sexta-feira, 25 de maio de 2012

Kami

Kami


Era uma noite de inverno. Cada floco de neve que chegava ao chão parecia atrapalhar a concentração de Yedda. Ele estava nervoso, atento ao mínimo detalhe. Nada poderia dar errado ou sua vida chegaria ao fim.
Lágrimas escorreram pelo seu rosto. Neste instante uma voz sombria e gelada pronunciou os versos do Deus da Morte:

- bcdlf. Aemhi ( Pavehgaluror. Ungraphtalnagon).
Os brilhos dos olhos de Yedda numa fração de segundos sumiram, suas lágrimas misturaram-se ao sangue que escorria de sua cabeça e toda a sua vida passou como um filme em sua mente.

-Eu voltarei! – essas foram suas últimas palavras.
A neve branca e pura agora estava manchada de sangue e lágrimas de tristeza. A terra tremeu como nunca havia tremido, os ventos sopraram forte e os mares e rios estavam agitados. Os Deuses e elementais estavam tristes, lamentavam a morte de um grande herói. Estavam despedindo-se de seu velho amigo.
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Não nasci apenas surgi do imenso caos novamente. Possuo vagas lembranças de vidas passadas. Sou o veículo que os Deuses utilizam para que suas palavras sejam cumpridas na terra, o mundo não pode correr novamente o risco de ser destruído pelos primordiais.
Minha fé me conduz nos tempos de escuridão e terror. Sempre guiado pelos Deuses, seguindo seus ideais de bondade e pureza. Devo manter a ordem e destruir os espíritos malignos.

Minha magia é divina, os Deuses agem pelo meu corpo. A única coisa mais forte que minha fé é o fogo que uso para incinerar aqueles que ficam contra a vontade dos Deuses!
Não sei que ano, mês, dia ou horas é agora, a única coisa que sei é que estou de volta para cumprir minha missão e deixar meu legado.
Estou em um templo no meio da floresta, lugar sagrado onde posso sentir as energias do Deus Bahamut. Aqui diversas pessoas de diferentes raças vêm pedir a proteção e a benção do Deus Bahamut.


Vesti-me com o manto que estava sobre uma mesa próxima a mim. Dei meus primeiros passos em terra firme. Possuo um corpo de 25 anos terrestres, tenho cabelos brancos longos lisos. Minha pele é azul-clara e meus olhos totalmente brancos. Minha altura é aproximadamente 1,85, meu peso 80 kg.
-Mestre, enfim retornastes!
Quem disse isso foi um Clérigo Eladrin¹ de cabelos brancos longos e olhos azuis como o mar. Estava vestindo uma armadura de aço verde.
-Deixe-me apresentar. Sou Airass, sacerdote deste templo e presidente do conselho da Agrestia das fadas²! Vim assim que soube que o senhor renasceu neste templo.

- Olá Airass, pelo visto você conheceu a minha encarnação passada. Nesta vida irei chamar-me Eloia. Prazer em revê-lo – inclinei minha cabeça em reverência.

- O prazer é todo meu senhor! O senhor foi um grande guerreiro dos Deuses na vida passada, infelizmente foi assassinado por um bruxo das trevas que teve a ajuda do deus da Morte Gruumsh – disse Airass.

- Gruumsh, assim como Asmodeo sempre está criando confusão entre os humanos e os Deuses. Preciso achar o bruxo que me assassinou e impedir que ele continue fazendo maldades.

- Sim meu senhor, ouvi boatos sobre o tal bruxo recentemente. Parece que ele está levando o Caos e a morte por onde ele passa. As pessoas que se recusam a obedecer-lhe tem um fim cruel e vergonhoso. Ele mata-os e pendura os corpos para os corvos comerem em praça pública – disse Ariass com lágrimas nos olhos.

- Tenho que impedir que este monstro arruíne mais cidades e vilarejos. Pobre alma, não sabe oque o aguarda após a morte. Bom seria se eu conseguisse salva-lo do destino triste que ele tem. Cada um escolhe o seu destino, se ele se arrepender sinceramente e pedir perdão aos Deuses e aos homens que feriu talvez os Deuses tenham misericórdia dele na morte.

- Certamente meu senhor. Os Deuses são muito bons para todos que buscam sua ajuda. Agora vamos passear um pouco ao redor do templo para conhecer os peregrinos? – Convidou-me Airass.

-Será um prazer – respondi com um sorriso.

- Ah, quase esqueço de entregar-lhe suas armas. Espere um pouco aqui senhor que eu já volto – disse Airass, entrando na sala ao lado da que eu estava.

-Essa espada é o símbolo sagrado de Bahamut, e foi ele pessoalmente que lhe entregou. Este escudo é um presente que o senhor ganhou do Deus Pelor quando o serviu em uma missão. –disse Airass entregando-me a espada e o escudo sagrado.
- Umbaróreanna Airass! (Obrigado Airass!) –disse-lhe abraçando-o.

-Que isso senhor, apenas entreguei-lhe o que era seu. Pelo Visto o senhor não esqueceu a língua élfica! Fico muito feliz por isso. – disse Airass retribuindo o abraço com um sorriso largo no rosto.

-Agora vamos, os aldeões devem estar ansiosos para conhecer o senhor!
Segui Airass que me apresentou para todos os aldeões que ali estavam em peregrinação. Havia um brilho nos seus olhos, e um sorriso em suas bocas. Senti-me em casa, a recepção calorosa daquele povo me lembrava quando eu morava no mar astral, na alegre companhia dos Deuses.

-Senhor por favor me abençoe! 
Um elfo alto de cabelos brancos muito longos que carregava um cajado com cristais e vestia um manto verde estava me chamando.

