sábado, 26 de janeiro de 2013

ANCORANDO, ATIVANDO E ATUALIZANDO OS 22 CHAKRAS




Silvia Rêgo: Terapeuta Holística, Embaixadora Planetária, Ufóloga, Astrônoma Técnica e Consultora Espiritual
CHAKRAS DA TERCEIRA DIMENSÃO

Chakra Raiz 

CHAKRA: RAIZ, BÁSICO ou MULADHARA DESCRIÇÃO: O primeiro chakra é o trono do corpo físico. Ele foca a sua vida terrena, conectando você especificamente à Terra. Lida com questões de por os pés no chão e sobrevivência. No período Lemuriano o primeiro chacra é que precisava ser aberto. O primeiro chakra lida com o fato de estarmos na Terra. 
COR: Vermelho. 
GLÂNDULA: A glândula associada a este chakra são as gônadas. 

Chakra da Dualidade 

CHAKRA: SVADHISTANA DESCRIÇÃO: Está relacionado à criatividade, ao equilíbrio das energias masculinas e femininas, às nossas energias sexuais. O lado oculto do segundo chakra é relacionado com o trono do subconsciente. Este chakra começou a ser acionado no último período do desenvolvimento Lemuriano. 
COR: Laranja. 
GLÃNDULA: A "glândula" associada com este chacra é o baço que está relacionado com sistema linfático. 

Chakra do Plexo Solar 

CHAKRA: MANIPURA DESCRIÇÃO: O terceiro chakra é o trono do corpo emocional. O período de Atlântida da história da Terra é direcionado para o desenvolvimento deste chacra. COR: Amarelo. 
GLÃNDULA: A glândula associada com este chakra é a adrenal. 

Chakra Cardíaco 

CHAKRA: ANAHATA DESCRIÇÃO: O quarto chakra lida com o amor incondicional. Este tem sido o direcionamento da era Cristã. 
COR: Verde. 
GLÃNDULA: A glândula que está associada com este chacra é o timo.

Chakra Laríngeo 

CHAKRA: VISUDDHA DESCRIÇÃO: O chakra laríngeo lida com a comunicação, expressão e o uso da vontade. Este chakra é o que está sendo desenvolvido na era de Aquário. 
COR: Azul. 
GLÃNDULA: A glândula associada com esta glândula é a tireoide.

Chakra do Terceiro Olho 

CHAKRA: AJNA DESCRIÇÃO: O chakra do terceiro olho está relacionado com o autoconhecimento ou a visão espiritual. O terceiro chakra também está relacionado com a mente consciente. 
COR: Azul esverdeado. 
GLÃNDULA: Hipófise*
*Nota: Algumas pessoas associam a glândula pineal ao terceiro olho. 

Chakra da Coroa 

CHAKRA: CORONÁRIO ou SAHASRARA DESCRIÇÃO: O chakra coronário lida com a mente super consciente, a alma, o Eu Superior, a Mônada ou Deus. É o verdadeiro portão para as energias mais elevadas. 
COR: Violeta. 
GLÃNDULA: Pineal 

CHAKRAS DA QUARTA DIMENSÃO

Nota: Estes chakras da quarta dimensão estão acima da cabeça, não possuem uma glândula do corpo físico diretamente associada a cada um.

Oitavo Chakra

DESCRIÇÃO: O primeiro chakra da quarta dimensão é o trono da alma. Nos chakras da terceira dimensão, a Terra designa o número ZERO e representa a existência física. É sólido e concreto. O trono da alma é o trono da nossa existência na quarta dimensão, assim como a Terra é a linha de base para a nossa existência na terceira dimensão. 
COR: Turquesa

Nono Chakra 

DESCRIÇÃO: O nono chakra corresponde ao chacra básico na rede de chakras tridimensionais. O nono chakra corresponde ao corpo de luz. Está relacionado à alegria. Quando este chakra é ativado, o corpo de luz está na sua estrutura celular e sub-celular. 
COR: Verde azulado 

Décimo Chakra 

DESCRIÇÃO: O décimo chakra está associado ao chakra da polaridade na terceira dimensão. Está relacionado às polaridades – a integração do eu masculino com o eu feminino. Este chakra começa a funcionar realmente quando estas energias masculinas e femininas estão em equilíbrio total. Isto é experimentado sem nenhum esforço e é um alinhamento da alma. 
COR: Pérola 

Décimo Primeiro Chakra

DESCRIÇÃO: Este é o chakra das energias da Nova Era. Corresponde ao chakra solar na terceira dimensão; conectar o terceiro chakra ao décimo primeiro chakra permite que nós consigamos diminuir os traumas das vidas passadas e presente que estão armazenados no terceiro chakra. A energia do décimo primeiro chakra seria como uma onda e se move através do seu corpo e sai dele sem ficar no corpo ou se ligar a alguma área do corpo perceptível. 
COR: Rosa alaranjado 


Décimo Segundo Chakra 

DESCRIÇÃO: O décimo segundo chakra é a consciência Crística, que é a energia de transformação que conecta todas as formas de energia. É associado ao chakra cardíaco na terceira dimensão. 
COR: Dourado brilhante 

Décimo Terceiro Chakra 

DESCRIÇÃO: Este décimo terceiro chakra é relacionado à manifestação da comunicação vibratória. Este é o chakra que é usado na materialização e desmaterialização das coisas. É também o chakra utilizado no teletransporte. Este chakra também é usado para a cura. 
COR: Violeta rosado 

Décimo Quarto Chakra 

DESCRIÇÃO: O décimo quarto chakra é relacionado com o Plano Divino. Permite com que a mente se renda ao Eu Superior. O décimo quarto chakra está dizendo que você está permitindo que o Plano Divino mostre o caminho a seguir sem revisar ou avaliar com suas crenças mentais. Este chakra corresponde ao terceiro olho na terceira dimensão. Ele traz clarividência na quarta dimensão. É o início para ativar o aspecto do infinito dentro de si mesmo.
 COR: Violeta azulado escuro 

