala, eles ouviram " jap mala" em vez de "japa Mala". "Jap" significa "rosa" e um mala então, foi levado ao Império romano como "rosarium". O rosário possui 50 contas separadas de dez em dez por outra de maior tamanho, e seus extremos se unem em uma cruz. Totalizando 54 contas (a metade do rosário oriental de 108 contas).


Os Hindus, quando decidem fazer um mantra por mais de 108 vezes, colocam um grão de arroz para cada 108 vezes, dentro de uma tigela. Toda vez que chegam ao Meru, tiram um grão de arroz da tigela.


No Budismo Tibetano, é comum a utilização de malas maiores, por exemplo de 111 contas. Eles contam um mala como 100 contas e 11 extras para compensar possíveis erros cometidos pelo caminho.


No Budismo, a utilização do Mala pode ser feita com qualquer uma das mãos e os dedos também podem ser outros, dependendo da vontade de cada um. o que conta mesmo é a repetição dos mantras.


A tradição islâmica, trabalha com um rosário de 99 contas. O rosário se divide em três séries de 33 contas, cada uma delas representa um mundo. Conta-se que a conta faltante para completar a centésima, só se encontra no Paraíso.


Uma grande variedade de materiais são usados para fazer contas de mala. Na tradição budista tibetana indicam o uso de osso (animal, a maioria comumente de boi) ou às vezes humano, os ossos de Lamas falecidos, são de grande valor.




--------------------------------------------------------------------------------


MALA DE OSSOS HUMANOS SAGRADOS DO NEPAL


Mala Sagrado feito com 108 finas contas de ossos de crânio humano do Nepal. Estes são ossos de crânio de budista praticantes que já fizeram a passagem. Seu preço é elevado devido a sua raridade. O propósito deste Mala de Ossos é orar, recitar mantras e meditar em cortar o egoísmo, apegos fortes e cultivar uma consciência livre.


Outros usam madeira ou sementes da árvore Bodhi. Pedras semi-preciosas tal como coralina e ametista podem ser usados, também. O material muito utilizado é madeira de sândalo.


O SIGNIFICADO DO NUMERO 108 (Extraído do livro:”Razão de Viver”)


Entre os místicos é muito conhecido o extraordinário resultado de repetir um mantra, oração ou comando de luz, cento e oito vezes.


Cento e oito é o resultado de nove vezes o número doze.


O poder dos nove ou novena é prática antiga da religião católica. Porém, qual é a explicação deste poder?


Três é o poder da Chama Trina, ancorada no coração dos filhos e filhas de Deus.


É a chama do Poder, da Sabedoria e do Amor de Deus manifestando-se no homem; a trindade do Pai, do Filho, e do Espírito Santo.


Multiplicando o poder da chama da Trindade no coração, pelo poder da origem desta Chama Trina, no coração da Poderosa Presença do EU SOU individualizada, encontramos o resultado de três vezes três, o poder do numero nove. O numero do Espírito Santo.


Isto ocorre quando confirmamos a vontade de Deus na Terra, assim como Ele afirma no Céu. Assim, nove é o número da manifestação do plano divino. Não é de se admirar que as mulheres tenham seus filhos aos nove meses de gestação.


E o número doze? Vejamos: doze foram os apóstolos de Jesus.


Doze são os meses do ano e também doze são as legiões de anjos. Jesus disse a Pilatos: – "Você pensa que eu não posso chamar meu Pai e Ele mandaria imediatamente doze legiões de anjos para me salvar?".


O relógio marca doze horas. O chakra do coração tem doze pétalas significando doze vibrações únicas que são como doze chaves para as doze portas da cidade celestial. Doze são os signos do zodíaco.


Existem doze hierarquias celestiais, cada uma referente a um signo zodiacal. Elas carregam, mantêm e seguram à disposição da humanidade, as doze virtudes de Deus que são: poder, amor, mestria, controle, obediência, sabedoria, harmonia, gratidão, justiça, realidade, visão e vitória divina.


Doze são os raios de Deus, sendo sete conhecidos e cinco raios secretos. Temos doze chakras, sendo também cinco secretos. Doze são os frutos da Árvore da Vida.


Assim, grande é o poder dos 108, pois ele representa a multiplicação dos poderes de nove por doze (9 x 12 = 108). Isto é a confirmação da vontade de Deus nos 12 raios da consciência divina manifestados na Terra.




--------------------------------------------------------------------------------

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

A misteriosa (in)certeza dos números




O ser humano terá sempre a tentação de tornar a interpretação numa das formas de satisfação da sua curiosidade natural.


Ler os astros, avaliar os fenómenos que nos rodeiam é por vezes entendido como charlatanice, outras como ciência.


A matemática é pródiga em relações com a natureza; basta pensar na regra de Fibonacci, que permite interpretar através de fórmulas, o crescimento espiralado de certos crustáceos.


Os números permitem, também, baseando-nos apenas no que cremos, estabelecer associações entre as nossas convicções e os milhões de algarismos que pululam à nossa volta. São os números de azar como o malfadado 13 ou da sorte como o 7.