-Senhor, por favor, a sua benção! É uma honra poder encontrar-lhe novamente nesta vida! Nunca pensei que ainda estaria vivo para contemplar-lhe novamente. – disse o elfo ancião ajoelhando-se diante de mim.

- Por favor, levante-se! Sou apenas um ser comum como todos vocês, as bênçãos apenas os Deuses podem conceder. – respondi-lhe com um sorriso amigável.

- Sou Strush, fui seu companheiro de jornada na encarnação passada. Tive a honra de batalhar ao seu lado! – disse Strush fazendo uma reverência.

- Prazer em revê-lo Strush. Agora me chamo Eloia e vim terminar minha missão.

-Creio que o senhor já ouviu do Sacerdote Airass sobre o bruxo que o assassinou na vida passada. Ele está solto por ai reunindo seguidores! Dizem que ele pretende declarar guerra contra o Imperador Eleise, ele quer tomar o trono do Imperador - disse Strush com um ar de indignação.

-Preciso deter este bruxo o mais rápido possível, não posso permitir que ele acabe com a paz que os povos lutaram tanto para conseguir – disse pensativo.

- Senhor, vamos prosseguir com nosso passeio, muitos querem conhecê-lo – disse-me Airass.

- Sim Airass. Mais uma vez, foi um prazer revê-lo Strush. Espero que nos encontremos novamente – disse, despedindo-me de Strush.
Por onde eu passava muitas pessoas pediam bênçãos, cantavam e dançavam. Estavam felizes com o meu retorno. Eram pessoas simples, mas pareciam possuir o segredo para alcançar a felicidade.

Caminhamos em volta de todo o templo. Assim que terminamos Airass disse que os outros sacerdotes e monges do templo haviam preparado um banquete para celebrar a minha volta.

- Antes do banquete eu gostaria de ficar só para meditar e pedir o auxilio dos Deuses – disse à Airass.

-Sinta-se à vontade senhor. Ficarei esperando pelo senhor na praça principal.
Finalmente um pouco de sossego. Agora eu poderia relaxar e meditar por alguns minutos.
Sentei-me na posição de Lótus e comecei a entoar o mantra do Deus Bahamut.

- Ando Nuquerma Bahamut Shieiri. Ando Nuquerma Bahamut Shieiri. Ando Nuquerma Bahamut Shieiri. (Graças vos dou Grande Deus Bahamut).

Após ter entoado o mantra cento e oito vezes, estava me sentindo mais leve e feliz.
De repente vem uma imagem em minha mente: Eu estava de frente ao bruxo que avia me matado.
Ele pronuncia os versos do Deus Gruumsh e tudo fica escuro. Nunca em minhas 107 encarnações eu havia visto um bruxo tão cruel como este. Era possível perceber em seu olhar o prazer que ele tinha em ver a dor. Sua alma era fria, mas ardia como o fogo do sétimo inferno. O ódio havia tomado conta de todo o seu ser. Ele já não estava mais vivo, porém também não estava morto. Não era mais um Eladrin, mas também não era um demônio. Algo sombrio havia acontecido no passado daquele bruxo que antes era conhecido como um sábio clérigo do templo de Pelor.

A sede por poder teria corrompido sua alma pura e angelical? Não há um ser vivo que conheça a história desse bruxo. Apenas os Deuses e os espíritos desencarnados conhecem seu passado.

O que pode levar um ser puro como ele que era conhecido como o mais sábio sacerdote a cometer crimes vergonhosos como esses? Ele promove verdadeiras chacinas apenas por diversão? Ódio? Do que e de quem? Porque as pessoas precisam pagar pelas magoas que ele possui?

Fiquei por um longo período meditando, tive diversas visões de vidas anteriores, mas o que mais me chamava atenção era aquele bruxo. O que levaria uma pessoa a cometer atos de crueldade como esses? O Amor e a compaixão não são sentimentos mais fortes que o ódio e a raiva? O prazer e a alegria de poder servir aos Deuses como seus mensageiros não são superiores a qualquer outro sentimento?

Eu não conseguia compreender. Para mim a maior alegria é poder servir aos Deuses.
Indaguei-me sobre diversas coisas. A Minha fé é genuína e pura ou eu apenas sirvo aos Deuses porque estou “acostumado”? Os Deuses realmente são seres tão sublimes e maravilhosos como pensamos, ou apenas são seres que fingem ser assim? Lembro-me claramente como vivia feliz no mar astral ao lado dos Deuses. Eu mesmo me sentia um Deus, poderoso, arrogante. Talvez por isso eu tenha encarnado como mortal para aprender a ser mais humilde e sincero em meus sentimentos.

Minha meditação foi interrompida por Airass.

- Senhor já é sete da noite. O Senhor meditou por cinco horas, todos estão aguardando o senhor para começarem a refeição.

- Desculpe-me Airass, estava perdido em meus pensamentos. Devo pedir desculpa a todos por fazer esperarem cinco horas.

Airass apenas sorriu e me guiou à sala de jantar.
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    1. Eladrins: Raça ancestral dos Elfos. São descendentes diretos das fadas.
2  2. Agrestia das fadas: Reino onde todos Eladrins habitam. Este reino aparece somente no crepúsculo e quando a estrela d’alva surge no céu.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

O MAGO





O Mestre
Ao encontrar um mestre, você nunca imagina que é ele, pois ele lhe dirá que não é um  mestre. Seu ego não se sobrepõe a ele sempre questiona se é realmente.
Um mestre não se nega a
ensinar quem ele vê que tem potencial e postura apesar de
seser rígido com seus neófitos.