Décimo Quinto Chakra 

DESCRIÇÃO: O décimo quinto chakra é relacionado com a conexão Monádica. Corresponde ao chakra coronário na terceira dimensão. O sétimo chakra é a nossa conexão espiritual. Com o décimo quinto chakra nós nos tornamos parte da Mônada. Isto nos dá a porta da ascensão. Quando este chakra está funcionando quer dizer que a estrutura da nossa alma está estável o suficiente para controlar a energia e o alcance da informação proveniente do nível monádico. 
COR: Branco Dourado Suave

CHACRAS DA QUINTA DIMENSÃO 

Décimo Sexto Chakra 

DESCRIÇÃO: O décimo sexto chakra é relacionado com a ascensão. É o décimo sexto chakra que corresponde ao chakra coronário na terceira dimensão. Este chakra é o primeiro dos chakras da quinta dimensão. Este chakra de ascensão à Mônada e à Presença do Eu Sou e de transformar-se em um ser universal torna-se a nova linha de base, assim como o oitavo chakra, o trono da alma, era a linha de base nos chakras da quarta dimensão. 
COR: Branco Violeta Suave 

Décimo Sétimo Chakra 

DESCRIÇÃO: O décimo sétimo chakra está relacionado com a luz universal, correspondendo ao nono chakra ou corpo de luz na rede dos chakras da quarta dimensão. Nós vamos da terceira dimensão que é sólida para a quarta dimensão que é sólida e luz, até chegar à quinta dimensão que é luz em sua totalidade. 
COR: BRANCO

Décimo Oitavo Chakra 

DESCRIÇÃO: O décimo oitavo chakra está relacionado à intenção divina da sexta dimensão. Este chakra quando está ativado traz habilidade de trazer a sexta dimensão para a realidade. Olhando para a tabela dos chakras, você verá que há um vazio entre o décimo oitavo e o décimo nono chakra que diz: "Sem correspondência". O motivo deste vazio é que na quinta dimensão não existe correspondência ao chakra solar da terceira dimensão porque ele se uniu ao chakra da quinta dimensão que corresponde ao chakra cardíaco na terceira dimensão. 
COR: ROSA DOURADO 

Décimo Nono Chakra 

DESCRIÇÃO: O décimo nono chakra é relacionado com a energia universal. Na terceira dimensão, este chkcra corresponde ao chakra cardíaco, que foca na energia do coração. Na quarta dimensão, no décimo segundo chakra, a energia que se expande é a energia Crística. Na quinta dimensão, a correspondência se faz com a energia universal. Esta energia universal é sentida por aqueles que permitem que uma nova fonte de energia passe por esta fonte, através do seu nível Monádico, através de seu nível de alma para o corpo físico. 
COR: Magenta 

Vigésimo Chakra

DESCRIÇÃO: O vigésimo chakra é relacionado com o EU SOU. Na terceira dimensão, você precisa se comunicar pelo som. Na quarta dimensão, você tem a capacidade de se comunicar mais expandida, através da vibração da luz. Na quinta dimensão, não há necessidade de trocas, é um estado de ser o universo em que a troca não é necessária para a comunicação. 
COR: Violeta dourado 

Vigésimo Primeiro Chakra 

DESCRIÇÃO: O vigésimo primeiro chakra é relacionado com a estrutura divina. É o criar a partir de um ponto de evolução, o que é na verdade um ponto de resolução. Quando você desenvolve a sua consciência, este chakra te dá a capacidade de ver o Plano Divino. Você agora está além da estrutura da quinta dimensão dentro do aprendizado que se deu na estrutura Divina. 
COR: Azul dourado 

Vigésimo Segundo Chakra 

DEFINIÇÃO: O vigésimo segundo chakra é relacionado com a Fonte ou conexão com a Mente de Deus.
 COR: Platina 

SINTONIA DOS CHAKRAS


Além de utilizar as cores para trabalhar e abrir os chakras, também é possível utilizar o som. Djwhal Khul canalizou os sons que correspondem aos sete chakras da terceira dimensão. Em parênteses na segunda coluna do diagrama que se segue estão as palavras que vão te ajudar a enunciar as palavras adequadamente.

*NAMASTÊ
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sábado, 12 de janeiro de 2013

O Triângulo Draconiano

O Triângulo Draconiano
Adriano Camargo | 14 de dezembro de 2011

Por Adriano Camargo Monteiro
O triângulo é a primeira forma geométrica completa, uma forma geométrica primitiva cujo simbolismo sintetiza o mundo superior, o plano da Criação, pois envolve três forças primárias que são a origem de Tudo em seu ciclo infinito de criação, preservação e destruição no tempo contínuo (passado, presente e futuro). Isso pode ser ilustrado por diversos símbolos, de diversas culturas e religiões ao redor do mundo. Como exemplos, podemos citar a Trimurti ou Trindade hindu (muito anterior ao cristianismo) composta pelos deuses Brahma (Criação), Vishnu (Preservação) e Shiva (Destruição). Outros exemplos são o Tridente de Shiva; o Tridente de Netuno; o Caduceu de Mercúrio com duas serpentes e um bastão; as três Nornas, deusas escandinavas do Destino (Moiras gregas, Parcas romanas), etc.