Por exemplo, acredito que hoje, dia 27, exista alguém que experimente um sentimento de felicidade e que sinta que o 2 representa os dois elementos do seu casamento e o sete a sorte que ambos têm em fazer parte da vida um do outro...


Nem tudo se explica pela lógica e os mistérios da vida, das emoções, dos sentimentos, jamais serão todos desvendados por ela; por isso, que construamos a nossa realidade da melhor forma que conseguirmos, mas abnegadamente e que as nossas impressões permitam pintar a nossa existência com as cores que nos façam sorrir, mesmo que aos olhos dos outros elas sejam invisíveis. Afinal aquilo que se passa dentro de cada um de nós, de cada relacionamento só quem o vive é que sabe, entende.


Para quem faz da vida uma eterna aventura, permanente descoberta de si e dos outros, a minha homenagem pela persistência e dedicação em fazer deste mundo um lugar cada vez melhor à custa da entrega incondicional, da generosidade desinteressada, do carinho espontâneo, da partilha ilimitada.


A ti, que amas a vida, abre as asas do espírito e voa por cima das sombras das tuas dúvidas para um dia encontrares a luz das tuas certezas.


Publicada por Afronauta

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

A CANCÃO DA GRATIDÃO




Como me seria possível duvidar do Universo?
Perante a força do oceano, a grandiosidade da montanha, a beleza singela da flor e a inocência encantadora da criança, como não acreditar na Força Maior, que nos traz a existência?

E o que são os meus desejos contrariados, diante das bênçãos que a cada dia encontro em meu caminho? Porque me visitaria a revolta, quando vive em mim a gratidão?
Sou grato pela luz dourada do amanhecer, que varre do mundo a escuridão e acaricia os meus olhos com a luz de um novo dia. Mas também ao anoitecer, que me traz o merecido repouso.

Sou grato à chuva benfazeja, que ensopa a terra, faz crescer as plantas e alimenta o curso dos rios. E ao sol, que enxuga as minhas roupas molhadas e aquece o meu corpo, após a friagem da noite.
Sou grato pelo alimento, que me sustenta a cada dia. E pelo trabalho, que me permite ser digno de prover às necessidades da vida, com o suor de meu rosto e a honestidade de minha conduta.
Sou grato pelas roupas que visto, e pelo teto que me abriga. Por todas as dificuldades que já superei e pelas que ainda surgirão em meu caminho, para ensinar-me o valor da perseverança.


Sou grato pelos meus amigos, cujo carinho me sustenta e é tão importante ao meu coração. Sem eles, muitas vezes me faltaria a coragem para prosseguir a cotidiana jornada.
Sou grato pelos meus amores, que fazem valer a Vida e renovam as forças de minha alma. Que embalam os meus sonhos e me trazem as mais sinceras e intensas emoções.
Sou grato pelas esperanças, que me fazem seguir em frente; e pelas desilusões, que mantêm o meu senso de realidade e não me deixam esquecer as limitações da condição humana.
Sou grato pelo riso e pelo pranto, que em meu coração fertilizam as sementes do aprendizado. Pela saúde e pelas doenças, que me ensinam a respeitar o corpo e a mente que me servem.
Sou grato pelos meus acertos, testemunhas de quanto me esforço para seguir os melhores caminhos. Mas também por meus erros, que me mostram quanto ainda me resta a aprender.
Sou grato pela Vida. Pela dádiva suprema de existir, de pensar e sentir. Pelo dom de sorrir e chorar, pelo direito de a cada dia escolher os novos rumos para a minha própria jornada.
Sou grato ao Infinito, cuja essência encontro em mim mesmo e percebo em tudo que me rodeia. Obrigado, Pai, por permitir que eu Vos possa sentir em cada sopro de vento que percorre o mundo.
Em meu verdadeiro Eu.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Oração a Isis


Ó Ísis!
Mãe do Cosmo, raiz do amor, tronco, capulho, folha, flor e semente de tudo o que existe.
A ti força da natureza conjuramos.

Chamamos a Rainha do Espaço e da Noite... e beijando seus olhos amorosos, bebendo o orvalho de seus lábios, respirando o doce aroma de seu corpo, nós exclamamos:

Ó, Nuit!
Tu, eterna deidade do céu, que és a Alma Primordial, que és o que já foi e o que será. Ísis, a quem nenhum mortal levantou o véu. Quando tu estiveres sob as estrelas irradiantes do noturno e profundo céu do deserto, com pureza de coração e na chama da serpente, te chamamos:

RAM-IO... RAM-IO... RAM-IO...

"As conjurações são antiqüíssimas e têm como finalidade descarregar os corpos internos de todas as larvas astrais e mentais, influências negativas, más impressões, fixações, etc., tanto externas quanto internas".
"Fadiga excessiva, dores de cabeça intermitentes, calafrios, tonturas, perturbações no apetite, dores inexplicáveis, perda de memória, tristeza, depressão, ansiedade, medo de ficar sozinho e outros medos inexplicáveis."

Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/testes/oracoes/14.htm

Páginas