Os que se dizem mestres, duvide. Falam muito sobre Tradições e nomes complicados e pouca prática, ai fique bem atento..

Não espere que seu mestre seja alguém superior, perfeito
celibatário e aquele que se coloca no pedestal.
Espere apenas alguém normal, humano, ele apenas já trilhou mais o caminho.

Agora sempre veja sua honra,
respeito e amor ao que ele acredita e seu  código de honra se é capaz de respeitar mesmo em situações extremas.
O que vou narrar agora
É um pouco da trajetória de
um mestre enquanto estive ao seu lado um mago que se dedica a  ajudar e ensinar,
às vezes dizem que ele é um anjo disfarçado, entra na vida das pessoas, muda pra melhor sem  nada pedir, cura sem tocar .
Mas também pode ser um guerreiro implacável que faz necessário para o momento sem emoção.
Este é o mago do  Tempo .
Com quem aprendi parte do que sei nesta trajetória. Vi
muito ao lado dele, senti  como ele sente e aprendi que nem tudo é o que parece, aliás nunca é .

terça-feira, 22 de maio de 2012

A Magia Draconiana



magia_draconiana_1
A Dragon Rouge prossegue juntamente com seus membros e pode ser vista como um organismo mais do que como uma organização. O pensamento tem como base a crença de que cada membro tem uma função singular e que, mediante seu próprio progresso, contribui para o progresso dos demais. Ainda que a Dragon Rouge seja conhecida como uma organização jovem, temos membros de todas as idades e o equilíbrio de homens e mulheres está balanceado. Temos todo tipo de pessoas na Dragon Rouge, mas, o que é significativo para a maioria dos membros é uma personalidade criativa. Temos proeminentes músicos, pintores e artistas na ordem. Cremos que a criatividade é o fundamento da magia e a máxima expressão de vida e de poder.
A Dragon Rouge escolheu o Dragão Vermelho como o símbolo principal da ordem. O Dragão Vermelho é um símbolo universal da força vital original e ilimitada. Em algumas culturas, o dragão é visto como o bem máximo e, em outras, como o mal supremo. Às vezes, o dragão é visualizado como masculino, às vezes, como feminino. Em sua forma original, o dragão não é nem bom nem mal, nem masculino nem feminino. O dragão é o poder estático puro que se alcança quando os opostos se encontram.
A Dragon Rouge crê que o homem só está utilizando uma fração de sua capacidade completa, psíquica e magic(k)amente. O dragão simboliza toda a força e capacidade oculta e subconsciente que o homem carrega por dentro de si. Mediante o despertar do dragão, o homem pode aumentar e melhorar a experiência da vida, mas também desenvolver capacidades paranormais, tais como a clarividência, a telepatia e a projeção astral.
A Dragon Rouge estuda as partes verdadeiramente ocultas do homem e da existência. O desconhecido pode parecer aterrorizante em sua forma externa, ao passo que, em sua forma interna e verdadeira, consiste em pura energia. Isso porque a Dragon Rouge utiliza símbolos tradicionais das “artes negras” e atributos gótico-psicodélicos.
A Dragon Rouge crê no fato de que tudo tem uma alma. A alma do mundo é chamada de Dragão Exterior. O homem pode lograr uma vida em perfeito equilíbrio entre si mesmo e sua existência mediante o despertar do Dragão Interior em equilíbrio com o Dragão Exterior.

magia_draconiana_2visio – vires – actio
[visão – força – ação]
Os três conceitos básicos da magia draconiana:
Visão
– O mago é um visionário que observa o ilimitado e canaliza inspiração em suas ações.

Força – O mago luta para fazer uso da força potencial que está oculta no homem e em sua natureza.
Ação – O mago transforma a visão em realidade mediante a ação.