Na Clavicula Salomonis, conhecida também como Goetia, um grimório tradicionalmente atribuído a Salomão, mas possivelmente escrito na Idade Média, o triângulo simboliza a manifestação da vida e é usado na prática de evocação em que certas entidades deveriam aparecer. Esse Triângulo da Arte, não só na Goetia, mas também em diversas outras evocações, simboliza a Visão, a Força e a Ação (Visio, Vires, Actio).
Os três pontos representam também o triângulo filosófico, ou seja, o Enxofre, o Mercúrio e o Sal, os três principais elementos alquímicos. O Enxofre é o fogo luminoso, o verdadeiro Ser espiritual autoconsciente, o Eu Superior individual, o Fogo de Prometeus, o Fogo do Dragão e a Tocha de Baphomet (a união dos aspectos mercurianos/luminosos e tifonianos/sombrios), sendo esse Enxofre/Fogo a chispa imortal que vivifica cada ser. O Mercúrio é a alma ou veículo astromental que expressa emoções e pensamentos, que manifesta a inteligência e a imaginação no indivíduo encarnado; é o mediador entre o espírito e o corpo físico. O Sal simboliza o próprio corpo material denso com suas sensações e sentidos físicos, animado pelo Enxofre (o fogo vivificante, o espírito); é o receptáculo das influências espirituais (Enxofre) e das inquietudes da alma (Mercúrio).
Na Cabala Hermética e Tifoniana, os três pontos representam o triângulo superior da Árvore da Vida e da Morte, formado pelas três Sephiroth/Qliphoth, ou esferas (pontos), chamadas Kether/Thaumiel, Chokmah/Ghogiel e Binah/Satariel. Sinteticamente, pode-se dizer que Kether (Coroa) é a força neutra potencial, a centelha original e primordial da vida e do universo, e seu lado sombrio, Thaumiel, expressa as “Forças Combatentes” que “combatem” Kether e abrem um buraco para outro universo, o Universo B, em que o indivíduo expande a consciência para os planos transplutonianos (além dos limites do universo conhecido). Chokmah (Sabedoria) é a força positiva, masculina, ativa, em ação, e seu aspecto sinistro, Ghogiel, é o “Estorvador” que impede a continuidade do velho mundo, que destrói o antigo estado de coisas para dar lugar ao novo, à evolução para além do comum e corrente. Binah (Compreensão) é a força negativa, feminina, passiva, gestadora, da Criação, e seu lado obscuro, Satariel, é o “Ocultador” que oculta a luz nas profundezas, a luz de que faz o indivíduo ver (derkein = drakon), ou seja que possibilita a aquisição do conhecimento secreto. Porém, Satariel vela o acesso àqueles que não possuem as chaves, ou seja, que não estão preparados o suficiente.
Na música, os três pontos representam a tríade ou tricorde, as três notas do acorde considerado perfeito. Esse acorde primordial e básico, de três notas, é formado por intervalos de terças (tríades), por exemplo: tônica (nota dó, primeira), mais a terça (nota mi, terceira da nota dó), mais a quinta (nota sol, terceira da nota mi). Metafisicamente, o acorde perfeito, formado pela tríade, simboliza a Criação incipiente, prestes a desdobrar-se infinitamente no universo, como os muitos acordes e escalas musicais existentes para expressar os muitos aspectos do espírito humano.
No corpo humano, representado pelo Caduceu de Mercúrio, temos o ternário bioenergético, os etéricos condutos nervosos da coluna espinhal, chamados de Idá, Pingalá e Sushumná. Idá é a “serpente”, negativa; Pingalá, a “serpente”, positiva; e Sushumná é o bastão neutro com o globo Aour (Luz). Assim, temos nos três pontos a representação de três forças primárias e fundamentais, a positiva, a negativa e a neutra, que são essenciais para gerar ou criar qualquer coisa no universo manifestado. Aliás, esse princípio pode ser visto na própria Física e na estrutura básica do átomo composto por prótons, elétrons e nêutrons. Ainda no corpo humano, temos as três funções respiratórias (inspiração, retenção e expiração), e na genética e na fisiologia temos as forças manifestadas no pai, na mãe e no filho(a). O período de gestação da vida humana no útero da mulher (o triângulo invertido) é de 9 meses, ou 3×3 (um triângulo duplo entrelaçado formando o hexagrama).
Como analogia, o triângulo, formado pelos três pontos, é também o símbolo alquímico do Fogo e do Enxofre (o triângulo sobre uma cruz equilátera). Sua forma alude ao fogo e sua chama ascendente que termina em ponta triangular. A própria manifestação física do fogo essencialmente requer a combinação de três elementos: combustível (material de combustão), comburente (oxigênio) e calor (princípio de ignição), formando assim o triângulo do fogo, ou, maçonicamente, o delta luminoso do espírito e o plano espiritual do universo.
Símbolo do Enxofre
Mas, acima de tudo, o triângulo, para a Via Draconiana, é invertido, representando o feminino primordial, o útero do qual provém o universo. O triângulo invertido é um dos principais símbolos estilizados do Sagrado Feminino e de tudo o que isso envolve, sendo, consequentemente, um dos símbolos da Via Esquerda. Representa as deusas sinistras (ou seja, esquerdas, um pleonasmo para o próprio feminino), e seus aspectos tríplices, tais como Hécate, por exemplo. Algumas outras deusas arquetípicas correspondentes são: Hel, Hikhet, Nephtis, Crone, Lilith, Kali, Po, Mama Pacha, Tlaltecuhtli e o dragão fêmeo Tiamat. É importante compreender que a palavra “sinistra” significa “esquerda”, e que seu significado original grego, desde os tempos dos gnósticos, indica sempre o gênero feminino (a Iniciatrix), sem qualquer conotação maligna, tendenciosa, dogmática ou pejorativa.
O triângulo invertido, na alquimia, representa o elemento Água, o princípio ou elemento feminino; a taça; o caldeirão; o poço escuro; o útero; a caverna para os reinos subterrâneos, metafisicamente o Sitra Ahra, o “outro lado”, reino essencialmente feminino e primordial onde jaz a sabedoria (Sophia) oculta.
O triângulo invertido também representa os três chacras secretos (Golata, Lalata e Lalana) na parte de trás da cabeça e que são despertados graças ao poder (shakti) da deusa Kali e de Kundalini, a draco-serpentina Mãe Primordial.
Aqueles que sabem ler nas entrelinhas, sabem também como proceder em questões práticas…
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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

OVÓIDES ASTRAIS



Ovóides são ferramentas utilizadas por magos negros habitantes das realidades paralelas que nos cercam. São também fabricados e usados por ETs zetas, os quais costumam agir movidos por duas razões: a primeira, por questões mercenárias. Ou seja, quando são contratados para destruir as vitimas desses magos negros. 

A segunda motivação tem a ver com o interesse desses alienígenas em controlar e escravizar mental e emocionalmente os indivíduos. Assim como roubar-lhes as energias paulatinamente até que lhes sobrevenha a morte física ou a sua completa anulação no mundo astral, quando já estão desencarnados.

Os ovóides são mecanismos esféricos imperfeitos dotados de algumas propriedades orgânicas ainda desconhecidas da humanidade, mas  que servem para fazê-los cumprir a programação imposta pelos seus fabricantes. 