Cinco Princípios Draconianos Elementares
magia_draconiana_5Tudo é uno
O “ourobouros” ou o dragão que morde sua própria cauda mostra o eterno retorno e que o começo é o fim e o fim é o começo, no pequeno está o grande e no grande está o pequeno, o um é todo e o todo é um. Aquilo que está acima é como o que se encontra abaixo.
Tudo é força
O universo é força em diferentes formas. A força é movimento. A força revela-se mediante os sete raios ou níveis de vibrações que representam as sete cores no espectro. O Dragão é a força e quando o Dragão se manifesta com sete cabeças, estas reapresentam os sete raios.
Tudo é possível
Todos os limites e as limitações são ilusões. Somente as visões e a força do homem criam limites. Seguir a própria verdadeira vontade é a única lei. O homem pode tornar-se um criador de si mesmo.
Tudo flui
A realidade está constantemente mudando. A ordem é ilusão. Mediante o movimento e a ação, o homem logra a vida e a força para criar sua vida. O estancamento leva à ruína. Descansar nos braços do Dragão é seguir a corrente da força.
Tudo existe
Nada existe. A realidade é uma questão de energia e percepção. O niilismo é uma expressão que revela falta de energia. O sentido existe se a energia existe. Tudo pode ser verdadeiro e tornar-se verdadeiro mediante um modo de enfocar a visão adequada mediante a força adequada e a ação adequada sobre a meta adequada.
Comentários esotéricos com relação aos Três Conceitos Básicos da Magia Draconiana.
1. Visão
A palavra dragão vem de um verbo grego que significa “ver”. A palavra também pode significar “relampejar”. A magia draconiana é a magia da clara visão. A maioria das pessoas vive em um globo de vidro que está enevoado por elas mesmas. Através da névoa somente podem ver os contornos do mundo afora. A névoa reflete a imagem deles mesmos e eles interpretam o mundo externo mediante seu próprio reflexo. Estão presos na armadilha de uma “borbulha de autocontemplação”.
O homem recebe informações sobre o outro lado somente depois de havê-la filtrado através de si mesmo. Quando logramos conhecimento intelectual, ele é filtrado através de uma série de categorias que cria nosso entendimento. As três principais categorias que compreendemos no mundo são: tempo, espaço e causalidade (causa-efeito). Estas categorias criam nosso universo. A imagem que recebemos mediante o intelecto e as categorias é o que chamamos de cosmos, ordem e o lado da luz. O estado ideal de entendimento perfeito lógico e intelectual no sistema categórico é o que no misticismo e na religião foi atribuído ao mundo dos deuses. O mundo externo ao globo de vidro é o que é chamado de caos e o desconhecido. É o “lado obscuro”.
É também o “outro lado” ou “o outro” em ralação ao homem que está dentro do globo de vidro é o ponto de começo para seu próprio entendimento “o uno”, “o único”, ou “o princípio”. Estes são termos que são usualmente atribuídos a Deus. Deus ou os deuses são imagens ideais de si mesmo como se deseja ver-se e como se quisera que a realidade fosse, na imagem no espelho. O outro ou o obscuro é o desconhecido que se encontra lá fora. Sobre isso o homem projeta o medo do que há fora de si mesmo. O caminho draconiano da clara visão consiste em limpar do globo a névoa para que o mundo externo apareça de forma clara e em sua totalidade. O caminho draconiano também torna possível a transcendência fora do globo de vidro. A visão do mundo exterior é o princípio draconiano: “ver”.
magia_draconiana_32. Força
A visão do mundo/dos mundos outorga conhecimento. Conhecimento é força. Todo sistema fechado (o que o mundo dentro do globo é) tem uma quantidade limitada de energia. A energia e a capacidade de percepção estão conectadas. Isto ocorre devido ao fato de que os caminhos draconianos (Kundalini-yoga, iniciação odinística, alquimia Typhoniana, etc) enfocam a energia interior em direção ao aumento da percepção para obter visão clara, que brindará a possibilidade de obter-se energia do exterior. Esta força interior é chamada de “dragão interior” e a força externa é chamada de “dragão exterior”. Tudo é força e energia em diferentes formas e em diferentes níveis de vibração. O mundo dentro do globo é um sistema estabilizado de energia em uma forma fixa. A energia fixada não é acessível para o homem. Dentro da forma fixa há um núcleo de força pura livre e móvel como a lava no centro da terra. Esta é a força que o mago usa e enfoca para abrir uma fratura no globo para que o mundo exterior seja acessível. No mundo exterior uma quantidade infinita de força encontra-se agora acessível para o mago. O mago usa a força interior para ter acesso a uma visão da força exterior. Esta visão cria uma carga da força interior que aumenta a capacidade de ver e de ter acesso à força exterior. Demanda uma grande força ver e ver concede grande força.
3. Ação
O terceiro princípio na trindade da magia draconiana é a conseqüência e o resultado necessário da visão e da força: ação. A magia é a arte e a ciência de realizar ações, externas e internas, que fazem uma realidade a partir de uma visão. Se a busca de visão e a força aumentada do mago não são usadas em ações concretas, o mago se “queimará”. A ação é o canal necessário para a força que o mago adquire mediante a visão do “outro lado”. A ação é a expressão da magia. Mediante a força das ações, o mago pode tornar reais suas visões.
Aforismos draconianos
magia_draconiana_4
O Dragão é a serpente alada. O Dragão une a serpente com a águia, o que se encontra embaixo com o que se encontra em cima.
O Dragão são os quatro elementos. As asas são o Ar. O corpo réptil é a Terra. As pequenas asas são a Água e o alento ardente é o Fogo. Assim, o Dragão é o quinto elemento – o Espírito.
O Dragão é, na forma do Ourobouros, a serpente que morde sua própria cauda. O Dragão é o começo do fim e o fim do começo.
O Dragão está mais além de bem e do mal, da noite e do dia, do masculino e do feminino, de mais e de menos. O Dragão surge mediante o encontro dos opostos. O Dragão é a polaridade entre mais e menos.
O Dragão é o símbolo de Tao – a Viagem – e a Viagem pe a meta. O Dragão é eternidade dinâmica.
O obscuro é o desconhecido, o que está reprimido do inconsciente. No obscuro estão os tesouros ocultos da alma.
Se acendermos uma vela aparece uma sombra. Quanto mais lutamos por luz, maior será a sombra que cresce atrás de nós.
Na obscuridade podemos encontrar o medo. Mediante o confronto com a obscuridade, estamos confrontando o medo e podemos obter a libertação do eu. Caso escapemos da obscuridade, nosso medo crescerá a partir do que há na obscuridade.
Na Dragon Rouge a meta é um equilíbrio entre o obscuro e o luminoso, o criativo e o destrutivo.
Curiosidades:
A banda Therion é filiada ao Dragon Rouge. Fez a música “Clavicula Nox” em homenagem ao símbolo da chave astral do Dragon Rouge. Sua tradução literal é Chave da Noite e representa o inconsciente e o consciente e a união dos símbolos masculinos de Netuno, Shiva, Lúcifer e femininos de Kali e Lilith.
Fonte: Dragon Rouge

sábado, 19 de maio de 2012

O SEPULCRO DO DRAGÃO



Um conto em homenagem a Edgar Allan Poe


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“...E havia um enorme dragão pousado sobre a pedra e a pedra era opaca. Outros dragões um tanto menores sobrevoavam-na, fitando-a curiosamente. A maior das bestas, ainda descansando em cima da estranha pedra parecia distante de tudo quanto estava a sua volta e seus olhos oblíquos não se importavam com o inferno de chamas ao seu redor. Fumegantes rios de lava brotavam do solo rochoso e seguiam curso destruindo e derretendo tudo, sem, no entanto, danificar a pedra na qual ela descansava.