Ao contrário do que muita gente pensa, os ovóides nem sempre são espíritos endividados que perderam a sua forma perispiritual, como preconizam estudiosos do meio espírita. Quando isso acontece, o processo utilizado sobre os espíritos é a aplicação de poderosa hipnose com lavagem cerebral e implantação de pensamentos de culpa, medo e remorso, aceitos facilmente pelas vitimas.

Na maior parte das vezes, essas ferramentas malignas são produzidas em laboratórios alienígenas, através da manipulação de uma substância gelatinosa, de composição físico-química desconhecida de nós, que quando imantada ao corpo astral dos espíritos, encarnados ou não, ativam uma simbiose que se desenvolve através da absorção das energias da própria vitima. Isto é, com o tempo, o ovóide vai ficando mais parecido com o seu hospedeiro, e controlando mais as suas atitudes, pensamentos e desejos. Tudo isso controlado externamente por uma inteligência mais avançada: Ets ou magos negros.

Com o tempo, o ovóide desenvolve “tentáculos” que se espalham até os centros de força da alma, os chamados “chacras”. A partir daí, o processo já está completamente instalado e todas as informações mnemônicas e orgânico-astrais da vítima são transmitidas para o controlador dessas ferramentas, permitindo que ele a destrua mais facilmente. Pois nesse estágio, há um completo controle da vontade e das emoções do indivíduo dominado.

Pessoas atacadas por ovóides são geralmente antigos magos negros capturados pelos seus inimigos, também magos negros. Na maior parte das vezes, essas pessoas participaram de guerras em seus mundos de origem e incomodaram muita gente poderosa. No entanto, os trabalhadores da luz, ou seja, aqueles que têm a missão de libertar os mundos, costumam ser alvos de ovóides para que não desenvolvam seus projetos. Imagine um ambiente de guerra onde soldados inimigos são capturados, torturados e presos, e você entenderá o que digo.
 
É muito difícil se libertar de um ovóide. Eu diria que é praticamente impossível. Depende de cirurgia astral, a qual só é realizada quando a vitima merece. Esse merecimento não tem a ver com questões cármicas; mas sim, com o nível de confiabilidade que a equipe socorrista terá em relação ao paciente. Isto é, eles não retiram ovóide de ninguém se percebem que depois de liberto, o indivíduo irá continuar a trabalhar contra eles, entende?

Pessoas imantadas por ovóides sentem depressão, medo, sensação de vazio na alma, sonhos ruins, acidentes constantes, perdem a força de decidir, sentem-se exauridas, têm tonturas, enjoos e vômitos, dentre outros sintomas.

Continuarei a falar sobre ovóides nos próximos posts. Acompanhe.
Autor: Gesiel Albuquerque

KAMI - OS DEUSES DO SHINTOISMO


Muitos nomes da mitologia japonesa, talvez não sejam estranhos aos Ocidentais. Eles fazem parte da cultura popular japonesa, e chegam ao Ocidente através das mais diversas manifestações artísticas e populares como personagens de mangás e animês, cultuados por jovens no mundo todo.
A origem de toda a mitologia japonesa está no Shintoísmo. Existe uma noção fundamental nesta crença que é dada pela palavra Kami
Um Kami não é propriamente aquilo que os ocidentais entendem por "Deus", mas é o "supremo", a "divindade", ou "Forças da Natureza" num sentido muito geral. 
Os japoneses tem uma ligação muito forte com a natureza e os Kami são divindades que regem o cotidiano como os  seres humanos, árvores, cachoeiras, montanhas ou pedras.
Na mitologia japonesa as duas divindades Izanagi e Izanami são os criadores do Japão e seus deuses. 
Segundo a lenda, após o seu nascimento Izanagi e Izanami estavam caminhando na ponte flutuante que liga o céu ao oceano, com uma lança de jóias. Quando Inazagi levantou a lança, as gotas que caíram de volta para a água formaram a primeira terra sólida, uma ilha chamada Onogoro. Izanagi e Izanami desceram à ilha e se casaram. Seu primeiro filho nasceu com sérias deformidades físicas, e os outros deuses disseram que isso havia acontecido porque Izanami pronunciou a palavra antes de seu marido durante a cerimônia de casamento. O casal realizou outra cerimônia, desta vez, de acordo com a tradição dos deuses.
Logo, Izanami deu à luz oito filhos saudáveis, que se tornaram as ilhas do Japão. Izanagi e Izanami, então, criaram vários outros deuses e deusas para representar as montanhas, vales, cachoeiras, riachos, ventos entre outros recursos naturais. No entanto, durante o nascimento de Kagutsuchi, o deus do fogo, Izanami sofreu graves queimaduras. Mesmo morrendo, ela continuou a criar deuses e deusas, e ainda outras divindades emergiram das lágrimas de agonia de Izanagi .
Quando Izanami morreu, ela foi para Yomi-tsu Kuni e Izanagi desceu à Terra da escuridão e dos Mortos para tentar trazer sua amada de volta. Izanami saudou Izanagi das sombras enquanto ele se aproximava da entrada para Yomi. Ela alertou-lhe para não olhar para ela e disse que iria tentar negociar sua libertação dos deuses do Yomi. Cheio de desejo por sua esposa, Izanagi acendeu uma tocha e olhou para ela. Horrorizado ao ver que Izanami era um cadáver em decomposição, Izanagi fugiu.
Zangado por Izanagi não havia respeitado os seu pedido, Izanami enviou terríveis espíritos femininos, oito deuses do trovão, e um exército de guerreiros ferozes para persegui-lo. Izanagi conseguiu escapar e bloqueou a passagem entre Yomi e da terra dos vivos com uma enorme rocha. Izanami permaneceu presa em Yomi e governou sobre os mortos.
Sentindo-se imundo por conta do seu contato com os mortos, Izanagi se banhou em um riacho para se purificar. Enquanto se despia, deuses e deusas surgiram de suas roupas sujas  e outros deuses surgiram enquanto ele lavava. 
Susano-o veio de seu nariz, Tsuki-yomi saiu de seu olho direito, e Amaterasu apareceu de seu olho esquerdo. Izanagi dividiu o mundo entre esses três deuses. Ele deu Susano-o o controle dos oceanos, Tsuki-yomi ficou com o reino da noite, e para Amaterasu o governo do sol e do céu.