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“Ao inferno incandescente desse lugar logo somou-se uma poderosa chuva de cinzas expelida por um vulcão distante milhares de quilômetros. E assim, o céu escureceu curvando-se a natureza furiosa, e já não podia-se ver mais nada e a cinzas tomaram o lugar do dia, subtraindo a ordem natural dos acontecimentos. O som das ondas explodiu intensamente arrebentando contra as falésias na praia, e repentinamente já se não ouvia qualquer ruído vindo do mar. E o vento que até então silvara intensamente cessou seu canto, e mesmo os dragões que sobrevoavam e vez por outra emitiam guinchos terríveis emudeceram, e devido a intensa escuridão não pude saber se ainda continuavam planando. Mesmo o maior dos dragões, aquele pousado na pedra, eu não poderia dizer se lá permaneceu.


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“A chuva desabou e tornou-se rapidamente temporal, varrendo impiedosamente tudo em seu caminho e apagou as chamas e a lava. A fumaça subiu ao ar, tornando-o letal a respiração de qualquer ser vivo. Por horas, gases venenosos se espalharam até serem dissipados pelo vento que tornou a soprar. E esse vento, não tardou a se transformar em furacão e eu quase fui arrancado de meu esconderijo, tamanha sua descomunal força. Longos dias se passaram e quando a esperança estava por um fio, a tormenta simplesmente cessou. E as nuvens plúmbeas dissiparam-se, mas o céu já não era da mesma cor e tudo havia mudado...


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“E por três dias percorri a região e, solitário, testemunhei as fantásticas transformações efetuadas pelos fenômenos naturais, dirigidos, sem dúvida, por elementos superiores à minha vã compreensão. Passo a descreve-los, assim como os presenciei.






“O céu era vermelho e, perplexo, fiquei a imaginar o quanto de sangue havia sido necessário para tingir todo o horizonte ao meu redor. Essa cor, tênue pela manhã, acentuava-se e escurecia no decorrer do dia, jamais deixando, porém, de ser carmesim. A completa ausência de nuvens era outra das características, assim como os relâmpagos e trovões que iluminavam e explodiam sem parar, fustigando as elevações rochosas encontradas em diversos pontos da paisagem. O vento incessante parecia cantar tristes melodias com sopro quase fantasmagórico. E ao cair da noite, não observei uma lua, mas três que surgiam quase ao mesmo instante lado a lado, por sobre a maior das montanhas e o brilho desses astros, também vermelho, era diferente, de um modo que não saberia explicar, a não ser pela magia inigualável que em mim eles exerciam.


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“O mar, antes azul, havia se tornado violeta e borbulhava em movimentos convulsivos, como se aquecido em um grande caldeirão e em nada lembrava um oceano. Estas águas, se assim podem ser chamadas, pareciam-me viscosas e realmente eram quentes, e os peixes e toda forma de vida anterior havia cedido lugar a serpentes aladas que ora voavam, ora mergulhavam intrepidamente, caçando umas as outras, as maiores devorando as menores. Anteriormente inexistentes, os rios seguiam o mesmo padrão do oceano violeta e, exceto pela presença das serpentes, fervilhavam e desaguavam das falésias acinzentadas, caindo em cachoeiras sobre a praia de areia escura e lodosa desse paraíso doentio.




“A densa floresta de vegetação rubi que se erguia à minha vista, possuía árvores com caules grossos e retorcidos e das suas copas pendiam cipós ásperos que chegavam a tocar o solo nu. Estas árvores brotavam da própria pedra, pois não havia terra para germiná-las. Arbustos e samambaias gigantes completavam o cenário pré-histórico. A ciclópica hiléia vermelha, cuja profusão de árvores obstruía o olhar, localizava-se agora entre meu esconderijo no alto das colinas e a planície onde estava o dragão e a pedra opaca. Movido por um desejo ardente de rever o dragão em toda a sua majestosidade, desbravei a mata vermelha...


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“...E havia um enorme dragão pousado sobre a pedra e a pedra já não era mais opaca, mas um rubi e o dragão não era mais vivo, mas uma escultura talhada perfeitamente em rocha vermelha. Outros dragões menores não mais voavam, eis que enfileirados à frente do maior, pareciam sentinelas pétreas a guardar preciosamente um templo ou um lugar sagrado. Entendi, desta forma, estar diante do sepulcro do dragão que havia por milhares de anos voado, junto aos seus pares, na imensidão daquela paragem triste e esquecida.


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“Tudo o que acabei de narrar: as paisagens, o céu, o mar e até mesmo a trindade de luas, lembravam, mormente pela cor, sangue. E percebi naquele momento que se tratava do sangue dos dragões, que haviam fabricado um novo mundo em vermelho após sua morte, para que se lembrasse sempre da sua existência, para que se gravasse no líquido vital sua temível história...

“E hoje sei que eu fui escolhido pelos dragões para relatar esses extraordinários acontecimentos, para que jamais se perdessem na memória dos iniciados que ainda acreditam no poder das lendas e das tradições ancestrais. E ainda que não possa mais ser contemplado por olhos mortais, o sepulcro continua lá, iluminado pelas luas, a espera do final dos tempos, quando então, os dragões, novamente, dominarão o céu rubro...”