Amaterasu é a Deusa do Sol, da qual, segundo a lenda, descendem a Família Imperial Japonesa. 
Um famoso mito conta que Susano-o, irmão de Amaterasu, estava descontente com a sua parte do mundo e causou muita destruição. Banido para Yomi-tsu Kuni, ele pediu para ir para o céu para ver sua irmã a deusa do sol pela última vez. Amaterasu ficou preocupado que Susano-o pode estar planejando assumir suas terras. Os dois concordaram em fazer  uma competição para provar quem tinha mais poder. Se Susano-o ganhasse, ele poderia ficar no céu para sempre, mas se perdesse, ele teria que sair.
Amaterasu pediu a espada de seu irmão, quebrou-a em três pedaços e mastigou em sua boca. Quando Amaterasu cuspiu as peças, elas se transformaram em três deusas. Susano-o, em seguida,pegou cinco estrelas em forma de esferas que Amaterasu lhe havia dado. Ele colocou as contas em sua boca, mastigou e cuspiu cinco deuses. Susano-ô reivindicou a vitória, porque ele tinha produzido cinco deuses e Amaterasu tinha produzido apenas três deusas. No entanto, Amaterasu apontou que ele havia criado esses deuses de suas posses, o que provou que seu poder era realmente maior que a dele. Susano-ô se recusou a reconhecer a derrota, e Amaterasu lhe permitiu permanecer no céu.
Enquanto estava no céu, Susano-ô começou a fazer coisas para ofender a sua irmã e violou importantes tabus. Fazendo grande barulho, destruiu arrozais, e sujou o chão de seu palácio. Por fim, Susano-o matou um dos cavalos do céu, tirou sua pele, e atirou-o para o corredor onde Amaterasu tecia seu kimono. Furiosa, Amaterasu entrou em uma caverna e se recusou a sair.
Quando a deusa do sol se escondeu, o mundo ficou mergulhado na escuridão, as plantas pararam de crescer, e todas as atividades diurnas foram interrompidas. Desesperado pelo retorno de Amaterasu, 800 deuses se reuniram para discutir formas de fazê-la sair da caverna. Um deus sábio chamado Omori-kane propôs uma solução.
Os deuses penduraram um espelho sobre os galhos de uma árvore fora da caverna. Em seguida, iniciaram um festejo na entrada da caverna, onde uma jovem deusa chamada Ama-no-Uzume dançava música enquanto eles riam em voz alta. Amaterasu, curiosa ao ouvir a música e o barulho abriu um pouco a porta da caverna e perguntou por que os deuses estavam tão felizes. Disseram-lhe que eles estavam comemorando, porque tinham achado uma deusa superior a ela.
Curiosa para saber quem seria essa deusa, Amaterasu abriu mais a porta para olhar e se viu no espelho. Encantada com a sua própria imagem, Amateratsu finalmente sai da caverna. Outro Deus então bloqueou a sua entrada com uma corda mágica. Depois que Amaterasu saiu de sua caverna, a sua luz brilhou mais uma vez e a vida voltou ao normal. Depois deste episódio, nunca mais a alternância do dia e da noite foi perturbada. 
Susano-ô foi punido pelas suas ações, e banido do céu.

Segundo o mito japonês, a Família Imperial do Japão descende da deusa Amaterasu. Isso aconteceu quando Amaterasu enviou seu neto, Ninigi no Mikoto, para viver na terra. Antes de Ninigi descer do céu, Amaterasu deu-lhe o seu espelho, bem como jóias e a espada que pertencia ao deus Susano-ô. Quando Ninigi chegou na Terra, ele foi aceito como o governante do Japão, e os presentes que ele trouxe de Amaterasu tornaram-se tesouros da família imperial. Ninigi se casou com a deusa do Monte Fuji, que lhe deu três filhos. Um dos seus filhos era o pai de Jimmu Tenno, o primeiro imperador do Japão histórico. Por tradição, a família imperial japonesa remonta sua ascendência a Jimmu Tenno e uma de suas insígnias é o espelho.

Susano-o
Susano-o não se limita a ser apenas o deus das tempestades, também lhe chamam "divindade veloz e impetuosa" ou "o Macho impetuoso". Depois do episódio da caverna, quando foi expulso do reino celestial de Amaterasu, ele dirigiu-se para a província de Izumo, na costa da ilha de Honshu banhada pelo mar do Japão. Dali, Susanoo atravessou o oceano em direcção à Coreia, onde plantou os pelos da sua própria barba, que se transformaram em grandes árvores. E por isso também é conhecido como o deus das florestas.
Apesar de ser um deus impetuoso, sua figura nem sempre é negativa. Uma de suas histórias mais populares conta que ele matou o dragão de oito cabeças de Izumo, embriagando-o com oito taças de saquê, previamente envenenadas. Esse ato de coragem e esperteza foi para salvar uma jovem deusa, cujas irmãs mais velhas tinham sido todas devoradas, uma a cada ano, durante vários anos, pelo dragão. A jovem deusa, admirada com a coragem e esperteza de Susano-o, apaixonou-se e casou com ele. Na cauda do dragão morto, Susano-o encontrou um sabre, o segundo elemento das insígnias imperiais. 
Numa rara ocasião em que Susano-o não estava zangado com Amaterasu, resolveu oferecer-lhe o sabre, recebendo em troca, as jóias que constituem a terceira e última insígnia da Família Imperial. Amaterasu ainda viria a dar-lhe outras jóias, que Susanoo utilizaria depois para soltar os relâmpagos anunciando o seu poder.


Uke- mochi
Assim como o aparecimento das ilhas japonesas, também o aparecimento dos cereais e dos animais ligados à agricultura e à pesca possui uma origem mítica. 
Ukemochi (Deusa que possui os alimentos) era a deusa do arroz e da nutrição.
Sua lenda mais conhecida é o da sua relação com Amaterasu, a deusa do sol. Amaterasu utilizou sementes fornecidas por Ukemochi para plantar seus enormes campos de arroz e depois pediu que seu irmão Tsuki-Yomi , o deus da Lua, verificasse suas plantações e o trabalho de Ukemochi, enquanto ela estava escondida em sua caverna.
Sabendo da visita do deus, Ukemochi resolveu preparar um imenso banquete: vomitou arroz cozido (felicidade e abundância), peixes e moluscos (sabedoria e abundância) e algas (alegria). Tsuki-Yomi não gostou nada do modo "criativo" que Ukemochi preparou a refeição, e enojado matou a  deusa.
Mas mesmo depois de morta, Ukemochi continuou a exercer suas funções. De sua cabeça saíram bois e cavalos; suas sobrancelhas transformaram-se em bichos da seda; da testa brotou milho e trigo, da barriga saiu arroz e de sua genitália veio o feijão; todos símbolos de agricultura, trabalho, resistência e criatividade. 
Os feijões são conhecidos no Japão como dissipadores de maus espíritos. É dito que outros alimentos ainda saíram do corpo da deusa, como o arroz doce, a soja e o pão.
Furiosa pela morte de Ukemochi, Amaterasu decidiu nunca mais ver seu irmão Tsuki-Yomi e, por isso, sol e lua jamais se encontraram novamente.
Muitas vezes, a deusa era confundida com Inari em sua versão feminina, uma vez que o deus era seu marido e assumiu suas funções divinas.


Inari, o deus do arroz
Inari (ou Oinari) é o kami do alimento, importante no xintoísmo. Pesquisadores acreditam que seu nome derive de ine-nari, traduzido em algo próximo a "arroz em crescimento", apesar de não aparecer nos textos clássicos da mitologia japonesa. 
Depois que Tsuki-Yomi (deus da lua) matou sua esposa Ukemochi (deusa do arroz), Inari assumiu suas funções e tornou-se também responsável pelas safras de arroz. 
Todo ano ele/ela desce de uma montanha nos primeiros dias da primavera para fertilizar os campos de arroz, às vezes enviando uma raposa como mensageira, outras vezes, ele mesmo tomando a forma  desse animal . 
É retratado como um senhor de barbas, carregando sacos de arros, mas, por ter assumido as funções de sua esposa, é muitas vezes retratado como um deus andrógino. Atualmente no Japão, a maior parte dos santuários (cerca de 1/3) são santuários dedicados a Inari.

Oh-kuni-nushi
Susano-o tinha por genro um deus ainda novo, Oh kuni nushi, "o grande senhor das terras". Oh-Kuni-nushi se apaixonou pela filha de Susano-o, mas ele não aprovava essa união. Para poder se casar com ela, não encontrou idéia melhor, a não ser rapta-la . Depois de prender o cabelo de Susanoo às vigas da casa e de lhe roubar o sabre, o arco, as flechas e uma harpa, o casal fugiu. No entanto, Susanoo que estava dormindo, foi acordado pelas cordas da harpa, que tocavam sozinhas enquanto Oh kuni nushi e sua noiva fugiam. Sempre guiado pela música, encontrou-os; mas ao contrário do esperado, ele ficou muito impressionado com a astúcia dos jovens apaixonados, e não só autorizou o casamento como lhes permitiu guardar os tesouros que tinham roubado. Além disso, deu a Oh-kuni-nushi o governo da província de Izumo.


Suku-na-biko, o deus anão
Quando assumiu  suas novas funções no governo de Izumo, Oh-kuni-nushi recebeu uma grande ajuda de um deus anão chamado Suku-na-biko, "o célebre homem baixinho". Os dois se conheceram quando este chegou à costa de Izumo numa pequena jangada. O anão era filho da Divina Deusa das Provisões e muito estimado pelos seus dotes medicinais e tornou-se amigo inseparável de Oh-kuni-nushi. Juntos curaram  doenças e cultivavam a terra em Izumo. Suku-na-biko morreu quando subiu num pé de milho já maduro e o seu peso, junto ao dos grãos de milho, fez com que a planta se dobrasse e o projectasse em direção ao céu. Diz a lenda que este deus baixinho, volta e meia aparece, ainda hoje, para guiar as pessoas até às nascentes de água quente, o que não é de se espantar, pois sempre foi uma personagem simpática e amável.

Hachiman
Wakamiya Hachiman é um kami identificado com o lendário imperador Ojin.
Embora muitas vezes chamado de o deus da guerra, ele é mais corretamente definida como o deus tutelar dos guerreiros. Ele também é o protetor divino do Japão e dos japoneses. 
O nome Hachiman significa Deus dos Oito Estandartes, referindo-se aos oito banners celestiais que marcaram o nascimento do divino Imperador Ojin . 
Desde os tempos antigos Hachiman era adorado por camponeses como o deus da agricultura e dos pescadores que esperavam que ele enchesse suas redes com muito peixe. 
Durante todo o período medieval japonês, a adoração por Hachiman se espalhou por por todo o Japão desde os samurais até os camponeses. Tanto era sua popularidade que, atualmente, existem 25.000 santuários no Japão dedicados a Hachiman, a segunda mais numerosa perdendo apenas para os santuários dedicados a Inari. Hachiman aparece em pinturas e esculturas de várias formas, mas é mais comum vê-lo como monge. Está directamente associado à deusa xintoísta Hime-gami (Nakatsu-hime) e é normalmente tido como uma encarnação do buda Amida.


Os Sete Deuses da Sorte
Os Sete Deuses da Sorte ou da boa fortuna, são muito populares no Japão. Um deles, cuja natureza budista está particularmente bem caracterizada, chama-se Hotei.
Hotei distingue-se dos outros pela sua grande barriga, que não deixa que o quimono se feche. Isto não significa que seja guloso; pelo contrário, é um símbolo da satisfação, do bom feitio e da grandeza de alma de Hotei.
Jurojin é o deus da longevidade. Aparece sempre na companhia de um grou, uma tartaruga ou um veado, cada qual simbolizando a velhice feliz. Tem uma barba branca e, geralmente, traz uma vara ou um bastão sagrado com um rolo de papel preso que contém a sabedoria do mundo. Jurojin gosta muito de saquê, mas sempre com moderação, nunca se embebeda.
Fukurokuju ou Fukurokujin tem uma cabeça muito comprida e estreita, e a boa sorte que representa combina a longevidade com a sabedoria. O seu corpo é tão pequeno que a cabeça é muitas vezes representada de maior tamanho do que as pernas. Provavelmente não nasceu no Japão, pois diz-se que, durante a vida terrena, foi filósofo e profeta chinês. Bishamon é considerado o deus da prosperidade no budismo chinês. Os japoneses incluíram-no grupo dos deuses da boa sorte e representam-no sempre vestindo uma armadura e trazendo uma lança. Na outra mão mostra a moda budista mais característica, um pagode em miniatura. Estes dois objectos mostram que Bishamon combina o zelo missionário com os atributos guerreiros. 