Dragões

dragão
















DRAGÕES MENORES
Somos nós, de aparência humana, mas de espírito draconiano.  Sempre  envolvidos em alguma encrenca em defesa de alguma coisa. O que os outros chamam de inferno, nós chamamos de lar. Somos encrenqueiros formidáveis, e se não fossem as broncas dos Dragões Maiores, já teríamos causado nossa própria extinção. Indisciplinados na vida cotidiana, mas somos uns "xiitas"   quando o assunto é  a religiosidade e a militância ecológica. Damos mais valor a originalidade que aos rituais pré-estabelecidos. É que cada ser é um deus, em sua "imagem simples e hieroglífica",como dizia  uma "bruxa" maravilhosa que tive a honra de conhecer.


DRAGÕES MAIORES

São os Dragões invisíveis neste plano. De formas, cores e domínios diferentes. Entendemos assim:

Rumo à Dominação Mundial: <b>Dragão</b> de <b>Terra</b>
















Dragões da Terra - São de cor marrom  e seus matizes. Temperamento irritadíssimo e mal humorado. Vivem em cavernas  e barrancos. Não possuem asas, porém são fortes e robustos. Guardiões de recursos minerais tendem a se camuflar para assustar pretensos videntes e malucos que buscam "sangue de dragão" (isso é um vegetal, e não plasma!). Nos rituais e magias, são responsáveis pela Pedra Norte  e a tudo que ela representa. A esta  tipicidade  pertencem  também os Dragões Verdes.

Colina do <b>Dragão</b>: Outros <b>Dragões</b>: <b>Verde</b>, Preto e Branco










Dragões Verdes - Guardiões do Reino Vegetal.  Animais e plantas são seus protegidos. Ágeis e longilíneos possuem asas pequenas e escamas finas. Temperamento alegre e jovial, porém é predador de predadores humanos. Influenciam as feras das florestas para que ataquem os caçadores  que predam e caçam mais que o necessário ou para obter lucro.

<b>dragão dourado</b> « Pirosfera – Bem-vindo ao núcleo! ;)
















Dragões Dourados e Amarelos - Guardiões da Pedra Leste, Elemento Ar, Residem  nas nuvens e brisas. Asas potentes e longas. Corpo esguio e comprido, escamas finíssimas, quase uma pele... São gentis e tolerantes aos pequenos deslizes dos dragões menores. Mas quando se enfurecem, provocam furacões e desastres climáticos. Regem o intelecto e  as finanças.

Odhrum - A Land Away: - <b>Dragões</b> -


















Dragões Azuis - Guardiões da Pedra Oeste. Elemento Água. Residem nos mares, lagos, rios, etc. Não possuem asas, mas várias barbatanas que servem para impulsioná-los no meio aquoso. Corpo extremamente  comprido, semelhante  a uma serpente. Distantes e calmos, costumam surtar e afundar embarcações que ousam enfrentar seus domínios. Mas também salvam náufragos  os jogando  nas praias.




<b>Dragão</b> negro « Pirosfera – Bem-vindo ao núcleo! ;)












Dragões Negros - Guardiões dos que buscam a Harmonia e equilíbrio material e espiritual. Residem nas cavernas profundas e pântanos onde a luz do sol é fraca. Extremamente tímido e reservado, é ele quem conduz as almas que se perdem nos reinos sombrios. Alimentam-se preferencialmente das lavas que nossos tristes pensamentos criam. Senhor das Sombras e da Magia Elemental. Possuem cornos, asas e um corpo forte com escamas espessas.


Portal dos <b>Dragões</b>: Junho 2010












Dragões Vermelhos - Guardiões da Pedra Sul. Elemento Fogo. São ferozes e inconstantes. Residem nas entranhas dos vulcões e relâmpagos. Acendem paixões avassaladoras. Quando um dragão menor fica com aquele ar de bobo, babando e suspirando, dizemos que ele foi "abençoado pelo Dragão do Fogo". Seu corpo é o  mais robusto, seu olhar é severo e seu hálito provoca combustões nos campos secos. Asas largas e chifres afiados, dentes terríveis e cauda pontiaguda. Nos rituais invocamos a Dragonesa do fogo para guardar a fogueira central.


Mundo Escondido: O <b>Dragão Branco</b>
















Dragões Brancos - Embora não pareça são os  mais perigosos  dos Dragões. Residem na Lua, por isso também são  chamados de Dragões  da Lua. Dizem que ele foi umDragão Dourado, que aprendeu os segredos de todos os outros, tornando-se poderoso e perigoso. Temendo o que ele poderia fazer, os Dragões Antigos decidiram pelo seu exílio. O único lugar que ele  achou onde não era regido por seus irmãos foi a Lua. Atormentado  pela saudade que lhe queimava o imenso coração ele enlouqueceu. Adquiriu o poder de tornar-se incandescente, alucinado de dor, saudade e revolta. Afinal ele conheceu o desprezo, o preconceito e o medo... Não mais os mares azuis, nem as verdes florestas nem os calorosos mergulhos nas lavas vulcânicas... Somente a solidão e o silêncio.  Então um dia, Cybele, a Deusa da Terra e da Lua, compadecida de sua dor, resolveu que era a hora de enxugar as lágrimas do Dragão. Passou a encontrá-lo e cantar melodias que eram puro amor. Amor de mãe, de esposa, de avó. Ensinou-lhe o autocontrole, a disciplina e a meditação. Isso o tornou mais centrado e mais perito... Conseguiu se harmonizar com maestria com todos os outros elementos. Desenvolveu então a tonalidade  prateada reluzente, qual a própria Lua. Depois que ele se tornou um mestre,Cybele deu lhe filhos, à sua imagem e semelhança. Sempre que a Deusa é ultrajada, ele deixa seu exílio e vem a Terra defender sua honra, ocasião única onde ele se ira e enlouquece, tornando-se novamente incandescente, até que Ela seja vingada. É responsável pelas Pandemias e hecatombes. Quando a humanidade entender que sem a Terra não há sobrevivência, como ele próprio entendeu, ele deixará sua fúria e será um grande amigo. É chamado pelos outros dragões de "Flagelo dos Deuses".

sexta-feira, 16 de março de 2012

O que temos para entregar hoje?



Axééé pessoal! Hoje sexta-feira, dia em que muitos terreiros estão abrindo suas portas para receber centenas de pessoas e espíritos, para transformar diversas situações e energias, para curar as piores doenças do espírito e da alma ou ainda para “simplesmente” fazer o Bem, nada mais gostoso que ter uma bela inspiração para nos encher de encanto.
Pensando nisso, quero falar de Oxum que, com toda sua intensa amorosidade, está sempre nos acolhendo com seu canto envolvente. Afirmar que, de menina-moça a mãe-mulher, Oxum atente todos nossos pedidos desde que sejam feitos com afeto e que gerem ternura, afinal, Ela é aquela que “está” em tudo que há amor.
Aliás, ‘Amor e Terreiro’, não vejo combinação melhor!  Não vejo outra forma que receber as mais divinas bênçãos. Não vejo outra forma de melhor fazer o Bem.
E Oxum, com sua dança, hora suave e hora vibrante, é capaz de fazer nosso corpo arrepiar e as lágrimas escorrerem. Com suas águas sempre em movimento e doce, consegue transferir seu magnetismo a seus filhos, alimentando-os e purificando-os.
Portanto, que Oxum possa nos encantar com sua dança, nos banhar com suas águas e encher nosso coração de uma sensação doce, leve e segura.
E que nós possamos entregar nossa afeição, verdade e muitas rosas a essa Mãe que tudo concede.
Espero que gostem desse vídeo que para mim tem vários significados e sentidos. Tem o peixe percorrendo seu caminho com movimento e beleza. A união de pessoas envolvidas por amor a uma fé. A suavidade e a empolgação da dança, do olhar, dos gestos e das cores. A oferta, oferenda, cheiro e flores a uma divindade. A devoção, o transe, o rosto de menina, a imagem da mãe e a esperança nas palmas das mãos.
Que Oxalá nos ilumine e que Oxum nos unam na fé em Olorum!
Axééé

sexta-feira, 2 de março de 2012


A LEI DA RESSONÂNCIA
Mensagem dos Arcturianos por Suzanne Lie PHd
em 30 de novembro de 2011


Nossos queridos em ascensão,

Assim que vocês cruzarem a Passagem, o Portal, o Portal Estelar (que não é limitado pelo tempo, então não há "data" nesta jornada) vocês serão 100% responsáveis por tudo que entra em suas vidas.
Na Nova Terra, que é o Mundo Limiar para a quinta dimensão, cada pensamento aleatório e cada emoção irão se manifestar.

Se os seus pensamentos e emoções contiverem quaisquer padrões baseados no medo, vocês não mais serão capazes de ressoar com a Nova Terra pentadimensional e sua experiência desta realidade se finalizará.

Não há moralidade ou julgamento envolvido nesta declaração.
É puramente a Lei da Ressonância.
Há inúmeras realidades, e vocês escolhem a realidade e/ou as realidades que vocês desejam vivenciar ao calibrar sua consciência na frequência da assinatura dessa realidade.

De fato, vocês somente podem entender ou discutir experiências multidimensionais, tais como a ascensão, a partir de uma perspectiva de um pensamento multidimensional e do amor incondicional.

Pensem nisso como: vocês não podem correr se não souberem andar.

Consequentemente, correr estaria além da sua concepção.

Da mesma maneira, quando vocês estão pensando em termos de eventos de separação tridimensional, limitados e com duração temporal, é difícil até contemplar uma realidade em que toda a vida existe e se entrelaça dentro da Unidade, do UM.

Portanto, vocês não seriam capazes de vivenciar uma realidade que está além da visão da sua programação mental.
Felizmente todos vocês estão despertando na "velocidade da luz multidimensional" e acolhendo o SENTIR do amor incondicional.

São as qualidades da luz multidimensional e o amor incondicional que podem melhor alinhá-los com a realidade que vocês mais amariam escolher.

Lembrem-se, queridos, de que a realidade que vocês vivem é a realidade que vocês percebem.

Esta percepção está baseada na sua crença de que vocês são Seres Multidimensionais. Esta crença expande sua consciência para a quinta dimensão e além. Com esta consciência expandida vocês podem esperar perceber as realidades superiores.

Então sua expectativa direciona suas percepções.
Vocês veem mesmo como toda esta jornada começa com a sua crença de que vocês são Seres Multidimensionais que permitem que seu EU pentadimensional assuma as rédeas.

Felizmente, ao acreditar e integrar seu EU Multidimensional, seu sistema operacional multidimensional começa a se integrar totalmente em todos os seus pensamentos e emoções.

Esta integração é natural, então vocês não precisam "tentar". Tudo o que vocês precisam "fazer" é acreditar no seu EU.

Quando vocês tomam a decisão de manter um estado de consciência multidimensional, vocês estão escolhendo se alinhar e abrir seu Portal pessoal para a Nova Terra.

Quando sua consciência abaixa para um estado de consciência tridimensional, o Portal para a Nova Terra fecha.

Desta forma, vocês viverão em dois mundos, e irão e voltarão neles escolhendo seu estado de consciência.

Seu maior desafio é ser o mestre de todo pensamento e emoção que vocês permitem estar na sua consciência.