O deus da prosperidade chama-se Daikoku. Protege os camponeses e é um deus alegre e bem-humorado. Traz às costas, dentro de um saco, um malho que tem o poder de satisfazer desejos exprimidos pelos mortais e costuma sentar-se em cima de dois fardos de arroz. Às vezes, podem ver-se uns ratos a comerem dos fardos de arroz, mas Daikoku é tão rico e tão bem-humorado que não se importa nada com isso. 
Ebisu, um outro deus da sorte, é um grande trabalhador e um exemplo do trabalho honesto. É o padroeiro dos mercadores e pescadores, mas nos seus atributos, apenas este último aspecto está representado de fato, pois sua imagem é sempre associada a uma vara de pesca. 
E finalmente temos Benten, a única deusa no meio do grupo, e a deusa do Mar. Muitos dos santuários que lhe são consagrados situam-se ou em ilhas ou perto do mar. Nos seus retratos ou estátuas, esta conexão revela-se muitas vezes quando a figura de Benten aparece montada ou acompanhada por uma serpente marinha ou por um dragão. Ela também representa as artes e os tipos de comportamento mais femininos. Entre todos os instrumentos musicais, prefere o biwa, um instrumento de corda cuja forma se assemelha à da mandolina. Não é portanto de estranhar que Benten surja muitas vezes relacionada com o lago que tem o nome e que faz lembrar o instrumento, o lago Biwa.

Oni  
Um grupo mais ameaçador dos espíritos, pode ter se originado na China e viajou para o Japão com o budismo. Esses demônios chifrudos, muitas vezes de tamanho gigantesco, podem tomar a forma humana ou animal. Às vezes, invisível, Oni tem a capacidade de roubar as almas dos seres humanos. Eles podem ser muito cruéis e estão associadas com várias forças malignas, tais como fome e doença.


fonte:

domingo, 9 de dezembro de 2012

Saiu o livro A Magia dos Dragões!


QUINTA-FEIRA, 25 DE NOVEMBRO DE 2010


Retirado do www.eddievanfeu.com

Acaba de chegar às livrarias o primeiro livro sobre magia dos dragões do Brasil. Essas criaturas míticas que hoje voltam ao convívio dos humanos através da magia são incrivelmente inteligentes e sábias e dispostas a nos ajudar no caminho da evolução. O livro traz a magia dos ventos sagrados, os dragões guardiões dos portais, como conquistar a amizade dos dragões e acessar os portais que eles podem abrir, além de muitas magias e rituais para realizar metas e sonhos com a ajuda desses grandes e sábios amigos.

Serviço: 

Título: Magia dos Dragões
Editora: Linhas Tortas
Autora: Eddie Van Feu
Ilustração de capa de Carolina Mylius
Número de páginas: 200
Capas com orelhas
Formato: 14 x 21cm
ISBN: 978-85-98428-18-5
Lançamento: Feira do Livro de Porto Alegre 2010, dia 02/11/2010.
Como comprar: Você pode adquirir seu livro nas boas livrarias, mas como nossa distribuição ainda é limitada, você pode ter alguma dificuldade, pois chegam poucos livros em alguns lugares e eles logo se esgotam. Nesses casos, peça diretamente para a editora pelo telefone (21)3872-4971 ou pelo e-mail: linhastortas@alcateia.com


Leia um trecho do livro:

Você já viu um dragão? Com certeza, já esbarrou com algum de contos de fadas, aprisionando princesas, atacando vilarejos ou lutando contra heróis. Você já deve ter visto dragões em filmes, desenhos, contos de fadas, lendas, enfim, naquele lugar mágico onde tudo parece possível: a imaginação. Claro que você, como a maioria das pessoas, não deve ter levado a sério a idéia de que dragões possam mesmo ter existido... Ou será que levou?
Em qualquer um dos casos, imaginando a possibilidade da existência desses grandes animais míticos ou acreditando piamente que eles nunca existiram, você não está sozinho. Mas um dos lados está errado e não é o lado da maioria.
Pois é, a realidade tem esse problema. Nem sempre ela é democrática. Por mais que toda a humanidade conhecida acreditasse piamente que a terra era chata como uma pizza, ela continuou girando em sua redondez, sem se importar em como os humanos achavam que ela deveria ser. Ela também não ligou para o fato de acreditarem ser ela, a pobrezinha, o centro de todo o Universo conhecido, numa das maiores ego trips da Humanidade. Ela ignorou e prosseguiu com a sua vida, girando em torno do Sol. Da mesma forma, os dragões não ligam muito para o fato da maioria dos humanos acreditar que eles sejam fruto da imaginação. 
Eles ignoram e simplesmente continuam existindo.
Sim, dragões existem. Talvez você esteja um pouco surpreso, não pelo fato deles existirem, mas pelo fato de alguém verbalizar algo de que você já desconfiava, mas não tinha coragem de dizer em voz alta para não o chamarem de maluco. Bom, alguém, talvez mais maluco do que você, resolveu dizer o que um monte de gente já desconfiava. Dragões existem. Sempre existiram. Sempre existirão. 