É por esta razão que aqueles que ascenderam em outros "tempos" no seu mundo tridimensional se isolavam em cavernas e topos de montanhas distantes.

Em reclusão profunda, eles podiam ignorar a conversa da consciência baseada no medo que constantemente emanava da vida diária da terceira dimensão.
Por esta razão, nossos amados em ascensão, vocês têm o maior desafio de todos, pois vocês não podem se isolar em locais distantes numa sociedade que não favorece essa escolha.

Por sua ascensão incluir Gaia, vocês devem encontrar essa paz interior, enquanto se entremesclam diariamente com a "vida na Terra 3D".

Nós queremos avisá-los que, enquanto sentem uma necessidade de ser bem sucedido aos olhos dos outros ou têm um desejo de riqueza financeira em seu mundo físico, vocês estão ligados a esse mundo por sua "necessidade" (necessidade = medo disfarçado) de realização baseada em alguém externo à sua Unidade.

Esta é outra razão por que os buscadores se isolavam em cavernas, templos e topos de montanhas.

A questão é: "Como vocês discernem entre 'fora da sua Unidade' e 'dentro da sua Unidade?'"

Porém, a resposta a esta questão é simples.

Se a questão é provocada por um padrão de vida, local, situação ou algo externo ao seu recipiente terreno, vocês têm cedido a criação da sua realidade a uma Fonte NÃO-VOCÊ.

Para se lembrar da quinta dimensão que vocês acabaram de visitar, vocês devem permanecer dentro do seu EU.

O jogo da realidade virtual tridimensional é uma ilusão que o seu "eu avatar", seu recipiente terreno virtual pensa que é real.
Seu "eu avatar" é um ser humano tridimensional que tem se conectado e desconectado do Jogo 3D tantas vezes que se identificou com as ilusões desse Jogo.

Por essa razão seu eu avatar percebe a realidade de uma maneira invertida.
Seu eu avatar pensa que quando ele se desconecta do Jogo 3D ele para de existir, pois ele só consegue experienciar a vida através da perspectiva dos sentidos humanos.

Na realidade, é VOCÊ QUEM se conecta e desconecta do jogo de realidade virtual 3D.

Por muitas rodadas do Jogo, vocês pensaram que haviam renascido quando vocês se conectavam ao Jogo e morriam quando vocês se desconectavam do Jogo.

Esta é a parte que está invertida.

Por demasiadas vidas e permanências no Jogo 3D, vocês acreditaram que estavam renascendo quando vocês entraram no Jogo 3D.

Na realidade, porque vocês se esqueceram da bilocação, quando vocês entraram no Jogo 3D, vocês morreram para o seu EU e se tornaram o eu avatar.(*)

(*) Nota Stela - isto está muito bem ilustrado no filme "Avatar". Como acredito que nada acontece por acaso, este filme foi uma inspiração divina, para ajudar no entendimento de como funciona a bilocação e para nos despertar na compreensão, e lembrança, de nosso eu multidimensional e de outras realidades.
Link

Conforme vocês continuam com seu processo de ascensão, vocês começam a se lembrar de que VOCÊS não podem morrer.

Vocês se lembram de que VOCÊS são pura consciência que está escolhendo assumir uma experiência "individual" do grande UM, de quem vocês são um componente.

Quando vocês se lembram que vocês são a pura consciência do UM, vocês Sabem que seu renascimento para o EU ocorre quando vocês se desconectam do Jogo 3D e, com demasiada frequência, Morrer é conectar-se ao Jogo 3D.

Este Saber acontece no seu estado pentadimensional de consciência.

De dentro desta consciência expandida, à parte avatar do seu recipiente terreno não interessa que vocês se lembrem de que VOCÊS são sempre contínuos.

Além disso, a sua expressão pentadimensional do EU está se conectando e desconectando de uma miríade de realidades dentro do mesmo momento do AGORA.

Portanto, não há perda porque vocês podem entrar e sair de qualquer realidade sempre que vocês sentem o chamado.

De uma perspectiva pentadimensional, não há apego emocional à morte, pois é sua própria escolha terminar a experiência de qualquer realidade, e nascer representa uma nova realidade a que vocês irão se bilocar.

Entretanto, há um componente emocional ao entrar em uma realidade, pois é o amor incondicional, a força de ligação do universo, que sempre permite que vocês se conectem, renasçam e assumam uma forma em qualquer expressão particular de realidade.

Quaisquer emoções baseadas no medo que reduzem sua ressonância abaixo da ressonância do seu Eu pentadimensional terminarão essa experiência e vocês retornarão ao seu processo de ascensão.

Não há julgamento.

É somente que sua ressonância deve ser compatível à ressonância daquela realidade que vocês desejam experimentar.

Se a frequência da sua assinatura cai abaixo dessa ressonância, vocês não podem mais se dedicar a essa realidade.

Porque vocês estão recém-voltando de uma permanência muito longa na Terra polarizada, provavelmente será necessária alguma prática para conseguir manter sua Consciência Multidimensional.

Este estado de consciência ressoa na frequência do amor incondicional, que é bastante incomum numa realidade tridimensional.

Por isso, sejam pacientes com o seu eu, pois vocês devem liberar os antigos hábitos tridimensionais.

Para retornar à sua Consciência Multidimensional, lembrem-se de liberar seu apego a quaisquer pensamentos e emoções baseadas no medo, pessoas, situações ou coisas.

Esta liberação de seus apegos lhes permite retornar à sua ressonância pentadimensional para que vocês possam tanto se conectar quanto se bilocar na Nova Terra.

Nós observamos sua grande luz e amor se expandindo a cada respiração sua, e nós estamos infinitamente disponíveis para assisti-los.

Os Arcturianos.

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