Essa é a hora em que você provavelmente vai gritar um monte de perguntas. Como eles existem??? Onde estão as provas?? Como um bicho desse tamanho consegue se esconder de nossas sondas super hiper multi incríveis? Antes que você comece a exigir as provas concretas e tangíveis, deixe-me antes lhe pedir uma coisa. Respire fundo. Solte o ar. Agora, olhe a sua volta. Você vê o ar que você está respirando? Como sabe que ele existe? Ah, sim, claro, alguém, em algum momento, lhe disse que o ar existe e é composto de moléculas de O2. Você já viu uma molécula? E um pé de molécula? Não, aposto que não... Pelo menos, não a olho nu, não com seus olhos normais e provavelmente já meio míopes. Isso significa que o ar não existe? Que foi tudo uma conspiração para acreditarmos no ar? Não, isso significa apenas que nem tudo pode ser visto com nossos olhos normais. Algumas coisas são grandes demais, ou pequenas demais, ou vibram numa freqüência mais alta, ou mais baixa. Essas coisas não podem ser vistas, embora possam ser sentidas, ouvidas e vistas com o que chamamos de sexto sentido. 
Se você der uma chance, poderá comprovar por si mesmo que dragões existem e são seres tão fantásticos quanto parecem. Se você permitir, levarei você a um lugar que pode mudar muito a sua perspectiva da vida, da morte, do universo e até mesmo da Divindade, que poderá se mostrar muito mais complexa do que imaginam nossas cabecinhas de camarão. Se você se der ao menos uma chance, poderá se elevar acima do chão duro de terra e flutuar para mundos mais sutis, onde há mais cores do que nossos olhos já viram no nosso mundinho normal. 
Se você prefere não dar essa chance, talvez não seja o seu momento para ver mais cores do que já conhece. Não tem problema. Fica pra outra vez. Dê esse livro de presente para algum amigo seu um pouco mais maluco e siga sua vida. Se, por outro lado, você quiser dar uma chance, eu o convido a dar um passo a mais e vivenciar através da magia a verdade sobre os dragões.


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Jesus é o Servo Sofredor? Parte 2




Retirado de: Os Textos Messiânicos, Raphael Patai, Detroit: Wayne State University Press, 1979.

Estas são as credenciais de Rachael Patai, desde Gates to the Old City: A Book of Jewish Legends (New York: Avon Books, 1980):

Famoso antropólogo, estudioso da Bíblia e autor de 26 livros (em 1980). Ensinou hebraico na Universidade Hebraica de Jerusalém e atuou como professor de antropologia na Dropsie University e em Fairleigh Dicknson University, e como professor visitante na Universidade da Pensilvânia e de Princenton, Columbia, Estado de Ohio, e em Universidades de Nova York.

Sobre o Servo Sofredor de Isaias 42, 49, 50, 52 e 53, Patai escreve:

“A Aggada, lenda talmúdica, identifica-o, sem hesitar, como o Messias, e compreende especialmente as descrições de seus sofrimentos como se referindo ao Messias bem Joseph”.

Patai considera Daniel 9:24-27 como uma passagem messiânica, incluindo a morte do Messias:

“É bem provável que o conceito de Messias sofredor, totalmente desenvolvido no Talmud, Midrash e Zohar, tem sua origem nas profecias bíblicas sobre o Servo Sofredor”.

Patai também lista Isaías 9:6-7, 11:1-12, Daniel 7:13-14, e Zc 9:9-10 como passagem messiânicas.

“R. Shim'on ben Jaqish explicou: ‘E o Espírito de Deus pairava sobre a face da água’ (Gn 1:2) – este é o espírito do Rei Messias, como está escrito: ‘E o Espírito do Senhor repousará sobre ele.’ (Is 11:2)” (Gen Rab. 2:4).

“Você acha que no inicio da criação do mundo o Rei Messias nasceu.” (Pes. Rab. Ed. Friedmann, p. 152b).

Alguns rabinos foram nomeados Messias, “os lebrosos da Casa de estudo”, baseados em Isaías 53: 4 (B. Shanhedrin 98b).

“O Santo começou a dizer-lhe (ao Messias) as condições (de sua missão), e disse-lhe: ‘Seus pecados irão levá-lo em um jugo de ferro, e eles vão torná-lo semelhante a este bezerro cujos olhos têm se ofuscado, e eles vão sufocar o seu espírito com o jugo, por causa de seus pecados a sua língua vai chegar ao céu da boca. Você acredita nisso?’ Ele disse: ‘aceito com alegria, de modo que ninguém em Israel deve perecer, mesmo os que morreram desde os dias de Adão até agora. Isto é o que quero’.” (Pes. Rab p. 161 a-b).

“(Quando) o Filho de Davi vier, eles vão trazer vigas de ferro e colocá-los em cima de seu pescoço até as curvas de seu corpo. Ele chora e diz: ‘Quanto posso suportar do meu sofrimento? Pode também minha alma e meu espírito? E meus membros? E não sou de carne e osso?’ (Pes. Rab. 162)

“Você tem sofrido por causa dos pecados de nossos filhos, e cruéis punições vieram para você... Você foi ridicularizado e desprezado pelas nações por causa de Israel... Tudo isso por causa dos pecados de nossas crianças... grandes sofrimentos têm de vir sobre vós, por sua causa. E (Deus) diz-lhe: ‘Seja você juiz sobre estes povos, e faça o que deseja a tua alma... todos eles morrerão com o sopro de seus lábios’.” (Pes. Rab. Ch. 36)

“Elias ...disse-lhe: ‘suportar os sofrimentos e a sentença de seu mestre faz você sofrer por causa do pecado de Israel’. Assim está escrito: ‘Ele foi ferido por causa de nossas transgressões” ... (Is 53:5) – até que o fim venha” (Mid.. Konen, BHM, 2:29)

“Enquanto Israel habitou na Terra Santa, os rituais e sacrificios removiam aquelas doenças do mundo, agora o Messias vai removê-los das crianças do mundo” (Zohar 2:212 a)

Patai afirma: “Quando a morte do Messias se tornou um princípio estabelecido nos tempos talmúdicos, esta foi considerada incompatível com a crença no Messias como Redentor, que iria inaugurar o milênio abençoado da era messiânica. O dilema foi removido com a divisão da pessoa do Messias em dois...”

O desenvolvimento da doutrina dos dois Messias também tem a ver com um paralelo messiânico com Moisés, que morreu antes de entrar na Terra Prometida.

Referindo-se a Zc 12:10-12, “R. Dosa diz: ‘(Eles lamentarão) sobre o Messias que será morto”” (B. Suk 52a, também Y. Suk 55b).

“Um homem deve surgir de minha semente; semelhante o sol da justiça, caminhando com os filhos do homem em mansidão. Não encontrarão nenhum pecado nele, e ele derramará sobre vós um espírito de graça que, e você andará em seus mandamentos... uma vara de justiça para as nações, para julgar e salvar todos os que invocam o Senhor”. (Testament of Judah, 24)

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